Cientistas usam Lumia 1020 para ver bactérias

Nossos celulares hoje são extremamente poderosos. Para vocês terem uma ideia, meu simples relógio de pulso tem mais poder computacional do que os computadores da Apolo 11. Meu smartphone é muito mais poderoso que meu primeiro PC, comprado em 1996. Por que não usar todos estes potenciais para transformar smartphones em microscópios e pequenas máquinas de exame de vista?

Se antes as câmeras dos celulares já viam muita coisa, com os atais smartphones da linha Lumia 1020, a coisa é extremamente boçal em termos de qualidade. Assim, por que não trabnsformá-los em microscópios cada vez melhores?

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Um reino tão vasto cujo Sol nunca se põe

O título faz alusão ao mundo conquistado por Alexandre da Macedônia. Indo do Egito até quase chegar no Oriente Distante. Um império tão imenso (e fugaz, entretanto) que em algum ponto dele estava fazendo Sol, não importando em que momento fosse.

Nós abrimos mais horizontes que Alexandre, conquistamos outros mundos sem que um exército chegasse lá e mandasse tudo para a vala. Nossa última fronteira é o Espaço, mesmo tendo nos aventurado muito, muito pouco, conquistamos o inimaginável. Um reino onde realmente o Sol nunc se põe.

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O gelado reino de Netuno

O reino dos planetas-deuses é desolado. A partir do planeta-guerreiro, o sistema solar já está muito frio, espaçado, praticamente morto. Quando chegamos no planeta-deus Netuno, não há água líquida, seu reino marinho repousa apenas na mitologia. É muito frio, deserto, sem vida; mas, nem por isso, vazio. Há uma imensa vizinhança circundando o reino de Netuno, magnífica, mas indiferente, com uma frieza de dar dó, pois além de não dar bola para as bactérias que andam sobre a Terra e constroem mísseis balísticos, os longínquos mundos perto de Netuno estão longe demais do Sol para serem paraísos caribenhos. No máximo são como Zamhareer , o infeno de gelo.

Com informações infernalmente precisas, abram o seu LIVRO DOS PORQUÊS, seção Astronomia.

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Google Glass pode ser um “ouvido” na roda para surdos

Eu nunca vi um Google Glass, mas eu quero um. Quero colocar pendurado no meu óculos, principalmente quando for pegar meu contra-cheque e ver que meu salário teve um aumento pra mais de 9000. Como a probabilidade disso acontecer está no limite em que X tende a Zero, só me resta noticiar que um grupo de universitários surdos (não os do Show do Milhão, que só produzem vergonha) e sua professora desenvolveram um sistema para exibir vídeos de apresentações em planetários narrados para alunos surdos.

E você aí pensando em rodar filme das Brasileirinhas enquanto está na missa… Tsc Tsc

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As mágicas cores do Alasca

Eu não estava com vontade de postar nada hoje. Mas por causa do dia das mães (e estar devidamente escondido, longe dos aborígenes conhecidos como "família"), resolvi colocar pelo menos um vídeo. O escolhido foi o do fotógrafo Alexis Coram, que foi pro Alasca, no meio do nada, para trazer algo bonito e ele nos trouxe o Technicolour Alaska .

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Microrrobôs já trabalham com metal e até com componentes eletrônicos . RENDA-SE HUMANO!

Eu adoro qualquer tipo de robôs. desde aqueles que se faz com LEGO até robôs assassinos exterminadores de policiais cibernéticos. Temos desde os fofinhos como o Aibo até um drone que leva democracia aos rincões de Deus-me-livre. E agora, temos microrrobôs capazes de construir coisas, mas isso não seria nada demais, também. Os materiais usados podem ser madeira, vidro, circuitos eletrônicos e, se bobear, faz até exame de toque retal.

Chamem Sarah Connors!

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Nós podemos ver o som?

Você sabe o que é a luz: uma onda eletromagnética que tem os componentes dos campos elétrico e magnético, oscilando em um ao outro, perpendicularmente entre si e perpendicular à direção de propagação dessa onda. Ela não é vista se não tiver algo a ser visto. A bem da verdade, jamais veríamos os disparos de lasers (neste momento você fez PEW! PEW! PEW! mentalmente que eu sei!) das naves espaciais, pois só vemos os raios por causa da refração, iluminando as partículas dispersas.

A luz não precisa do meio material para se propagar, podendo viajar tranquilamente pelo vácuo, diferente do som, que é uma vibração do meio que percorre meio material e chega aos nossos ouvidos. Mas, será possível que nossos olhos vejam o som? "Não", é a resposta. Pelo menos, é que se pensava até provarmos o contrário.

Você gosta de Física e assiste Cosmos? Bem, aqui você verá tudo em altíssima resolução (diferente da NatGeo BR) . Afinal, aqui é o LIVRO DOS PORQUÊS!

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Quando o Ceticismo.net fala sobre Método Científico

O SciCast, um podcast sobre Ciência. É um projeto legal que se propõe a levar a Ciência, discutindo temas que vão desde fabricação de cerveja até viagens interestelares. Eles convidaram grandes luminares para participar (ah, sim! Também chamaram um cara que está começando na Internet agora: o Gilmar do E-Farsas, e acabou que eu recebi um convite especial (mas muito amado) de participar dele.

Minha participação de estreia foi sobre o Método Científico e você poderá ouvi-lo aqui em baixo, ou baixando no seu xing-lingzão de 10 merréis:

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A levitação que aquece nossos corações e derretem alumínios

O bom da Ciência é que podemos fazer qualquer coisa maneira com os conhecimentos mais básicos que ela nos proporciona. O ruim de ensinar Ciência é não poder mostrar estas coisas maneiras. Ficamos ensinando besteiras como números quânticos, subníveis energéticos, cada um dos passos da divisão celular, calcular a trajetória de qualquer coisa, sem efetivamente mostrarmos nada disso. É um saco ter que falar de reações químicas no quadro e os alunos com aquela cara de “OOOOOOOH, que legaaaaaaaaZZZZZZZzzzzzzzzZZZzzzz”.

Mas, e se pegássemos um pedação de cobre, enrolarmos e passarmos corrente alternada nela? Simples: seremos que nem o Magneto e faremos um pedaço de alumínio flutuar até derreter e PLOFT cair fundido e mal-pago.

Eu sei que hoje é domingo, mas nunca devemos descuidar dos estudos. Vão para a estante e peguem seu LIVRO DOS PORQUÊS!

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A lenta e microscópica vida nos mares

Há um grande problema em acompanhar o mundo natural. Ou ele é muito rápido, muito grande, muito pequeno ou é muito lento. Ou uma mistura dessas coisas, duas a duas. No caso da vida, é difícil acompanhar o que acontece, já que temos que ver as minúcias, os detalhes e, mais importante, a paciência de acompanhar tudo isso. O problema que muitos detalhes escapam já que há mínimas variações e só juntando tudo e acelerando o processo para termos noção.

O vídeo a seguir mostra a lenta vida dos corais e esponjas, pequenos seres marinhos que parem estar lá, paradões, sem contribuir com nada. Mas suas estruturas são vibrantes e recheadas de vida.

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