Curiosity identifica vestígios da existência de oxigênio gasoso em Marte antigamente

Oxigênio, enquanto elemento, não é bem uma raridade no universo. Tê-lo em forma gasosa é. O problema do oxigênio é ser o elemento com a segunda maior eletronegatividade (o maior é o flúor, como você não se lembra das aulas de Química no colégio). Isso faz com que ele seja muito reativo e oxidante; e aliás, o termo oxidação veio dele, até descobrirem que várias substâncias oxidam as outras, isto é, roubam elétrons.

Uma das grandes dúvidas era saber se Marte teve atmosfera com oxigênio. Sempre se imaginou que sim, através de evidências indiretas, como os tons avermelhados das rochas e solo marciano, devido à presença de óxido de ferro. Aquelas rochas vieram de algum lugar, claro. Ação do ferro com o oxigênio gasoso? Ou a formação dessas rochas se deu durante a acreção do planeta? Bem, uma recente pesquisa mostra que, sim, há evidências diretas que o Planeta-Guerreiro já teve oxigênio em sua atmosfera.

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Como é bom um país que não odeia Ciência

Os EUA – vocês não acharam que eu ia falar do Brasil, né? – tem vários defeitos. Um deles é o Ken Ham e o Bible Belt. O sistema educacional é falho em muitos pontos, como na hora de escolher livros didáticos, não raro feito por comissões constituídas por gente burra, estúpida, ignorante e totalmente idiotas e… Ops, desculpem. Tem idiotas que acham que divulgadores científicos não podem dizer que pessoas burras são pessoas burras. My bad. (Sim, eu sei que você está lendo isso. Beijo na irmã!)

Ainda assim, com todas as mazelas criacionistas, os EUA não nutrem o ódio patológico pela ciência que o Brasil apresenta. Dessa forma, não é nem um pouco estranho que a Casa Branca sedie uma mostra de Feira de Ciências apresentadas por alunos no nível de nosso Ensino Fundamental que faz as nossas Universidades chorarem de vergonha. Ou deveriam chorar se tivessem vergonha.

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Qual a semelhança entre você e a lesma do mar?

A resposta seria os neurônios, mas você se ofenderia em ser chamado de cabeça-de-lesma, apesar de eu achar que a lesma do mar teria muito mais motivos para reclamar. Mas não fique triste, isso é muito importante, como mostra uma pesquisa do pessoal da Universidade de Illinois, que visa entender nossa cognição, memória e aprendizagem, com o auxílio daquelas coisinhas fofas que vivem no mar.

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Dando um tiro em Newton! E em não-Newton

The Backyard Scientist (o Cientista de Jardim) é um canal no YouTube que você provavelmente iria odiar. Não tem gente berrando palavrões, não faz mimimi, não noticia tretas, não faz “humor”, não apronta pegadinhas, não tem mulher gostosa falando besteiras (ok, aparece uma menina bonitas de vez em quando). Entretanto, ele explode coisas, joga alumínio derretido em coisas, nitrogênio líquido em coisas e alumínio derretido em nitrogênio líquido, também. Daí, ele teve a ideia: Que dá dar um tiro em fluidos não-newtonianos com bolas de golfe? O que pode ser mais legal que isso?

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As chaves para a regeneração de tecidos escondidas em nosso DNA

Você não é o melhor que a Seleção Natural pôde fazer, porque Seleção Natural não está nem aí para “perfeições”. Tudo bem que humanos constroem cidades, países, civilizações, armas atômicas capazes de mandar todos os anteriores pelos ares. Ainda assim nosso corpo é cheio de problemas, como sermos incapazes de enxergar em ultravioleta e infra-vermelho, não respiramos debaixo d’água e nossos sistema de cicatrização é bem legal, mas perder um braço não deixa ninguém feliz.

Há muitos, muitos, muuuuuuuuuuuuuitos anos, nossos ancestrais não tinham esse problema. Eles eram capazes de regeneração, ou seja, se cortassem um membro fora (esse inclusive), nascia outro no lugar. Hoje, só alguns animais, como os platelmintos (bem inferiores, por sinal) salamandras e axolotle possuem capacidade de regeneraçao. Mas por quê? Onde nossos ancestrais perderam esta capacidade?

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Pesquisadores criam bactéria com menor genoma do mundo

venter_god.jpgA vida ainda é, por enquanto, um mistério a ser desvendado. Sabemos os´processos químicos e bioquímicos. A grande questão enquanto se estuda isso é “seremos capazes de criar vida?” Craig Venter e sua equipe já conseguiram fazer um bactéria com genoma totalmente sintético. Não criaram totalmente uma bactéria do nada, o que pode parecer pouco, mas não é, se levarmos em conta que o DNA foi descoberto na década de 1950.

A equipe de Venter conseguiu outra proeza agora: criar uma bactéria com menor código genético jamais apresentado. E sim, ela está viva.

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As maravilhosas auroras jupiterianas

Os melhores blogs sobre Astronomia em língua portuguesa, com certeza, é o Space Today e o Astro PT. Mas, de vez em quando, eu gosto de noticiar também. Não sempre, mas não custa nada compartilhar algo de interessante, apesar da abordagem mais técnica ficar a cargo desses dois supracitados. Eu ainda prefiro as coisas que fedem e fazem KABUM.

De qualquer forma, eu achei interessante sobre como tempestades solares desencadearam auroras em Júpiter. As intensas “Luzes do Norte” do Senhor dos Planetas vistas no espectro de raios-X  são oito vezes mais brilhantes do que quaisquer outras por aqui, e centenas de vezes mais energéticas do que auroras aqui na Terra.

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Sociologia cria músculo cardíaco a partir de células-tronco. Não… foi a Ciência mesmo

Transplantes são muito legais, mas as pessoas insistem em precisar de órgãos compatíveis, o que nem sempre acontece. Os número de cirurgias tendem a crescer e, com isso, acaba uma escassez de órgãos. Seria tão legal se pudéssemos dar um jeito, né? A USP até poderia ajudar, mas suas verbas foram para produzir fosfoetanolamina e a UFRJ não está muito longe da penúria.

Passaram pelo departamento de Humanas, mas o pessoal estava aplaudindo árvores e abraçando o sol. Ou algo nesse sentido. Pelo menos, temos cientistas de verdade trabalhando. Alguns deles produzindo tecidos plenamente funcionais com células-tronco.

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Pesquisa desenvolve película anticongelante para qualquer coisa

Eu não entendo muito de coisa “que avoa”. O especialista disso é o Lito do Aviões e Músicas. Aliás, se querem saber mais das “coisas que avoam”, acessem o Aviões e Músicas. Ele fala sobre aviões. E algumas músicas, mas mais sobre aviões, mesmo. Aviões e Músicas, seu amigo nos céus e este foi um parágrafo patrocinado em que eu não ganhei dinheiro nenhum, mas o cara é maneiro (mas nunca me deu uma camiseta.)

A notícia a seguir fala de gelo, e isso não é legal, salvo se for na sua caipirinha, pois gelo no whisky é sacanagem. pergunte a qualquer escocês de verdade, daqueles que comem mingau. Desde turbinas até o pára-brisa,formação de gelo é uma bosta, Jesus não aprova e faz a equipe de manutenção xingar horrores, a ponto de fazer despacho (DIZ A LENDA). Mas Nós, químicos, salvamos o dia mais uma vez. De nada, pessoal!

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Pesquisadores identificam sinal químico que atua no câncer colorretal

O câncer colorretal (também chamado também de câncer de cólon e de reto ou câncer do intestino grosso), é um profundo  defensor da igualdade entre gêneros, pois ataca indistintamente homens e mulheres. Normalmente, o câncer colorretal se desenvolve gradativamente por uma alteração nas células que começam a crescer de forma louca e desordenada,  sem contudo apresentar qualquer sintoma. Mas, claro, as pessoas são babacas e odeiam ciência , medicina, médicos e tudo o que diz respeito à saúde que não venha de numerólogos, astrólogos ou da vizinha do 802, que saca de tudo: desde espinhela caída até "troço", "coisa" e ziquizira. Normalmente é mau-olhado.

Detectar a doença precocemente é muito importante, já que, diferente do que s toupeiras que defendem a fosfoetanolamina dizem, conseguimos curar 80% dos casos de câncer, bastando serem descobertos a tempo. Mas seria tão mais legal se pudéssemos ter mais remédios capazes de combater isso, né?

Seus desejos foram atendidos.

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