Hoje foi um dia atípico. Um monte de gente quis fazer paralização à guisa de protesto, mas era para não trabalhar mesmo. Tá, ok. Não é tão atípico assim. De qualquer forma, o dia de hoje foi marcado por um evento aos pés do Cristo Redentor, pedindo solidariedade com a Síria, que está num arranca-rabo oficialmente há seis anos, mas que na verdade vem de longa data.
As ONG IKMR e o Movimento Amor Sem Fronteiras promoveram um “Ato pela paz” pelos moradores da Síria, naquele velho lenga-lenga “vamos fingir que nos importamos”. Na verdade, é só para aparecer, mesmo.
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Stanley Milgram demonstrou de maneira científica que somos um bando de psicopatas.
Desde que Gronk resolveu brincar de pique-esconde com Klung que jogos são considerados violentos. Deve ser porque Klung se escondeu tão bem que não o encontraram até hoje (nota mental: nunca brincar de pique-esconde perto de um vulcão). Isso estigmatizou jogos e todos eles são tidos como modeladores da psique humana, em que basta matar uns zumbis que você já vira um psicopata, maníaco e assassino. Bem, eu não me tornei um psicopata por causa disso, mas por outros motivos.
Disney é uma empresa, como você deve bem saber. Como uma empresa, ela precisa de Marketing, de forma a ficar sempre na crista da onda, e induzir as pessoas a consumirem seus produtos, seja filmes, desenhos ou bonequinhos etc. assim, seguindo o velho princípio que não existe propaganda ruim, apenas propaganda, Disney solta umas decisões bombásticas e, claro, os peixinhos do aquário engolem a isca.
Olga Souza tem 57 de inutilidade. Como professora devia se tocar de certas coisas, mas não. Essa senhora – professora ainda por cima! – é completamente sem-noção. Saiu do seu Rio Grande do Sul e resolveu se achar mais que todo mundo insistindo em algo chamado “diversão pessoal”, pois é uma hedonista egocêntrica, para quem só existe ela e mais nada. Quando muito, essa senhora, que só pensa em si mesma, levou seu cachorro para a praia em Balneário Camburiú, que nada mais é que uma praia mixuruca, mas isso é detalhe. O problema é que esta senhora não sabe que é proibido levar cães às praias, mas se achou acima de todo mundo e não atendeu ao pedido de outros banhistas. Uma pouca vergonha!
Quando eu li “Donos de gatos não têm problemas mentais”, eu pensei algo na linha de “Não, sério? Valeu!”. Coo sempre, ao investigar o que era, vi que era mais uma manchete jornaleirística. Não é que ser dono de um gato faça de você um psicopata. Você é um psicopata, sim, mas por outros motivos.
Eu aprendi muitas coisas com Jurassic Park. A primeira delas é que pessoal de Exatas sempre tem razão, ainda mais quando o Matemático-Mosca falou que trazer espécies extintas de volta à vida pode não ser lá uma boa ideia. Deve ser por isso que quando vejo a notícia de cientistas querendo clonar espécies que já foram para vala evolutiva porque… bem, a única explicação aceitável é que, sei lá, seria muito maneiro?
Agora a celeuma do momento é saber quem pode usar a bosta de um pano amarrado na cabeça. Tem gente que diz que isso é apropriação cultural, porque é um símbolo de luta. Legal, um pano tosco amarrado na cabeça é símbolo de algo. Só esqueceram de avisar ao Martin Luther King.