
Eu acho muito engraçado pessoal chilicando com o corte de verbas do Ministério de Ciência e Tecnologia. Parece até que Ciência no Brasil vivia com rios caudalosos de verba. Bem, não vive e basta você fazer uma pesquisa aqui mesmo para ver isso. Ficam “mimimi não tem verba, mimimi”, chegando ao ponto de ganhadores do prêmio Nobel mandarem uma carta pro Temer. O que esses ganhadores do prêmio Nobel não sabem é que tipo de ciência o Brasil gosta de financiar.
Pessoal dos departamentos de Antropologia das Universidades adoram usar seus gostos pessoais e serem financiados por isso. Lembra do Tedson, que caiu de boca na pesquisa? Pois é. Na Universidade Federal Fluminense, uma tese de doutorado em Antropologia veio com o magnífico e importantíssimo título: Festas de orgia para homens: territórios de intensidade e socialidade masculina. Continuar lendo “Como ter um doutorado e verba fácil? Participe de orgia gay”

O Brasil é um Estado que segue os princípios que todos são iguais perante a Lei, desde que você faça parte de certa parcela da sociedade. Como exemplo podemos citar a democrática participação de direitos e deveres da população, mas que segmentos religiosos não precisam cumprir, como ser obrigado a pagar impostos, serviço militar entre outras facilidades. Já a sua decisão de não ter religião na sua vida é respeitada… pero no mucho.
Houve choro e ranger de dentes. Pessoal indignado com a exposição do Santander. Outros achando que ensinar sexualidade em escolas é um crime contra a Humanidade e os que defendem isso deveriam ir pra Haia serem julgados, tendo o ECA como lei que proíbe que se ensine que meninos têm pinto e as meninas tem pepeka. Nossas crianças têm que ser protegidas e é por isso que podemos contar com a família, amigos e o clero, já que falta mais Jesus no coração das pessoas.
Tem horas que eu fico com algumas dúvidas na minha cabeça. Não sei se estamos vivendo numa teocracia fundamentalista ou as pessoas simplesmente são estúpidas, mesmo, colocando a culpa na religião para não terem que dar satisfações. Não que juízes sintam alguma necessidade de se explicarem por qualquer merda que façam, como qualquer agente de trânsito pode confirmar. Agora, um juiz do Distrito Federal acha que não tem problema nenhum tratar homossexuais, de forma que acabem com esse negócio de serem gays.
Uma coisa que sempre causou problemas ao Estado foi certos indivíduos com a mania de pensar por si mesmos, e isso desde os tempos de Sócrates (o filósofo, não o jogador de futebol, que nem pênalti sabia bater). Se analisarmos que não é muito legal estar certo num ambiente com todo mundo errado (a bênção, François Marie), ser aquele indivíduo que fala umas verdades acaba não dando muito certo e os membros constituídos do Poder estabelecido não veem isso com bons olhos, a ponto de dar uma forcinha para impedir isso.
Eu gosto de tratamentos alternativos. Não-raro, eles são ótimos! Ótimos em mostrar porque a medicina de verdade ainda é imbatível. Por mais que busquem tratamentos que não o da medicina que funciona, acaba sempre dando algum problema ainda pior. Um exemplo disso é o Zé Ruela que cismou de tratar o seu câncer se enchendo com sementes de damasco.
Todo dia tem sempre um bando de idiotas dispostos a mostrar quanto são retardados. Em épocas de crise, mais desses imbecis aparecem, como quando o clima fica quente e as baratas saem pelos ralos de noite.
O mundo dos floquinhos de neve, tidos assim por serem sensíveis e qualquer coisinha os ofende, é ridículo de tão patéticos que eles são. Qualquer coisa os deixa triguerizados (você leu este neologismo primeiro aqui), abalados, doidos para se encher de prozac, quando deveriam tomar um tapão na fuça para deixarem de ser idiotas.
Léo Montenegro era um articulista do jornal O Dia, do Rio de Janeiro. Em suas crônicas, sempre tinha alguma situação engraçada, com personagens diversos. Desde a senhora gorda, até um negão e um sujeito com capacete de Jim das Selvas. Era o cotidiano insano de subúrbio que, em quase todas as histórias, acabava com pessoal saindo na porrada.