Estamos com problemas sérios. Você pode achar besteira, mas estamos com falta de gás hélio; sim, o mesmo hélio dos balões. Em 2006 e 2007 o setor de produção de hélio entrou em crise. Em 2013, isso voltou a se repetir e estamos correndo o mesmo risco de novo. Isso não só nos EUA, mas na Europa, também. Vários fornecedores disseram que estavam incapazes de fornecer o gás. Mas por quê? E que diferença faz, se eu não como hélio (somos apenas bons amigos)?
Para você, o hélio é apenas aquele gás engraçado que lhe deixa com voz de pato e é usado em balões de gás para ele subir, já que é a única coisa que você verá subir por muito tempo.
Continuar lendo “A Crise do Hélio que assombra nosso mundo tecnológico”

Pesquisadores de verdade pesquisam uma substância química que é encontrada em tumores que pode ajudar a parar o crescimento de células cancerígenas. Você ouviu isso antes? Até ouviu, mas em vlog do YouTube, sem publicações científicas. Eu não posto pseudociência, salvo para cr4iticá-las. Esta pesquisa sim, tem publicação indexada. Mas ela é sobre o que?
Tumor no cérebro é uma coisa muito, muito feia, mesmo que elas tenham um propósito maior já que foi tudo divinamente planejado por um desenhista inteligente pra cacete! Será possível que numa coisa tão defeituosa como o corpo humano, o defeito tenha um defeito que possa ajudar a mandar o defeito pra vala?
Câncer é uma bosta. Suas células ficam loucas, se reproduzem desordenadamente e com mais defeitos que a minha sogra coloca em mim (ou quase), aliado ao fato de começar a sacanear o seu sistema imunológico. As pesquisas da fosfoetanolamina visa justamente sinalizar quimicamente pro seu querido sistema imune que ali tem coisa errada e assim, seus fiéis combatentes possam ir ali detonar geral. O problema é que essa é a ideia, mas parou aí por falta de comprovação se dá certo ou não. Mas é certo que fosfoetanolamina não cura câncer, pois não existe “O” câncer como eu estou cansado de falar.
Mais uma seleção de artigos que eu gostei de ter escrito, mas me senti al. Eu não queria ter escolhido. Eu queria que vocês lessem e relessem todos eles. é como me sentir que estava traindo os demais, dizendo que eles não têm tanta importância. Sim, eu sei que são apenas letras escritas e não pessoas com sentimentos. A pessoa sou eu, o sentimento de abandono é todo meu, porque cada texto sou eu ali falando, conversando com vocês, explicando algo ou trazendo novidades.
Não que exista doença boazinha, mas algumas são mais cruéis que outras, como é o caso da esclerose lateral amiotrófica (ELA). Esse problema de ordem neurológica faz com que a pessoa fique literalmente trancada em si mesma, tendo pouca ou nenhuma condição de se comunicar. Nem todo mundo é Stephen Hawking e pode andar com aquele aparato todo, e mesmo que tenha, bem, Ciência não se preocupa se algo funciona. O mote da Engenharia é “se algo não pode ser melhorado, é porque está quebrado de vez”.
A diabetes mellitus tipo 2 já ganhou status de “uma das grandes epidemias mundiais do século XXI”. Os crescentes índices de incidência e prevalência fazem dela um problema de saúde pública; não só em países desenvolvidos, como nos pobrinhos, muito pobrinhos, totalmente miseráveis e em países que odeiam ciência, como é o caso do Brasil.
A moderna medicina intensiva faz milagres que há coisa de alguns anos parecia algo bizarro, digno de ficção científica. Ainda assim, lesões cerebrais são um problema sério e o coma um espectro que ronda as UTI do mundo todo. Eu não quero estar em coma, você não quer, ninguém quer. Quando um paciente está em coma, uma garra gelada segura nossa espinha. Morte? Vida? Viver como um vegetal e acabar sendo comida de vegans? Há uma série de variáveis. Será que médicos conseguiriam dar reboot no cérebro e fazê-lo pegar no tranco?