Stanley Milgram demonstrou de maneira científica que somos um bando de psicopatas. Seu experimento mostra o quanto nós podemos fazer besteira, quando temos alguma figura de autoridade nos induzindo – ou nem tanto – a fazer algo que de outra forma acharíamos reprovável. Seu experimento media a disposição de pessoas em aplicar choques elétricos a outra pessoa, que na verdade era um ator. Nem os gritos (fictícios, mas o examinado não sabia) dissuadiam as pessoas, e elas progrediam. Pior que isso, mulheres se mostraram com maior tendência a aplicar tortura. Clica lá no link acima e leia sobre isso. Eu espero.
Foi? Bem, isso não era para se repetir, não é mesmo? Qualquer um informado sabe desse experimento (0,0000001% da população) e já poderia antecipá-lo e não sucumbir à tendência de agir feito um sádico, certo? Bem, os poloneses não pensam assim.
Continuar lendo “Poloneses são tão sádicos quanto qualquer um, segundo pesquisa”

Desde que Gronk resolveu brincar de pique-esconde com Klung que jogos são considerados violentos. Deve ser porque Klung se escondeu tão bem que não o encontraram até hoje (nota mental: nunca brincar de pique-esconde perto de um vulcão). Isso estigmatizou jogos e todos eles são tidos como modeladores da psique humana, em que basta matar uns zumbis que você já vira um psicopata, maníaco e assassino. Bem, eu não me tornei um psicopata por causa disso, mas por outros motivos.
Eu adoro a figura do Papa, principalmente quando ele (qualquer que seja o Papa) cisma que está aparecendo pouco na mídia e resolve soltar alguma batatada. Agora, Chicão I acha que Bíblia deve ser que nem um celular, e que os fiéis devem carregar e ler a Bíblia como se fosse um celular.
Disney é uma empresa, como você deve bem saber. Como uma empresa, ela precisa de Marketing, de forma a ficar sempre na crista da onda, e induzir as pessoas a consumirem seus produtos, seja filmes, desenhos ou bonequinhos etc. assim, seguindo o velho princípio que não existe propaganda ruim, apenas propaganda, Disney solta umas decisões bombásticas e, claro, os peixinhos do aquário engolem a isca. 
Eu adoro revoluções tecnológicas. Pensem no quanto elas mudaram o mundo. Poderei relacionar várias, como a pedra lascada. Dali tivemos ferramentas melhores, armas para nos protegermos, caça etc. Que grande mudança! Outra tecnologia excelente: o arado. Uma quebra total de paradigma. Outro exemplo? As máquinas simples, os teares automatizados e a computação (estou falando de Charles Babbage). Só que as pessoas não entendem o significado de revolução tecnológica. Acham que só porque fizeram um aplicativo, UAU, fizeram uma imensa mudança.
Quando eu li “Donos de gatos não têm problemas mentais”, eu pensei algo na linha de “Não, sério? Valeu!”. Coo sempre, ao investigar o que era, vi que era mais uma manchete jornaleirística. Não é que ser dono de um gato faça de você um psicopata. Você é um psicopata, sim, mas por outros motivos.
Agora a celeuma do momento é saber quem pode usar a bosta de um pano amarrado na cabeça. Tem gente que diz que isso é apropriação cultural, porque é um símbolo de luta. Legal, um pano tosco amarrado na cabeça é símbolo de algo. Só esqueceram de avisar ao Martin Luther King.
Hoje é sábado, fim do horário de verão e temos que dar um jeito de arrumar uma nova polêmica! Hummmm, vamos checar! Jogador de futebol saindo com travestis? Não, muito antigo. Shopping barrando gente ladra? Nah. Rolezinhos? Também não! Ei, taí!