Um dos juízes mais experientes da Grã-Bretanha disse que o rápido aumento do número de leis nos últimos anos tinha sido necessário por causa da redução do percentual de pessoas religiosas. Isso porque essas religiões norteavam a população em eu comportamento ético.
De certa forma, ele tem uma certa razão ao falar isso, mas isso pode ser interpretado em mais de uma maneira.
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Ontem, estava conversando com um amigo meu. Ele me disse que, agora, o Google monitora tudo o que se fala ao redor de um celular que usa o sistema operacional Android. Segundo este meu amigo, quando um celular assim está diretamente conectado à Internet, ele "ouve" tudo oque se fala em volta e imediatamente, reconhece palavras-chave e envia propaganda via SMS. O que tem de verdade nisso?
Qualquer um consegue perceber que homens e mulheres têm diferenças. Normalmente, o homem tem cabelo no peito, tem o queixo cabeludo e a mulher não tem. Já as mulheres são mais como a Gal Costa. Entretanto, há uma outra diferença e esta foi identificada por cientistas da Universidade de Iowa, os quais concluíram que a marmanjada tem um nariz cerca de 10% que as doces e belas fêmeas equivalentes.
Ontem foi Dia da Consciência Negra. Um dia para lembrarmos de lutar contra o preconceito. Mas há outros grupos, minorias, também sensíveis à ação preconceituosa da discriminação social. São pessoas que a Natureza moldou de uma forma, não foi opção ou vontade deles. Um grupo rechaçado, eu diria "odiado", até; em que já na Antiguidade eles eram mal vistos, apesar de serem tolerados em alguns lugares, em outros foram perseguidos, mortos, queimados vivos nas fogueiras da Inquisição.
Daniel Taylor é designer e como todos da sua espécie reinventa soluções desnecessárias para problemas inexistentes. Ele criou um… projeto?… que organiza, pelo menos em sua cabeça, as diferentes passagens da Bíblia que se contradizem. O resultado foi um infográfico e, como todo infográfico tosco, só é bonitinho, mas informa pouco.
Ontem, eu escrevi sobre inciativas voltadas para crianças se aproximarem mais da Ciência. Desde periódicos científicos escritos para crianças até robôs
Eu pensava que era regra que toda regra tem exceção, mas faltou um adendo: "É regra que toda regra tem exceção, salvo no caso de jornalistas"; e, como vocês bem sabem, jornalista falando de Ciência é a mesma coisa que tartaruga tentando costurar.
Meu RSS é lotado às vezes. Nem sempre tenho tempo de ler tudo. Às vezes, eu leio e me interesso sobre algo que eu possa postar. Salvo o atalho muitas vezes no dropbox, para falar sobre (o que na maioria das vezes não acontece, dado o tempo ou outro assunto melhor). Assim, só hoje que eu vi um artigo do The Economist do dia 19/10, falando sobre como as coisas na Ciência andam mal.
Então, amigos, vocês que nos acompanharam durante o 1º (e único) Vale-Tudo de Deus (vulgarmente conhecido como
Eu vivo dizendo que o Brasil está na Era Pré-Científica. Nós não voltamos à Idade Média. A bem da verdade, nunca saímos dela. Antes, Andreas Vessalivs tinha que pegar corpos escondido para estudar anatomia, porque o tosco do Galeno teve que usar cadáveres de animais, pois estudar o corpo humano era proibido, tabu, sujeito a pena de morte. Daí, Galeno escreveu um monte de bobagens que duraram séculos, como os humanos terem fêmures curvos, mandíbulas divididas em duas etc.