A saber, não foi o Cristo Redentor, aquela estátua sem graça depois que você conheceu Angkor, o Banho de Caracala, o Herodium e o Ushiku Daibutsu. Esses facínoras de turbante atacaram um dos maiores ícones da Internet Brasileira, no tempo que ícone tinha 256 cortes e 32×32 pixels. O que esses sacripantas, biltres, desclassificados, ignominiosos e disparatados insanos fizeram foi atacar o maior e melhor site da Internet, ganhador de prêmios e pronto para adoçar mais ainda a sua vida. Os retardados do Estado Islâmico resolveram atacar nosso querido e idolatrado pudim.com.br.
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Estamos no Sábado de Aleluia, dia de Malhar o Judas. Essa tradição, que anda se perdendo em tempos do politicamente correto, vem de… malhar o Judas, porque ele fez besteira. E isso porque Jesus não tinha um blog. Judas xingou muito junto ao perfil do Sinédrio no Twitter. Jesus tomou flag do YouTube, digo, do Império Romano e sua conta foi suspensa.
Na história da Humanidade, muitos heróis, semideuses, entidades mágicas e feiticeiros apareceram. Um dos que mais perduram até hoje é ele, aquele que veio nos salvar e não nos pede nada em troca. Aquele que, com seu poder, enfrentou o mal, quase foi destruído, indo parar em algum lugar longe, para depois voltar em glória e esplendor, evitando nossa queda e quase destruição.
As bolas em questão não são parte de sua anatomia, e sim um treco que inventaram para facilitar a lavagem daquela sua roupinha vagabunda, comprada na Citycol (Dica: se você não é do Rio e chegar aqui, pensando em comprar alguma roupinha, vá na Citycol. Moda de todos os tipos, preço em conta e qualidade fora do que você espera). Você, meu caro trabalhador que volta pra casa emporcalhado, taí a sua chance da Deusicleia economizar com o sabão em pó, o alvejante e a conta de luz.
E isso graças à incrível, mágica, revolucionária BOLA MAGNÉTICA!
Eu nunca entendi a tara por "trotes" em Universidades. Tipo, sei lá, quando eu ingressei em uma (e isso faz muito tempo), não tinha essas babaquices, e mesmo assim eu fui lá pra estudar, não para fazer trote, fazer amiguinhos, encher os cornos de cerveja, drogas etc. Deve ser por isso que eu sempre passava com as melhores notas, enquanto os descoladões se ferravam e pediam ajuda aos nerds como eu. Obviamente, eu deixava eles se ferrarem.
A Sexta Insana é uma das sessões mais amadas por todos os admiradores deste que vos escreve. Vemos a maluquice diária, semanal, mensal ou apenas da sexta-feira, mesmo. Às vezes demora um pouquinho, às vezes vem em bando, como hoje, por exemplo. Foi tanta doideira que eu pensei que teria que fazer vários artigos. Mas, que Diabo!, por que não juntar tudo num textão, não-facebookiano? Prometo que você vão gostar. Afinal, promessas existem para serem quebradas…. ou algo assim.
Jesus era um cara bem legal, pena que não gostava da Madalena. Ele era um professor, e como tal, só pegou aluno relapso. Pessoal não prestou atenção na aula dele e só foram aprovados porque colocaram receita de miojo na Bíblia. Assim, cristãos são ótimos para pregar as palavras do Nazareno, mas boa parte deles tem uns probleminhas em seguir essas palavras.
Eu preciso sempre esclarecer o óbvio. Instituições de ensino não estão preocupadas em ensinar e sim ganhar dinheiro. Se for privado, isso acaba ficando mais que evidente. Claro, isso gera certos absurdos. Uma vez um pai me questionou porque minhas provas estavam tão difíceis para, em seguida, outro questionar por que eram tão fáceis. Não se pode dar nota baixa, traumatiza. Não se pode corrigir com caneta vermelha, traumatiza. Não pode dar "bom dia" pro aluno, traumatiza. Até o trauma dele o deixa mais traumatizado.
O tosco mundo de Hades, Nosso Senhor, é movido à estupidez. Larga maioria da população é burra, e eu gostaria muito de dizer que isso é exclusividade de brasileiros, mas somos apenas os mais eficientes em incompetência. É difícil ser uma gota de informação nesse oceano de insanidade chamada Internet. É difícil competir com a maluquice degenerada, à solta e sem controle. Os veículos de informação veiculam tudo, menos informação. Ou veiculam, se entendermos que informação não é conhecimento.