Divulgar ciência não é pra qualquer. Nem todos podem ser… bem, nem todos podem ser incríveis, cultos, fantásticos, inteligentes, sábios, bem falantes, envolventes, exuberantes e mais superfantásticos que o balão mágico. Além disso, sou humilde também. Mas existem Leis do Universo e elas são invioláveis. Uma delas é: Ninguém é capaz de ensinar melhor a uma criança do que outra criança. Para isso, que tal se houvesse um periódico com revisão de pares, revisado por crianças, editado por crianças, voltado para crianças. Loucura? Sim, concordo, assim como era maluquice.
E às vezes, a Fortuna favorece a loucura.
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Eu não sei como a maluquice começou a tomar conta, mas ela se alastrou de vez. Jornaleiros ficam enchendo a boca que possuem diploma, o que é uma pena. Ao invés de tirarem um diploma, deveriam ter usado o tempo da faculdade para estudar coisas que prestem, como Física Básica e Lógica, por exemplo.
Meu RSS é lotado às vezes. Nem sempre tenho tempo de ler tudo. Às vezes, eu leio e me interesso sobre algo que eu possa postar. Salvo o atalho muitas vezes no dropbox, para falar sobre (o que na maioria das vezes não acontece, dado o tempo ou outro assunto melhor). Assim, só hoje que eu vi um artigo do The Economist do dia 19/10, falando sobre como as coisas na Ciência andam mal.
Eu já postei aqui sobre museus de Ciência, em que
Então, amigos, vocês que nos acompanharam durante o 1º (e único) Vale-Tudo de Deus (vulgarmente conhecido como
Eu vivo dizendo que o Brasil está na Era Pré-Científica. Nós não voltamos à Idade Média. A bem da verdade, nunca saímos dela. Antes, Andreas Vessalivs tinha que pegar corpos escondido para estudar anatomia, porque o tosco do Galeno teve que usar cadáveres de animais, pois estudar o corpo humano era proibido, tabu, sujeito a pena de morte. Daí, Galeno escreveu um monte de bobagens que duraram séculos, como os humanos terem fêmures curvos, mandíbulas divididas em duas etc.
Normalmente, as modernas tecnologias procuram trazer o mundo até nós. São óculos de realidade virtual, luas, roupas etc. Mas, e se fosse o contrário? E se você pudesse manipular objetos como se ele estivesse na sua frente. Não com garras, mas exatamente com a forma da sua mão? Bem, o pessoal do Instituto de Tecnologia de Massachusetts conseguiu.
O "Efeito Cheerleader" foi cunhado pelo personagem Barney Stinson, da sitcom "How I met your mother". É uma expressão muito legal e uma sitcom que deve ser excelente, mas que meus neurônios se recusaram a ver (a bem da verdade, não gosto de sitcoms, por insistirem em colocar disco de risadas, duvidando que eu seja inteligente o suficiente para entender quando devo rir). De acordo com o personagem, cheerleaders só parecem ser bonitas porque estão em um grupo, mas se fôssemos examinar uma a uma, veríamos os defeitos de cada uma delas. Será verdade?
Você pode ser malvado, ruim, pérfido e cruel. Pode chutar a bunda de velhinhas e beber um litro de vodka de uma vez. Mas você nunca – NUNCA – serão tão macho quanto o Rato-gafanhoto, um roedor da família Cricetidae, gênero Onychomys , que entre várias espécies, temos o Onychomys torridus, cujo tamanho não passa de 12,5 centímetros.