Designers sempre inventaram moda. Estamos acostumados a ver insanidades como o BioLamp e o Plantbook. Só que enquanto hoje os frescurentos designers inventam besteiras para salvar o mundo, antigamente os mesmos designers existiam para tentar destruir tudo, mesmo porque, guerras sempre foram algo muito rentável e Da Vinci ganhou mais dinheiro projetando armas do que pintando a Mona Lisa.
Inventar coisas malucas nunca foi coisa do século XX. Há muito tempo, numa Europa muito atrapalhada, uma turminha de designers aprontava 1001 confusões, enquanto desenhavam armas incríveis, como gatos com bombas amarradas nas costas do barulho e…
MAS HEIN?????
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Há casos em que é difícil de determinar o maior culpado quando todo mundo parece estar errado. Num caso que aconteceu em Goiânia, fica evidente o quanto as pessoas são burras, estúpidas, imbecis e totalmente idiotas, enquanto os maravilhosos serviços públicos de saúde mostram a extrema competência que não possuem, aliados ao descaso de "profissionais" que alegarão muita coisa, menos o que são: incompetentes.
Se você tem o mínimo apreço por Ciência, não existe uma segunda opção para escolher a Primeira Dama da Pesquisa Científica a não ser
Eu vi uma pergunta no twitter interessante. Dado o poder da Estrela da Morte, seria possível ela destruir um diamante? A pergunta nem foi pra mim e sim pro Átila Iamarino, um dos responsáveis pelo canal
Enquanto estou sentado no meu trono, contemplando o Universo e todos os meus domínios, fico sabendo de tudo o que acontece pelos meus espiões espalhados em todas as galáxias. No reino do Absurdo, uma fração do mundo de Qward, no universo de anti-matéria (também conhecido como "Brasil").
Eu já fiz modelos do Sistema Solar quando era criança. Hoje em dia, é difícil isso acontecer, pois ele não contextualiza sistematicamente os vieses sócio-culturais de populações ribeirinhas, nem discute temáticas problematizadas da moderna conjuntura sociológica. nos acostumamos com o que vem nos livros e pronto. Muito mal a "professora" falará mais sobre isso do que uma ou duas aulas, já que há muito conteúdo a ser dado, nem que seja de forma rápida, errada e com muito pouca importância e/ou interesse.
A mulher em pânico é trazida para a enfermaria. Ela lutava, mesmo com sua enorme barriga, prestes a dar a luz. Ela se recusa a entrar e a enfermeira passa trabalho para contê-la. Outra enfermeira chega, mas a mulher escapa e se ajoelha perante o homem que está à sua frente. Ela não quer morrer. O homem se abaixa e pergunta o que houve e a mulher explica que ficar ali era o mesmo que ganhar uma sentença de morte. Ele lhe diz que na outra enfermaria não havia mais espaço, mas que ele faria de tudo para que ela e o bebê não sofressem nenhum mal.
O vírus é um dos meus seres vivos favoritos, pelo simples motivo que ainda não se decidiram se é ser vivo ou apenas uma PFDP (proteína fidaputa). São seres (?) tão sem ética que não guardam nenhum respeito para com seus colegas de classe, já que existem
Eu vi o filme “Ela” (Her) e o achei ficção científica de primeira qualidade. Trata-se de um cara cuja profissão é escrever bilhetes para os outros, o tipo de emprego que será muito requisitado no futuro, dada a quantidade de analfabetos e analfabetos funcionais que andam aparecendo por aí. Parece meio como a personagem da Fernanda Montenegro em Central do Brasil, mas diferente do filme brasileiro, o personagem de Joaquin Phoenix foi bem desenvolvido.
O mundo da telepresença é algo fascinante. Você poder interagir a distância com um ambiente, mesmo estando a quilômetros dali, dá um gosto todo especial de ficção científica, mas que é realidade. Não vivemos no futuro. Vivemos um presente maravilhoso, com um amargo gosto de passado quando vemos que muita coisa não mudou há séculos.