Quando eu vejo certas coisas, eu acho que as pessoas andam lendo, ou melhor vendo, ficção científica demais. Como cientista de uma disciplina puramente experimental, olho atravessado pesquisas de campo puramente teóricas E, não. Não existe Química Teórica. Pesquisar um novo composto baseado em propriedades físicas e químicas não é química até comprovar que este composto pode existir. Mendeleyev fez um bom trabalho prevendo elementos que ainda não tinham sido descobertos, mas isso ainda não era Química.
Então, eu vejo uma matéria na Popular Science – que mais parece a versão gringa da Superinteressante de hoje – onde questionava se não vivíamos numa simulação computadorizada. Um artigo muito bom e divertido… pelos motivos errados.
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Qualquer postagem sobre mudanças climáticas acarretam sempre em algum mané perguntando como seria possível nós mudarmos o clima, que o Homem não é isso tudo e blábláblá Molion blábláblá Felício diz que não existe camada de ozônio blábláblá Jô Soares é melhor fonte de pesquisa que a Nature blábláblá. A verdade é que não só temos essa capacidade como já a fizemos com a invenção da agricultura, onde já
Caminhando pelos caminhos tortuosos desse mundo esquecido por Hades, me deparei com um artigo que questionava o impacto que a reciclagem de latinhas de alumínio traria em termos de redução de poluição atmosférica. Será mesmo que reciclar aquela latinha de refri ajuda o ambiente? Ou o problema está no nosso modo de vida?
Diz-se que a Ciência é feita de fatos, assim como uma casa é feita de tijolos. Mas assim como um punhado de tijolos não são uma casa, a Ciência não é apenas um punhado de fatos. Entretanto, o mundo tem suas peculiaridades e tais podem ser um chamariz para entender o mundo em volta. Foi o que o Museu de Ciências no Canadá fez para divulgar o seu trabalho.
Tudo bem, eu confesso: não achei que o Romário, eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2010, fosse fazer algo digno de nota. Bem, eu mordo meus dedos já que, de fato, ele propôs algo bem legal: a facilitação de importação de materiais direcionados para a pesquisa científica.
Imagine você descansando placidamente numa praia, observando as partes hipodérmicas alheias, quando de repente o futuro do passado do fim da humanidade tem início: o Apocalipse Robótico, onde várias criaturas se erguem do mar, com cascos de um brilho baço, murmurando "Morte aos humanos! Morte aos humanos! Morte aos humanos!". Imaginou? Então, vá tomar seu gardenal, essa palhaçada de apocalipse robótico é coisa de gente tosca sem imaginação
O problema das pessoas nem é a ignorância, que pode ser resolvida estudando. O problema é a burrice, em que mesmo vendo o ´[obvio à sua frente, insistem em desculpas esfarrapadas e "cientistas" de faculdade de esquina, sem um único artigo publicado num periódico decente. Enquanto os
Células solares são excelentes, mas ao mesmo tempo ruins. São excelentes por não usarem nada mais que o poder de Helios como fonte de energia e ruim pela eficiência ser tão baixa. Ressalte-se que estamos falando de gerar energia elétrica, e não simplesmente esquentar água pro seu banho. Uma das saídas seria usar a energia solar para produzir hidrogênio para queima ou hidrocarbonetos à partir de gás carbônico.
Quanto mais superior o ser vivo, menos capacidades legais ele tem. Salamandras, por exemplo, têm capacidade de regeneração, enquanto que as lagartixas apenas regeneram (e mal) suas caudas. No caso dos mamíferos, se perder um pedaço, já era! A não ser se você for um ratinho africano; nesse caso, você poderá ter alguma possibilidade de conseguir se regenerar.
O chato de brincar com o texto é que em 99% das vezes as pessoas não captam a brincadeira. Se bem que minha filha percebeu e achou muito engraçado