Amanhã, 9 de fevereiro de 2014, às 10h da manhã (horário de Brasília), teremos o 1º Hangout Cético. Vocês poderão acompanhar um bate-papo entre eu: Mestre das Verdades e o Gilmar do E-Farsas, Senhor das Farsas da Web e… hummm, isso não saiu do jeito que imaginei.
O link vocês verão amanhã, aqui numa postagem, no Twitter e no Facebook. O Gilmar também colocará, já que ele está com um 486 novinho que comprou na Santa Ifigênia.
Nós falaremos sobre mitos que circulam por aí, maluquices em geral etc. Você tem alguma sugestão de pauta? Coloque aqui nos comentários ou nos nossos perfis nas redes sociais. Participem, bando de celenterados!

Será amanhã, 09/02, às 10 horas da manhã (Horário de Brasília), mas se você for daquele preguiçoso, estará disponível no VocêTubo.
Não percam!

Em 1979, estreou um seriado chamado Salvage 1 (em português ficou como Operação Resgate). O seriado – que só teve 20 episódios – era sobre um dono de ferro-velho que teve a magnífica ideia de construir um foguete e mandá-lo à Lua para recolher o lixo espacial de lá, trazê-lo para a Terra e vendê-lo. Para isso, ele contratou um ex-astronauta e uma cientista especializada em combustíveis.
O Special Air Service (SAS) da Inglaterra tem um lema: Quem ousa, vence. Mas, claro, não depende só de ousadia. É preciso planejamento e investimento, ou seu lindo projeto corre o risco de virar míssil balístico para assustar pinguim. Nisso, hobbistas adoram criar trecos inusitados, como
Há 9 anos, o destino foi cruel para com um homem. Este homem, por causa de um rojão ,perdeu uma de suas mãos. Dennis Aabo Sorensen viu sua vida esfacelar, pois perder partes do corpo não deixa ninguém feliz, ainda mais se não estava corroído por algum câncer. Denis. Só havia o pranto e o desespero. A tecnologia tinha provido Denis de uma prótese, mas não é a mesma coisa. Não poder acariciar alguém, sentir o toque liso e frio de um simples copo, é privarmos de um dos principais sentidos: o tato.
Quando começou a vida no Universo? 1 "ano" (usando nosso padrão de contagem de tempo) depois do Big Bang? 100 anos? 25000 anos? Ou há pouco menos de 4 bilhões de anos? Não se sabe ao certo. Não sabemos nem se somos os únicos seres vivos em todo o universo. Não sabemos se fomos os primeiros ou se seremos os últimos.
Eu sempre preferi a manhã. O acordar é como um nascimento e o adormecer é como uma morte. Nascemos e morremos, morremos e nascemos. Todos os dias. haverá uma ocasião que apenas adormeceremos e não mais acordaremos. Que seja tranquilo esse dia. Os dias e as noites passam por nós e nem sempre percebemos a beleza lá fora, muitas vezes longe de nossos olhos urbanos. E apesar de eu preferir a manhã, sei que a noite está longe de ser completamente escura. Ela é vibrante com luzes que jamais imaginamos. Luzes como os do vídeo a seguir:
Vida de caçador-coletor era uma desgraça. Além de não ter mercadão para fazer compras, os humanos corriam o risco de serem o jantar de alguém. Quando aprendemos q semear e a colher, nós mudamos a História. não só nossa, mas do mundo inteiro, pois foram as primeiras pegadas humanas que se deixou no meio-ambiente, já no Pleistoceno. Agora, cientistas estudam o impacto que ocorreu quando o começaram as culturas de milho.
Sim, amigos e amigas que têm aspirações maiores do que trabalhar como balconista de loja de bombom de subúrbio. Você que sonha em ver seu filho num
Muitos de nós mal saem de casa para ver outros lugares. Quando falo "ver outros lugares" não é ir até outro bairro ou até outra cidade. Mas literalmente ver paisagens esquisitas, exóticas e estranhas. Muitos não têm este limite, e suas vidas é caminhar pelo mundo, registrando, filmando, fotografando, vivendo! É triste saber que muito poucos estão pisando em lugares que nunca veremos, vendo coisas, sentido ambientes, olhando para céus sem poluição e coalhados de estrelas. Pelo menos, vivemos num mundo em que a tecnologia nos permite compartilhar tudo o que vivenciamos e estes aventureiros não precisam longos e tediosos anos para publicar um livro. Eles nos levam em sua viagem, trazendo vídeos como este a seguir.
Eu gosto de ficar olhando para o céu. Quando não há uma nuvens, e eu posso ver as pequenas estrelas em quantidade brilhando tenuemente, posto que a iluminação urbana impede que o brilho das outras seja visto também. Não vejo uma coisa daqui: o Solar Dynamics Observatory, um observatório em órbita dinâmica que fica de olho no Sol. O SDO vigia o Imperador do Sistema Solar. Ele nos traz muitas imagens, mas por uma simples ocorrência de geometria e óptica, acontece da órbita da Lua passar na frente das câmeras e aí, o que é captado é isso: