Bebidas energéticas são aquelas que fazem tudo, menos lhe dar energia. No máximo, lhe deixa ligadão por causa da cafeína, mas, efetivamente, o que lhe daria energia são carboidratos. No caso do Red Bull, a quantidade de carboidratos por 100g soma-se 13g, com 45 kCal, com 13g de carboidratos. A Coca-Cola tradicional tem, na versão de 200 mL, 21g de carboidratos (10,5g por 100mL) e 85 kCal (42,5 por 100 mL). Mas aí vem a cafeína, um alcaloide que se liga no seu cérebro feliz da vida, além de estimular o coração aumentando a sua capacidade de trabalho, produzindo também dilatação dos vasos periféricos. Segundo o FDA (Food and Drug Administration) 34 mortes foram atribuídas às bebidas energéticas, e elas estão ainda sob investigação desde 2014.
Uma nova pesquisa voltou a investigar isso, e concluiu que bebidas energéticas estão causando distúrbios cardíacos potencialmente fatais, mas te um detalhe: Estas ocorrências não são explicadas pelo alto teor de cafeína nessas bebidas.

Vamos ser honestos. Trabalhar é chato. Trabalhar cansa. Trabalhar impede de fazermos e termos aquelas que gostamos, mas que só podemos pagar por elas mediante o dinheiro que ganhamos com trabalho. O cansaço quando trabalhamos ou estudamos acaba deixando nosso cérebro zuado, com nossa memória indo pro ralo.
Vacinas são muito importantes, mas ela têm um sério problema no tocante a armazenamento. Em capitais, nem tem problemas de acondicionamento, pois é fácil ter à disposição geladeiras para conservação em baixas temperaturas, mas em locais miseráveis, afastados, inóspitos e esquecido por todo mundo, como Sudão do Sul, Tanzânia e Paquetá?
Pesquisadores tem que entregar seus trabalhos e publicações em determinados prazos. Eles não podem deixar de publicar, seguindo a receitinha “publish or perish” (publique ou se foda, em tradução totalmente livre e sem noção). Daí, sempre voltam à receitinha de tentar dar algum sentido científico em programas de TV, filmes blockbuster ou histórias em quadrinhos. Como a onda da vez é Vingadores Ultimato, pesquisadores da Universidade Binghamton concluíram que heróis como o Capitão América são obesos.
Deixe-me checar aqui. Cura do Alzheimer? Não. Novo tratamento do autismo? Também não. Dá pra substituir remédios pela alimentação? Não, nad disso. O que estaremos publicando hoje. AH, SIM!
Sentir dor não é uma coisa legal. Ninguém gosta de sentir dor (nem mesmo sado-maso, pois eles escolhem o tipo de dor que querem sentir). Sendo assim, tomar analgésicos é uma excelente pedida; mesmo porque, sentir dor não é normal. O problema começa quando você toma o analgésico mas não investiga a causa da dor. Dor não é doença, é sintoma, e sinal que algo está errado. O segundo problema é que as pessoas escalonam o uso de analgésicos até aqueles pancadões que causam dependência, mesmo quando a pessoa já não tem mais a doença, mas mantém o hábito de tomar os remédios.
Jovem é um grupo de seres que só farão algo que preste no Universo quando acabarem. Anti-vaxxers são criaturas imbecis. Fanáticos religiosos são criaturas retardadas. Quando junta tudo, temos o supra-sumo da estupidez em níveis galácticos. Um exemplo é um retardado chamado Jerome Kunkel. Esta cavalgadura é jovem, crente fanático, anti-vaxxer e… bem, é crente fanático e anti-vaxxer. Não tem como piorar! (ter, tem, mas aí ele teria que ser o Carlos Bolsonaro). A toupeira se recusou a tomar vacinas, foi suspenso da escola em que estudava e, por causa disso, foi suspenso, ficou putinho e meteu a instituição no pau. Ele perdeu.
O câncer de intestino é um câncer bem sério (para padrão câncer, já que todos os casos de câncer são sérios). Ele abrange tumores no intestino grosso, nas regiões do cólon, reto e ânus; e, por isso, também é conhecido como câncer de cólon e reto ou colorretal. É um matador severo, sendo a estimativa de novos casos de 36.360 (17.380 homens e 18.980 mulheres), ficando o número de mortes na casa de 16.697; sendo 8.163 homens e 8.533 mulheres (
Infecções não são brincadeira, mas do jeito que andam as coisas, é pior ainda quando pessoal usa antibiótico como, bem, como brincadeira. Já falamos várias vezes como o uso indiscriminado de antibióticos acarreta em superbactérias, aquelas bactérias hiper-resistentes do mal que não são mortas facilmente com algo mais fraco que uma GAU-8 Avenger. O problema então é saber: QUANTO dar de antibiótico e QUANDO é hora de parar?