
Vemos hoje uma correria por conta do coronavírus. Vemos o quanto nosso sistema gerencial não está apto para lidar com catástrofes. Se as ambientais, daquelas que acontecem todo ano (vocês sabem, as chuvaradas em janeiro alagando tudo e causando enchentes, por exemplo), já são difíceis de serem administradas, para no ano seguinte acontecer a mesma coisa e a mesma falha de atuação, causando o que sempre causa (mortes e mais mortes), imaginem algo que não foi esperado.
Com o nosso sistema emergencial precário, com uma pandemia descontrolada (eu nunca vi pandemia controlada, mas vai ficar assim mesmo), olhando pro que temos produzido até agora, fica a pergunta: aprendemos alguma coisa com isso? Nós realmente aprendemos a lição?


Porcos são animais ótimos, criaturinhas fofinhas, meigas e deliciosas. Só um animal alçado à divindade seria capaz de nos dar o nosso amado bacon. Um bichinho querido assim precisa ter alimentação adequada. Se ele se alimenta direito, nossa refeição ganha mais sabor. Uma das teorias vigentes é que porcos que se alimentam com refeições ricas em cobre acabam gerando uma carne mais saborosa, já que o referido metal parece aumentar a capacidade dos porcos de utilizarem gordura após a absorção, resultando em maior utilização de energia de toda a dieta.
No filme Sem Limites, o loser toma uma pilulinha que o deixa bem mais inteligente, fazendo com que preste mais atenção nas coisas e seu cérebro comece a trabalhar a mil por hora. Claro, parte disso é ficção. O melhor mesmo seria uma mutação genética induzida para lhe deixar que nem o Líder, né?
Sim, todo mundo está dando a máxima atenção ao corona. Não implica, entretanto, que não noticiemos formas de detecção de outros agentes infeciosos. Um exemplo disso é um pequeno dispositivo que pode detectar rapidamente bactérias nocivas no sangue, permitindo que os profissionais de saúde identifiquem a causa de infecções potencialmente mortais e combatam-nas com medicação de forma a mandar aqueles seres do Inferno pra vala.
Eu adoto o jornaleirismo. Pessoal corre pra noticiar alguma bobagem e por pura ignorância escreve mais bobagens ainda! Um exemplo disso é o Mashable, conhecido por trazer matérias dedicadas a jovens, sendo o próprio Jovem do jornaleirismo. É tipo ser a Superinteressante da Superinteressante.
Eu tenho um blog, e o curioso é que o que menos faço nele é aquilo para o qual blogs foram feitos: falar do seu dia, de suas experiências. Mesmo porque os weBlogs eram para ser diários virtuais, que que você escreveria, bem… seu diário. Acabou virando muito profissional e com artigos e modo de se trabalhar como é o caso do WordPress. Bem, eu posso fazer isso de vez em quando, saindo da programação normal.
Estamos num momento sério, mas não precisamos cair para o desespero. Não, não estou falando da “histeria” no sentido que a cavalgadura presidencial está dizendo, mas que está sentindo a água bater na bunda. Histeria de sair correndo comprando tudo e vendo os estoques de comida e álcool-gel acabando. Algumas pessoas realmente estão perdendo a noção.
Pessoal tem me pedido o máximo de atualizações sobre o Corona Virus. Eu faço o que eu posso, mas estou evitando de postar aqui por um motivo simples: essa não é minha área de expertise. Eu tenho que ler o trabalho, procurar as referências, lê-las, verificar se eu entendi corretamente, escrever um artigo de maneira de fácil compreensão e publicar. Isso consome tempo, enquanto a imprensa tem uma legião de repórteres en5trevistando especialistas como médicos, geneticistas, biólogos etc. Aceitem sempre a informação de primeira linha, que eu procuro repassar no Twitter na medida do possível.
Estamos aqui, ilhados, observando as loucuras do mundo, que está beirando filme do Mad Max. Enquanto o Coronga está ganhando dois continentes à sua escolha, mais a Oceania, eu busco informação de qualidade, ou nem tanto assim. Desde gente estudando andares esquisitos, até coo deter a propagação de vírus pelo ar. O que será que vimos esta semana?