A ressonância magnética foi um dos grandes achados em termos de tecnologia de medicina diagnóstica. Desde a década de 1970, a ressonância magnética ajudou milhões de pessoas a saberem o que anda rolando dentro delas. O problema é que é um aparelho muito, mas muito grande. Tudo bem que conheço casos em que algumas senhoras um tanto avantajadas não couberam em aparelhos de ressonância magnética convencionais e acabaram tendo que ir no Jockey Club para usar aquele aparelhão gigantão que examina cavalos. (não estou inventando)
Mas e o contrário? E quando precisamos de mobilidade? Não dá pra ficar carregando um aparelho de ressonância magnética (antigamente, eram chamados aparelhos de Ressonância NUCLEAR Magnética, mas mudaram o nome porque parece que “nuclear” não pega bem). Bem, deram um jeito de miniaturizar o aparelho.
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Você acha que tudo que é natural não pode te prejudicar, e que a Natureza guarda a cura de tudo, certo? Está aí se enchendo de chazinho da Vovó, crente que está indo de vento em popa no caminho para o emagrecimento, certo? Bem, tenho más notícias: alguns pesquisadores que não ligam pra sua avó e nem pros chazinhos dela resolveram fazer a primeira revisão global de fitoterápicos para perda de peso em 19 anos.
Com a quantidades de coisas que surgem diariamente nas suas redes sociais, é bem possível que alguns dos textos que eu escrevi tenham passado batido por você. Percebi que muitos não leram algo que eu postei 2 ou 3 dias antes, simplesmente porque não viram. Sendo assim, eu resolvi agora postar um resumão do que postei na semana. Isso ajuda em dois momentos:
Estamos muito preocupados (olhem pra minha cara como estou preocupadíssimo) sobre como estamos destruindo o mundo. Claro, muitas pessoas resolveram fazer alguma coisa, daí o que correram pra fazer? Proibir canudinhos, aqueles canudinhos com menos plástico do que sachê de catchup, que continha sendo usado. Resolveram que não era o bastante, mas as sacolas, essas sim, vão destruir o mundo. Depois os copinhos descartáveis. Agora tá rolando problema nos EUA pois querem proibir o copinho e isopor, já que isopor é feio, tosco, destrói o meio ambiente e é reciclável, mas vamos ignorar esta parte.
Para princípio de conversa, quando você fala “eu esbou bripado”, não, amiguinho. Muito provavelmente você estará com um resfriado, é outro tipo de doença. As Influenzas, sim, são gripes, e os sintomas, apesar de parecidos, não têm nada a ver com resfriados. Claro, a Natureza está a fim te sacanear, logo, não existe um tipo apenas de gripe, mas três: A, B e C. No caso da Influenza B, também chamada de “Gripe B”, e é causada pelo vírus influenza do tipo B (duh!), os principais sintomas são febre alta (sim, acima de 38°C), dores musculares, dor na garganta, dor de cabeça, tosse, fraqueza de um modo geral, coriza (quando seu narigão fica escorrendo como uma cachoeira), congestão nasal, náuseas, vômitos e diarreia. Quer coisa mais fofa? E você já deve estar sentindo os sintomas. Bem, procure um médico e não, não adianta chá de limão. O ideal mesmo é você se vacinar nas campanhas anuais de vacinação. Vai por mim, você não quer pegar esta bagaça!
Vocês já devem ter notado que eu adoro noticiar coisas que envolvam novas tecnologias para a fabricação de próteses mais eficientes, mais baratas e, raramente, mais eficientes e mais baratas no mesmo pacote. Bem, toda tecnologia em seu estado inicial é cara, cujo preço só vai barateando ao longo do tempo. Ainda assim, é legal acompanhar o que se anda pesquisando por aí.
A todo momento, imprensa corre para noticiar novas maravilhas dos “medicamentos à base de maconha”, que não necessariamente é da Canabis sativa, e sim outras espécies, daquelas sem altas concentrações de tetrahidrocanabinol, também conhecido como THC (a molécula que deixa doidão), de preferência focando em substâncias específicas, como as do grupo canabdiol. Não, fumar o jererê não lhe fará mais saudável, e agora vem aquela pesquisa que vão esbravejar dizendo que é financiada pela Big Pharma (a Big Pharma que pesquisa os canabdióis, tão amados pelo pessoal que odeia a Big Pharma).
Assessoria de imprensa é uma coisa triste em todos os lugares, mesmo em universidades e órgãos não-governamentais. A gente vai ler uma informação e dá de cara como algo que envelhecimento afeta a saúde de pessoas mais velhas, e em outro lado dizendo que isso é preconceito. Eu fico confuso.