
Os livros devem nos lembrar o quão burros e tolos nós somos. Eles são a guarda pretoriana de César, sussurrando enquanto o desfile ruge pela avenida: “Lembre-se, César, você é mortal”. As coisas que você procura estão no mundo, mas a única maneira que um sujeito comum verá noventa e nove por cento delas é em um livro.
– Ray Bradbury. Fahrenheit 451
Este não é um artigo sobre o Alcaide. Não é algo sobre o Senhor Feudal das terras com a Morada do Homem Branco. Vocês passaram o dia todo sabendo sobre isso. No máximo, taqui o link. Sim, o autocrata da cidade determinou que uma história em quadrinhos violava a moral e os bons costumes. Mandou seus “representantes” para verificarem e, se necessário fosse, para tomar as medidas cabíveis.
E sim, esta é a SEXTA INSANA!
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Dizem que a maior artimanha do Diabo foi convencer às pessoas que ele não existe. Pelo visto, o padre Arturo Sosa Abascal está quase indo por este caminho. Sendo um padre jesuíta, seguidor do fundador Ignácio de Loyola, que de pio e santo não tinha nada (na verdade, ele tinha organizado um grupo paramilitar com mercenários e ofereceu seus serviços ao Vaticano para combater aqueles hereges protestantes. E não foi para catequisar aquela gente!), Abascal está bem ciente de suas obrigações. Ele é o Superior-Geral da Companhia de Jesus e não tem tempo para esses lances de encapetamentos.
Existe gente burra. Existe gente idiota. Existe gente canalha. Existe gente mal-intencionada. Somem tudo isso e temos político brasileiro (antes que vocês comecem, isso é válido para quaisquer políticos de todos partidos. Ceticismo.net não defende nenhum desses parasitas, não passando de uma horda de desclassificados). 
Eu sempre achei que vegans eram hipócritas. Todos eles dizem defender animais, mas sempre têm uma latinha de Baygon em casa. Alguns falam que “ain, mas aí é pruque musquito traz duenssa, né?”. Isso é uma saída tosca. Se é pra ser vegan, tem que ser como o Aymeric Caron, um ativista que defende que mosquito também é gente (ou algo assim), e que deveríamos, não só evitar de mata-los, como dar um pouquinho de nosso sangue para a pobres mamães mosquitas, como uma forma de doação de sangue para a vida. 
Todo dia estamos em contato com insânias, disparates, despautérios e totais loucuras vindos dos
Uma das coisas que mais ocupam o tempo dos professores durante as aulas é parar para dar esporro por causa da zueira tocada pelos alunos. Isso é extremamente irritante e estressante, quando o tempo deveria ser para ensinar. No mundo real, apenas ¼ desse tempo é para efetivamente ensinar, salvo se você anda drogando seus alunos, usando de hipnotismo ou coloca uma Magnum .44 sobre a mesa e diz “Do you fell Lucky, punk? Do ya?”
O Brasil é um país tosco que vive na Era Pré-Científica. Aqui rezadeiras ganham comendas, índios mágicos são contratados para controlar o tempo, universidades têm departamentos paranormais e Homeopatia é especialidade médica reconhecida. A França, assim como vários países de verdade, vai num caminho contrário do Brasil, por motivo intrínseco óbvio. A nova resolução do Ministério da Saúde é, de forma resumida, Homeopatia é o cacete, e eles não vão mais financiar ninguém vendendo água com açúcar em pílulas.
A Índia é um país peculiar. Por peculiar, eu quero dizer totalmente insano; mais até que o Brasil! O Brasil é tosco, todo mundo sabe disso, mas a Índia é diferente. Berço da Matemática como conhecemos hoje, tendo sido um dos inventores dos números, junto com os árabes (os gregos não tinham sistema de numeração próprio, por isso eram ótimos geômetras mas péssimos aritméticos), a Índia consegue feitos memoráveis, como mandar uma sonda pra orbitar Marte e acertam de primeira (vocês lembram que eu falei que eles inventaram a Matemática, né?), enquanto o Brasil não consegue mandar um Cubesat e, quando fazem, mandam um peso de papel que aqui custou 400 mil reais, já que o não pagamento fez com que ele subisse sem o software. Brasil inventou o primeiro peso de papeis em microgravidade!