Eu adoro nossa classe política. Eles são os verdadeiros representantes do povo, eleitos por sufrágio universal. Estão lá porque o povo decidiu que é o melhor pra nós, apesar de não sabermos bem o que fazem na calada da noite, naquele ambiente mal-assombrado (eu nunca vi um ambiente bem-assombrado. Vocês conhecem algum?). A primeira campanha do Tiririca dizia que ele não sabia o que se faz em Brasília e nem a população, mas ele ia contar. Bem, agora sabemos! O distinto deputado Missionário José Olimpio redigiu uma lei que proíbe o implante em seres humanos de identificação em forma de chips e outros dispositivos eletrônicos. Agora eu posso ficar descansado.
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Já passamos pelo sufrágio sofredor, no qual (re)colocamos no poder mais um grupo que aprontará mil e uma confusões e fará você se emocionar (ódio também é uma emoção). Mas lembre-se: nossos políticos não são mais malucos quanto os políticos dos outros. Um exemplo é a ideia in-te-li-gen-tís-si-ma de um determinado membro do parlamento da Nova Zelândia, berço dos Hobbits e cuja companhia aérea tem os mais maneiros vídeos de instrução (vai procurar no Google depois, estou ocupado noticiando algo, ô!).
O autismo é um dos grandes problemas da Medicina. O problema é que ainda não se entendeu direito como aquela porcaria funciona, o que faz o cérebro funcionar de modo errado, da mesma maneira que você segura seu iPhone 4. Você achava que aquilo já era ruim o bastante (apesar de gente idiota fazer Dia do Orgulho Autista, coisa que não entra na minha cabeça), pesquisadores de mais de 50 laboratórios disseram ter identificado mais de 100 genes mutantes em crianças com autismo, e pior! Nenhum deles as fará soltar jatos de energia pelos olhos ou ter fator de cura.
Nós, macacada pelada, achamos que temos órgãos muito bem feitinhos. É um engando. Nós achamos que enxergamos excelentemente bem (exceto eu, que uso óculos), mas também é um engano. Enxergamos ridiculamente mal em comparação a várias outras espécies, e se você consegue ler todas as letrinhas daquele quadro que tem nos consultórios de oftalmologia – independente de ali ter o nome do seu amigo polonês ou não – tenho péssimas notícias: é tudo criação do seu cérebro troll, que lhe ilude da maneira mais tosca possível.
São Paulo continua com falta de água nos mananciais e de vergonha na cara dos políticos. Nosso
Eu não quero, você não quer, ninguém quer morrer. Bem, tem o caso dos suicidas, mas isso é outra história. Quase a totalidade das pessoas não fica feliz com a ideia de morrer agora, CABLOFT! O que diferencia é que algumas pessoas não conseguem lidar direito com os fatos da vida (dica: eu vou morrer, mas você também vai. Get Over It!). Então, mitos, histórias e religiões surgiram para dar a esperança que há algum outro lugar depois que se vai. Vida após a morte, reencarnação etc.
Por anos eu não entendi a minha condição. Eu olhava as pessoas ao meu redor e percebi que era diferente delas. Eu não via o mundo como elas. Elas não aceitavam como eu era. Eu não podia fazer muitas coisas que os outros meninos faziam, dado a um problema que eu tenho, que eu nasci. Descobri logo cedo quem e o que eu era. Isso me deprimia. Eu queria ser igual aos outros, mas não era. Eu queria ser reconhecido como um igual, mas eu não era igual. As outras crianças perceberam e riam de mim. Estava na minha cara, não tinha como negar. Meninos e meninas apontavam para mim e riam "Lá vem ele", gracejavam. Mil e um apelidos me colocaram. Fui agredido verbal e fisicamente. E isso porque eu era diferente.
Em 2009, eu tinha publicado um artigo sobre dois pesquisadores que transformaram um celular num microscópio bem eficiente, chamado de
Uma das maiores conquistas da humanidade foi, sem dúvida, a nossa chegada em outro mundo. Quando saímos de nossa querida Mãe-Terra e chegamos na Prima-Lua, nós ultrapassamos todas as fronteiras e inauguramos novas, e uma delas é a que nos separar do restante do Universo, mediante nossa ridícula existência em termos de morfologia e fisiologia. Não podemos viver no espaço sem ajuda. Fim.
Existem muitos exercícios por aí para aumentar a sua inteligência. Se você acredita neles, realmente precisa aumentar essa sua inteligência. Agora, imagine que com uma simples terapia genética, você ficasse mais espertinho e aprendesse mais rápido. A Ficção Científica já abordou isso em diversos livros e filmes. Claro, isso não tem nada a ver com usar apenas 10% do cérebro. Você usa 100% dele, a todo momento. O que acontece é ter mais ligações sinápticas.