Sociologia é aquela ciência importante que existe para apenas formar professores de Sociologia que farão tudo para convencer que Sociologia é importante. Como eles têm pouco o que fazer, criam conceitos idiotas e um deles é o da “Geração Y”, também chamados de “Millenials” ou, como eu chamo, Geração Ydiota. Essas criaturinhas tolas e desprovidas de noção (estou falando dos millenials, mas também serve para sociólogos) são compreendidos como a geração de fins dos anos 70, anos 80. São caracterizados por terem nascidos num mundo de grandes revoluções tecnológicas. Sim, porque viver na época do uso na energia atômica é algo trivial. Até a Revolução Industrial não se compara com um carinha comprar uma bosta de smartphone para postar foto de comida.
Essa geração mimada, criada num mundo em que são protegidos de tudo para não sofrerem estão sendo lindamente darwinizados no meio de trabalho, o que não significa muito, já que sempre pode-se contar com mesadinha de papai e mamãe.
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Ser humano não é fácil! E já não era fácil antes de nos tornarmos humanos. Nossos antepassados passaram por uma longa viagem evolutiva, e a cada dia descobrimos mais alguns passos dessa viagem. Aliás, falando em passos, uma coisa que sempre interessou pesquisadores foi a origem de um de nossos membros mais importantes. Quer dizer, só a extremidade desse membro: os pés.
Tio Rem chegou de olhos esbugalhados. Não que ele não fosse sempre assim, mas parecia que estavam mais esbugalhados como de costume. Ele realmente estava assustado, tão assustado quando voltou do colégio uma vez com a quantidade de coleguinhas preconceituosos que o chamavam de “Cabeça Chata”. Ele não tinha culpa de ter nascido onde nasceu.
“Era uma vez um homem que teve um sonho: Ir até alua, colocar os pés lá e voltar em segurança”. Isso até podia ser início de algum seriado dos anos 80 (bem, quase isso), mas foi Kennedy, não por amor à Ciência ou ao espírito aventureiro, mas para mostrar pros soviéticos que se eles podiam mandar o Homem à Lua, eles podiam meter um ICBM no meio do Kremlin quando quisesse.
E mais uma vez tivemos ENEM. E mais uma vez foi uma vergonha. Menos notas máximas, numa espiral descendente. Você se surpreendeu? Seu coração é puro. Já eu, conhecedor da Realidade e como as coisas funcionam, não esperei nada diferente.
O Último Homem está indo pra casa, saindo daquele mundo que ele conhecera de perto, mas ficara tão pouco tempo lá. O Último Homem olha pro que ele tem nas mãos e sorri, mas também tem um aperto no coração. Ele sabe que não voltará mais ali. O que o Último Homem não sabia é que não só ele não voltaria mais ali, mas nenhum de seus amigos, conhecidos ou membros de sua espécie retornariam àquele mundo.
O resultado do PISA foi uma vergonha. No país que odeia Ciência, não seria outro resultado senão o fracasso. Mas quem se importa com isso? Nem os alunos, muito menos os pais. O Governo mascara resultados, políticos pouco se lixam, já que eles dão à população o que a população quer: maneiras de não se empenharem no colégio.
Fósseis são vestígios de seres vivos que viveram há muito, muito tempo. Desde um esqueletão de dinossauro até pegadas, passando por impressões “carimbadas” na rocha e até mesmo pinturas rupestres. São as verdadeiras amostras de vidas passadas que são analisadas pelo presente. Paleontólogos estudam fósseis e a sua primeira pergunta é “quando eles viveram”.
Diz um antigo, e estúpido, adágio que se você não serviu para nada, acabará sendo professor. Não é que não esteja errado, está, a não ser que você coloque pedagogos (desculpem a má palavra) na relação de professores. Os filhotes de Paulo Freire, com seus construtivismos e sócio-interanaputaquepariuismos acham que são mais professores do que os outros, sendo que foram péssimos alunos já no Ensino Médio.