O problema das redes sociais para quem produz conteúdo

Até que ponto as redes sociais são tão importantes e/ou influentes para se divulgar conteúdo? Com certeza, não parece muito, pela maneira como as redes sociais trabalham e qual o foco delas. Acham que redes sociais existem para divertimento ou interação de pessoas, mas há muito tempo eu descobri que 1) Redes sociais só querem dinheiro, mesmo. 2) As pessoas não querem interagir, só agir.

Vi um vídeo do Derek Muller, do canal Veritassium que questiona a rede do Facebook como forma de divulgar conteúdo. O vídeo pode ser visto a seguir:

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Ciência diz que Sexto Sentido e engôdo. JURA????

Qualquer pessoa com um mínimo de senso crítico (cerca de 0,1% da população, se tanto) tem sérias reservas com relação ao chamado "sexto sentido". Ele faz tanto sentido quanto o sétimo sentido dos Cavaleiros do Zodíaco, o que me faz sentir que as pessoas não anda se sentindo bem.

Pesquisadores australianos chegam agora de carrinho, com chuteira de trava de metal, demonstrando que o que parece premonição é apenas senso comum.

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Ei, moço! Ajuda nóis aí!

Bem, vocês á devem ter visto a novidade ao lado (se ão viram, limpem o cache do seu navegador). É um botão de doação. Por quê? Simples de responder: Por que não? Estamos nessa longa estrada da vida, trazendo informações para vocês, conhecimento e, claro, diversão, pois ninguém é de ferro. Eu podia usar de um lenga-lenga sobre como esse trabalho é custoso, quanto damos sem pedir nada m troca blábláblá. É apenas um botão de doação, contribui quem quiser e, melhor ainda, com quanto quiser. Se acham que o trabalho merece uns caraminguás que você encontrou atrás do sofá ou para impedir que seu marido cachaceiro torre tudo em conhaque dreher (benzo-me), que tal dar dinheiro para alguém que você ame de paixão? Depois, se sobrar, dá o dinheiro pra mim.

Quer uma desculpa melhor? Bem, esse dinheiro é pro ônibus (penso em comprar uma frota deles). Não serve? Pra minha Ferraria? Não, né. Ok, sou professor! Que tal isso?

Pense que vocês estarão ajudando o Divino Espírito Santo, que conseguirei assim retardar o Apocalipse Maia,que ajudarei a Agência Espacial Brasileira a produzir mísseis balísticos, que conseguirei arrumar sacrifícios para Kali ou manterei nossa nação livre da invasão alien no 7 de setembro.

Não há valor mínimo, mas também não há teto máximo (entenderam? Hein? Hein?), bata clicar no botão e dizer quanto quer doar. A transação é segura, pois é pelo Paypal; e mesmo que você não doe nada, pode ter certeza que continuaremos aqui, com artigos do seu interesse, emitindo opiniões que pode não ser tão interessantes assim. E se sua grana não dá para essas extravagâncias, lembrem-se que há maneiras de contribuir, compartilhando os links no Twitter, Facebook, Google Plus ou via e-mail, mesmo. Assim, pelo menos, você ajuda a divulgar o nosso trabalho

Obrigado a todos e mais ma vez um excelente 2014 a todos!

Eis-nos num novo tempo

(…) num novo ano que vai começar. Chegamos ao fim de mais um ano juntos (ou nem tanto quanto gostaríamos), em que passamos quase todos os 365 dias trazendo informações pra vocês, além de divertimento e alguns esporros. Vemos o quanto a ciência tem avançado e o quanto o Brasil tem regredido. Nós ainda acreditamos que nossa ciência ainda vai despontar, não graças a um governo idiota que gasta bilhões com estádios de futebol e merrecas mínimas com centros de pesquisa e universidade.

Ainda assim, foi um ano excelente  e eu nunca digo que foi ruim. Porque minha vida é medida em todos os momentos e não só algumas ocorrências funestas. Sim, este foi um bom ano e o próximo será melhor!

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Mais pessoas têm acesso à comida. Uma boa notícia, certo?

ERRADO!

Sim, eu sei que parece maluquice, mas essa é a realidade, que está se lixando pro que possamos pensar. A verdade é o que muitos têm cansando de falar há décadas, mas os imediatistas fingem não escutar: não basta dar comida para as pessoas. Mas, então, o que está acontecendo com o mundo?

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Cálculos Natalinos em Vídeo!

Em 2007, eu postei um artigo de brincadeira, chamado Cálculos Natalinos, onde com alguns cálculos matemáticos, mostrávamos a dor de cabeça que era ser Papai Noel e poder entregar todos os presentes. É um bom exercício de imaginação e, como falei várias vezes, eu sempre adorei natal e a figura representativa de Noelzão.

O Gilmar do E-farsas, entrou em contato com o melhor site cético do mundo. Como eles não dão bola pra brasileiro, ele preferiu vir falar comigo e se podia videalizar (mas hein?) o artigo (não, Gilmar, não vou dizer que você me chupou, pois isso pega mal). Eu me levantei, passei a mão pela minha longa barba branca e disse: Ide e pregai as minhas palavras a todos os cantos do mundo, pois eu sou Pai-Mei, digo, Jeová, digo, André. e o resultado foi:

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É Natal? Party Hard!

365 dias se passaram neste ano. Ano bom, para falar a verdade. Não sou daqueles que vivem se lamentando, vivem reclamando, vivem dizendo que o ano foi ruim, que o ano foi péssimo, que esperam que o ano seguinte seja melhor. Eu não tenho estes problemas, pois acho que reclamar – mesmo que tivesse algo errado – é perda de tempo.

Mas é véspera de Natal, e eu sempre adorei Natal. Sempre gostei dessa época, como qualquer um que me acompanha há mais de um ano sabe muito bem.

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Por que Malba Tahan jamais seria bem visto hoje?

Malba Tahan é um dos melhores exemplos do que já tivemos em termos de excelência. Vemos como nossa literatura infanto-juvenil era incrível, bem longe dos Pedro Bandeira de hoje ou, benzo-me, Ana Maria Machado. Viajamos por desertos, oásis, odaliscas, sheiks, príncipes, guerreiros, mercadores, vilões, bandidos, sultões, vizires e simples professores. ele mostra a época de ouro de nosso ensino, quando colégios públicos eram referência em qualidade. Era a época que alunos aplicados e professores bem remunerados faziam as suas partes, mas que hoje é mal visto. Aquela era a época que engenheiros davam aula e pedagogos não se metiam no processo de ensinar. Hoje, isso é apenas uma sombra perdida nas brumas do tempo, e o Homem que Calculava é algo digno de ser

Como seria Malba Tahan visto hoje?

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Grandes Nomes da Ciência: David Attenborough

O homem de cabelos brancos sobe a montanha. Chegando no topo, ele olha em volta e se maravilha. Mas, mais do que isso, ele maravilha a todos os que o observam naquele instante. O ar frio lhe enche os pulmões, ele olha de volta ao milhões que o seguem e começa a descrever tudo aquilo.

Os vivos olhos azuis faíscam, face às maravilhas e terrores que a Natureza pode trazer. O homem é David Attenborough e há décadas nos faz viajar junto com ele, pelos mistérios dos seres vivos.

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Quando os gatos se tornaram nossos amigos?

Há muitos artigos sobre cães e sua relação com o Homem, como este e este. Mas e os gatos? Tidos como arrogantes, preguiçosos e pouco afeitos aos humanos, gatos chegaram a ser considerados animais demoníacos e, por isso, foram quase totalmente aniquilados na Idade Média. Ok, disso resultou numa enorme proliferação de ratos e, de reboque, a peste negra. Parabéns, pessoal.

Uma nova pesquisa visa datar melhor a data quando gatos e homens começaram a co-existir e se você está com pressa, adianto: foi há cerca de 5300 anos. Mas você vai querer saber mais, não é?

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