Me dá náuseas quando chamam gente encerrada numa casa, com todas as regalias, sem fazer absolutamente nada, concorrendo a um prêmio milionário, de “heróis”. Não há heroísmo nisso. Não há nenhuma forma de altruísmo, pelo contrário. Heróis são quem colocam a vida em risco, que arrisca tudo visando um bem maior, como gente salvando pessoas de terroristas. E se quem salva uma vida salva o mundo inteiro, uma pessoa que salva literalmente o mundo inteiro não é apenas um herói, é algo supremamente acima de tudo isso, para o qual não há palavras nas línguas dos Homens, dos Elfos ou dos Anões.
Em 2014, eu falei sobre ele: Stanislav Petrov – o homem que salvou nossas vidas. O homem que salvou a todos nós de todos nós. Infelizmente, as notícias não são boas. Ele faleceu… em maio.
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O Paradoxo de Epicuro nos faz pensar sobre as nuances mais básicas de Deus. Onisciente? Onipotente? Onipresente? Bondade absoluta? Se colocarmos isso a 80km/h, será que dar para ficar tudo junto? Lino, do jeito que está o mundo, eu acho que não. Os preceitos acabam indo um de encontro ao outro. Aliás, nem sei por que deveríamos achar que Deus é bondoso, mas isso nem vem ao caso neste vídeo.
É muito legal ver filmes tipo capa-e-espada, com cavaleiros usando suas reluzentes armaduras, elmos, luvas, espadas, maças e cavalos (que também tinham suas próprias armaduras). Apesar desta visão romanceada, ela… bem, não direi que é falsa, pois não era, mas muito rara de acontecer. Estas armaduras eram muito caras e só nobres e ricaços poderiam pagar por elas, já que eram feitas sob medida e demorava um bocado de tempo e custava uma fortuna, e só nobres tinham as duas (mas nem todos, também). Quanto mais “rica” a armadura, com pintura, desenhos, enfeites e entalhes, mais ricaço ainda era o cavaleiro. Para guerra normal, a peãozada ia protegido com… bem, na verdade se fossem com um escudo de madeira estavam com sorte. E, claro, o nobre não ia na frente. Isso do rei em sua armadura brilhante, montado num cavalo branco, indo na frente liderando é coisa de filme, também.
A história de nossos tatatatatataravós é repleta de aventura, romance, drama e perigo. Saindo da África, nossos antepassados dominaram os quatro cantos do mundo, indo parar em todos os lugares literalmente. Pesquisas estimavam mais ou menos quando eles chegaram na Ásia e na Austrália, mas evidências arqueológicas mostram que isso pode ter acontecido muito, mas muito antes, da ordem de 20 mil anos antes. E 20 mil anos é muita coisa
Sons de passos. Um farfalhar de tecido. A senhora entra empertigada, com o torso bem moldado pelo espartilho, com uma blusa branca com babados descendo pela gola, abotoada de acordo comas normas de decoro e um vestido que assentava bem em sua cintura, como era costume de sua época. A audiência em silêncio, o movimento da cabeça faz ondular os cachos brancos que emolduram algo prodigioso. Não a beleza, que outrora tivera, mas o mais importante era o que tinha naquela cabeça.
Você deve conhecer algo sobre os cananeus, aquele povo que Jeová mandou que os israelitas aniquilassem, já que o deusão achou uma boa ideia dar a terra dos caras pra hebreuzada, com quilômetros e quilômetros de terras vazias. Obviamente, isso e mito, historinha pra boi dormir. Mas o que realmente se sabe do povo que viveu lá pelas bandas da Palestina até a Jordânia?
Aqui é Brasil, e não tem essas paradas dos Sobrenatural de Almeida agindo impunemente. Aqui fantasmas, só funcionários públicos. Monstros, só os que desviam verba. Múmias, há 300 anos no Congresso Nacional. Lobisomem? Esse não tem salvação. Passa-se o cerol!