Eu gosto quando algumas pesquisas são o puro óbvio ululante, como diria Nelson Rodrigues. Não que algumas delas não sejam necessárias. Até são, mas isso porque as pessoas são absurdamente estúpidas e insistem e fazer merda, como andar pela rua entretido com a fuça no celular.
Pensem comigo: o desgraçado vem andando pela rua, com o focinho virado pro celular e o pescoço torto. O que poderia dar de legal disso? Bem, segundo pesquisadores da Universidade Rutgers, ferimentos na cabeça e pescoço ocorridos ao andar com um celular, ou mesmo quando estão dirigindo e usando celular (o miserável além de atropelar alguém ainda pode ter dor no pescoço, mas não larga aquela bosta!)
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O Brasil tem talento pro fracasso em vários setores, mas o educacional é a cereja do bolo de merda. Ano após ano, as métricas educacionais são sempre uma vergonha, e sempre dizem “no próximo ano, no próximo ano…” e o próximo ano nunca que vem. Ou vem, com mais vergonha alheia. Estou falando isso e vocês sabem o motivo: o PISA, aquele exame bianual que se especializou em mostrar o lixo educacional que é o Brasil, um imenso atoleiro de vergonha e ridículo que evidencia o caos que reina nos colégios e em políticas inexistentes voltadas para Educação.
Existem ideias burras com má intenção, como invadir a Rússia no Inverno ou tentar assaltar um colégio em que uma das mães é policial militar de operações especiais, e existem as ideias burras com boa intenção, como responder com sinceridade quando a esposa pergunta se ela está gorda. Foi nisso que eu pensei quando vi uma pesquisa. Esta pesquisa se baseia no fato da imensa demanda por chifres de rinoceronte para fazer pajelança para resolver problemas de impotência. Dica: não resolve e ainda leva à caça furtiva de rinocerontes, causando sua extinção.
Segundo alguns youtubeiros, as pessoas devem parar de ficar em redes sociais (das que o próprio youtubeiro usa para falar suas sandices) e ler jornais. Ok, eu leio jornais, mas ler é diferente de me informar. Pelo que vejo, um monte de jornaleiros quer apenas dar views pros seus veículos, o que eu entendo perfeitamente, já que eles vivem de investidores, e investidores querem ver as métricas, que são traduzidas pelos números. Não importa que 7000 estejam xingando o seu tweet. São 7000 interações. Beleza, eu entendo isso, mas tudo tem um limite. 

Você, meu amigo fã do jererê, do cigarrinho de artista, do cigarro que passarinho não fuma. Você já tem sérios problemas (entre eles, correr para pagar o que deve ao traficante), e agora ganhou mais um de presente: fumantes frequentes de maconha têm duas vezes mais chances de sofrer um derrame em comparação com aqueles que não puxam fumo.
Paulistas, digo paulistanos, digo… ah, paulistenses! Paulistenses conseguiram São Paulo ser conhecido pela máxima SÃO PAULO PROÍBE, dada a grande tendência de lá de proibir qualquer coisa, exceto explorar o cidadão, sendo uma prova disso a criação da Bandeira 3 do táxi, já que eles são pobrezinhos e precisam ganhar mais. Ganhar mais para não gastar com IPVA, IPI e outras benesses que taxistas ganham. Agora, a nova proibição diz respeito a utensílios de plástico de uso único, como talheres, copos e pratos, mas não exclusivamente.
Dizem que quem não estuda história corre o risco de repeti-la. O mundo segue eventos cíclicos em termos de comportamento geral. Um exemplo é a onda que intercala períodos de liberou geral com o que eu chamo de “recatismo”. Alguns chamariam de “conservadorismo”, mas eu leio isso e penso “o que estão conservando?”. É uma questão de semântica, prefira o termo que quiser, não é este o assunto.
Eu não nutro nenhum amor pela religião enquanto manipuladora de pessoas e políticas. Não tenho nenhum problema com a religiosidade das pessoas. Também sei em que mundo vivemos. quando um bando de imbecis joga esses conceitos pela janela só pra fazer mimimi e se acharem relevantes, sai coisa como a ATEA. A ATEA é a Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos, tendo sido fundada por Daniel Sottomaior (já andamos discutindo no passado. Ele não gostou de ter sido chamado de “fanático religioso do ateísmo”. Bem, quem se importa?). Este grupo diz que prega pela laicidade do Estado, o que eu concordo, mas não concordo com o modo retardado que estes idiotas fazem para “defender” o que seguem.