Próxima maluquice: 4 de abril será o “dia sem gravidade”

Eu não sei de onde tiram tanta maluquice. A besteirada de agora é que no próximo dia 4 de abril será o dia de Gravidade Zero (ou Zero G Day). Neste dia, por causa de um alinhamento planetário que nunca aconteceu antes (<— sarcasmo), as forças gravitacionais estarão em equilíbrio, anulando-se mutuamente, fazendo co que tudo comece a flutuar.

Com a maluquice generalizada voando alto, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Jogos, frescos e o politicamente idiota

O mundo tem que ser azulzinho (ou rosinha, para não ofender a brigada dos direitos iguais). As pessoas andam tão paranoicas que tudo é motivo para não dar motivo ao pessoal mimizento de reclamar, como coisa que eles pararão de reclamar.

Agora, o pessoal do politicamente "vamos encher o saco com coisas sem sentido" começa a reclamar de estereótipos em jogos ("game" não consta no vernáculo. Sorry… ops!).

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Uma carta ao mestre, com carinho

Eu creio que a parte mais emocionante do primeiro episódio da nova série Cosmos, apresentada por Neil deGrasse Tyson, é o relato dele quando conheceu Carl Sagan. Os olhos de Neil faiscaram ao se lembrar do homem que Carl Sagan era, a ponto de oferecer sua casa para o jovem Neil, com então 17 anos, passar a noite, caso não houvesse ônibus por causa da nevasca.

Neil escreveu uma carta a Carl, com a dedicação e apreço que um padawan se dirigiria ao mestre Jedi. E esta carta diz:

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Nas margens do Oceano Cósmico, eu sentei e chorei

Eu vi Cosmos ontem. Não quis ver em streaming, não corri para ver assim que apareceu para baixar (sim, baixei. Chama a Polícia Federal aí, anda!). Cosmos não é como uma série qualquer como CSI. Séries assim são que nem cerveja, pode-se ver a qualquer hora, em qualquer lugar, sem precisar de motivo. Cosmos é um vinho fino, digno de ser saboreado com uma companhia especial, à luz de velas e o crepitar da lareira ao fundo. Cosmos é tudo o que houve, tudo oque existe e tudo o que haverá. É algo que nos esmaga frente à sua grandiosidade do sabor de uvas bem colhidas e a sensibilidade de um delicado copo de cristal.

Cosmos sou eu e você.

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Gatos do Mal eram armas para alemães no século XVI. Ou quase.

Designers sempre inventaram moda. Estamos acostumados a ver insanidades como o BioLamp e o Plantbook. Só que enquanto hoje os frescurentos designers inventam besteiras para salvar o mundo, antigamente os mesmos designers existiam para tentar destruir tudo, mesmo porque, guerras sempre foram algo muito rentável e Da Vinci ganhou mais dinheiro projetando armas do que pintando a Mona Lisa.

Inventar coisas malucas nunca foi coisa do século XX. Há muito tempo, numa Europa muito atrapalhada, uma turminha de designers aprontava 1001 confusões, enquanto desenhavam armas incríveis, como gatos com bombas amarradas nas costas do barulho e…

MAS HEIN?????

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A foto da primeira dama da Ciência não é a primeira dama

Se você tem o mínimo apreço por Ciência, não existe uma segunda opção para escolher a Primeira Dama da Pesquisa Científica a não ser Madame Curie. Só que essa aqui da foto ao lado, presente em vários livros, publicações, selos etc não é Mme Curie. Sim, eu espero você colocar o queixo no lugar enquanto diz "Ops!".

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Grandes Nomes da Ciência: Ignaz Semmelweis

A mulher em pânico é trazida para a enfermaria. Ela lutava, mesmo com sua enorme barriga, prestes a dar a luz. Ela se recusa a entrar e a enfermeira passa trabalho para contê-la. Outra enfermeira chega, mas a mulher escapa e se ajoelha perante o homem que está à sua frente. Ela não quer morrer. O homem se abaixa e pergunta o que houve e a mulher explica que ficar ali era o mesmo que ganhar uma sentença de morte. Ele lhe diz que na outra enfermaria não havia mais espaço, mas que ele faria de tudo para que ela e o bebê não sofressem nenhum mal.

O homem alto e calvo não conseguiu cumprir sua promessa. A mulher morreu de febre puerperal, o homem ficou no canto, consternado por não ter cumprido sua promessa, mas seu legado contaria uma história diferente. Este homem era Ignaz Semmelweis

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As assassinas unicelulares de mamíferos indefesos

A história da Vida na Terra é uma historia de assassinos, silenciosos ou não. Desde meteoros até inundações. De terremotos até ação humana. De vulcões até… algas? Sim, algas. E alguma coisa estava clara que não ia dar certo quando muitas baleias começaram a morrer.

Hoje, cientistas olham desolados para um assassinato de milhões de anos; e na busca da verdade, eles se deparam com vários suspeitos… inclusive um que não despertava a menor suspeita.

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Tenha o seu Mini Museu em casa. Sim, vais ter que meter a mão no bolso

Eu sempre gostei de museus. A cultura de milênios à sua disposição. Uma história da vida na Terra de BILHÕES de anos. Tudo ali, em armários, cristaleiras, vitrines ou bem na sua frente, podendo até ser tocado (ou não, na maioria dos casos). O problema, entretanto, é a gente ir pra casa, sem poder levar nada daquilo de lembrança. No máximo, se comprar na lojinha (o que não é a mesma coisa, já que um meteorito não é a mesma coisa que uma camiseta com desenho custando quase 100 merréis).

Não seria legal ter uma pequena amostra do que tinha lá no museusão? Que tal ter algo em cima da sua mesa, para tentar impressionar seus parentes, que não darão a mínima, mas mesmo assim você achará o máximo?

SEUS PROBLEMAS ACABARAM!

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Os males do movimento anti-vacina

O problema do Brasil é importar o pior das outras culturas. Aqui não imita a gentileza e cordialidade de outros países. Deixem uma pilha de jornais aqui e em 5 minutos, não ficará nem o banquinho, para termos alguém vendendo-os na esquina seguinte ou, pior, só para jogar fora mesmo. For the lulz! Aqui não é a Suíça onde se pegaria o jornal, deixaria-se o dinheiro e pronto. Importamos os hooligans da Inglaterra, em troca, Agora temos um tímido, mas crescente, número de pessoas que são contra vacinação. Sim, nós pegamos os anti-vaxxers dos EUA. Já tivemos isso aqui uma vez e não deu em boa coisa, imitando o que acontecera quando Edward Jenner implantou vacinações.

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