Há muita notícia falsa aí. Isso é uma pouca vergonha, com gente inventando bobagens que não existem para ganhar hits, clicks e compartilhamentos. Qualquer um que invente essas besteiras deveria entrar na porrada. É toda hora aparecendo gente que filmou discos voadores, com a qualidade digna de ter sido filmado com uma batata. Ou o pessoal que filmou o ET Bilu.
O pior que, sim (por incrível que pareça), existem pesquisas sérias sobre Astrobiologia e estudos sobre objetos que aparecem pela atmosfera e VOSH, desaparecem. Bem diferente daqueles charutões voadores, feitos com After Effects comprado em camelô.
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Achou que não apareceria mais, né? Taqui, a sua seção favorita. É a minha também, apesar de não deveria existir. Mas o que posso fazer se ainda tem gente burra o suficiente que insiste em escrever bobagens sem sentido? Aí eu faço o que? Sou praticamente obrigado a colocar este artigo, mas não sinto prazer ou satisfação. Sou uma pessoa pura que quer tentar fazer o máximo de amizades com essas criaturas pouco providas de inteligência.
Fósseis são vestígios de seres vivos do passado. Estudar fósseis é como uma viagem no tempo por uma Terra desconhecida, é entender nosso passado, e compreender o quão frágeis são os seres vivos, que podem desaparecer completamente, sem deixar vestígios, já que os processos de fossilização são muito difíceis.
Contam os Antigos que no início havia apenas Obatalá, o Senhor dos Céus, e Odudua, a Senhora da Terra. E esses se casaram e dessa união nasceram Aganju, que a ele foi designado ser o orixá dos vulcões e desertos, e Iemanjá, senhora dos mares e oceanos. E conta-se também que Aganju e Iemanjá se casaram, e tiveram um filho, Orungan. Orungan, como em qualquer tragédia, apaixona-se pela própria mãe e, aproveitando a ausência do pai, deitou-se com ela. Desta união, que muitos dirão ser incestuosa, mas orixás não prendem à moral humana, nasceram quinze orixás, e a cada um foi atribuído uma função. Uma orixá recebeu o nome de Oyá, deusa do rio Niger, senhora das tempestades, que com sua alfanje e cauda de animal entra em campo de batalha. E Oyá recebe um título de Xangô, seu amor: Iansã, “Senhora do Céu Rosado”. Oyá é guerreira, Oyá não recua. Oyá não teme o inimigo. Oyá corre para enfrentar o seu destino.
Bactérias são uma constante em nossa vida, seja para o bem ou para o mal. Algumas bactérias são patogênicas e isso significa que fazem um mal desgraçado. Vírus não são nada perto de uma bactéria daquelas bem motherfucker. A nossa pele está lá, cheinha de bactérias, sendo que larga maioria pode viver na pele humana sem prejudicar o hospedeiro, mesmo porque isso seria uma atitude burra do parasita, e nós sabemos o quanto tudo foi divinamente planejado, né?
Eu aprendi muitas coisas com Jurassic Park. A primeira delas é que pessoal de Exatas sempre tem razão, ainda mais quando o Matemático-Mosca falou que trazer espécies extintas de volta à vida pode não ser lá uma boa ideia. Deve ser por isso que quando vejo a notícia de cientistas querendo clonar espécies que já foram para vala evolutiva porque… bem, a única explicação aceitável é que, sei lá, seria muito maneiro?
Eu já tinha postado aqui sobre as grandes quantidades de gás carbônico (CO2) sendo dissolvidos nos oceanos acarreta em grandes problemas. Isso porque o equilíbrio se desloca e forma-se ácido carbônico (H2CO3),e causa muitos problemas, como a
Ser humano não é fácil! E já não era fácil antes de nos tornarmos humanos. Nossos antepassados passaram por uma longa viagem evolutiva, e a cada dia descobrimos mais alguns passos dessa viagem. Aliás, falando em passos, uma coisa que sempre interessou pesquisadores foi a origem de um de nossos membros mais importantes. Quer dizer, só a extremidade desse membro: os pés.