As pessoas sempre vêm no pacote completo (e por que isso pode ser problemático)

Alguns anos atrás, em um blog já falecido e ressuscitado e falecido de novo, meu irmão espiritual Cochise César escreveu sobre como as relações entre as pessoas na internet mudou nos últimos anos. Ele contava de como os fóruns de discussão eram organizados em torno de temas. Você gosta de pokémon e conversa com outras pessoas que também gostam de pokémon. Mas há uns 10 anos inventaram um negócio chamado rede social. Nas redes sociais você se relaciona com pessoas, não com temas. E é aí que surge o problema.

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Bandidos, policiais e a insegurança que nos segura

O caos abraçou a frente da Catedral. O homem armado com um revólver mantinha uma mulher como refém nas escadarias. Outro homem chegou, um morador de rua. Ele queria salvá-la. O samaritano empurrou o meliante, este caiu, mas conseguiu usar a arma para acertar o samaritano, que caiu, tombou. 2 tiros tiraram-lhe a vida. A mulher escapou, mas a policia chegou, ciosa dos seus compromissos em proteger a população, e encheu o sequestrador de tiros.

Isso não é roteiro de um filme. Não é uma novela. É a vida real, e aconteceu hoje, em frente à Catedral da Sé, em São Paulo. Duas pessoas morreram. Um criminoso e um cidadão comum. Mais um dia violento, mais um início de final de semana problemático. Mais uma SEXTA INSANA!

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Mostrar o menino afogado era mesmo necessário?

A Síria já anda em clima de terror que nem Stephen King seria capaz de descrever. Isso não começou agora, mas está tomando dimensões cada vez piores, embora não tão alarmantes para alguém tomar uma atitude. A não ser que as ações da ONU e suas cartas bem sérias seja fazer algo. Na quarta-feira, as Interwebs ficou em polvorosa por causa da foto de um menino morto, junto com tantos outros refugiados que tentavam sair daquele Inferno na Terra chamado Síria. Uma imagem chocante, horrível, triste, desesperançada e impactante. Todos rangendo em lágrimas, rasgando a roupa e criticando a imprensa ou dando parabéns pela coragem.

Mas essa foto era mesmo necessária?

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Pragmática: usando a linguagem no mundo real

Amiguinhos e amiguinhas!

Seguindo a nossa introdução aos estudos linguísticos, hoje vou falar de algo MUITO importante, mas que muito pouca gente leva a sério… O uso da língua.

Conhecer uma língua não é só conhecer as palavras (léxico), como pronunciá-las (fonética/fonologia), como combiná-las em frases (sintaxe). Você também precisa conhecer o uso da língua, no dia-a-dia. Essa é a parte mais difícil de se adquirir ou aprender uma língua (há diferenças, um dia eu explico).

Conhecer o uso de uma língua significa: saber usar as coisas no contexto certo, saber identificar contextos, saber usar expressões idiomáticas, gírias, arcaísmos, memes, tecnicismos… Ou seja, coisas que a gente não aprende nem na escola nem no dicionário nem na gramática, mas no dia-a-dia mesmo da interação social.

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Sobre a Ciência e seus métodos

Não é um vídeo falando com detalhes do Método Científico. É apens uma reflexão sobre os mesmos e o quanto são importantes. Nada muito detalhado, mas que eu queria gravar assim mesmo. Chamem de vaiade, se quiserem, pois tudo é vaidade.

Isso sem falar que eu queria testar outras formas de fazer video. Tirando o cameraman, até que ficou bem legal. Tá, ok. Não sei se ficou legal, mas parafraseando Tolkien, como autor da obra me dou ao luxo de apresentar do jeito que eu gostar. Espero que vocês tmbém gostem.

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Folclore e Religião. Será que tem diferença?

Diz Joseph Campbel, mitologista, que mito é como se define a religião dos outros Muitas histórias são contadas de pais para filhos, ao longo dos anos. Sacis, cucas, boitatás, iaras etc. Será que tem tanta diferença assim de pregadores com poderes mágicos, como andar sobre a água, curar pessoas e multiplicar peixes?

Se você ainda não viu o vídeo que foi ao ar´sábado, taqui a sua chance de ver. Se você quer acompanhar assim que for publicado, assine nosso canal. Não esqueça de nos recomendar. Tupã está de olho!

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Brasileiros curam o câncer e vão receber o Nobel. Muita calma nessa hora!

Meus vassalos me trouxeram uma notícia incrível e fabulosa. Fiquei com lágrimas nos olhos, meu coração se encheu de felicidade, meus pulmões respiraram aliviados e meu pâncreas dançou polca. O Brasil descobriu a cura do câncer! ÓMAIFUQUINGÓDE! Saiu até uma entrevista com o autor da pesquisa, salientando a má vontade do Governo em minimizar o sofrimento da população.

Será mesmo? (dica: Não).

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Brilhantismo burocrático obriga crianças a pegarem frutas pro almoço. Resultado mais que previsível

Dizem os sábios que de boas intenções, a faculdade de Pedagogia está cheia. Aliando isso a burocratas, temos risada garantida da parte de qualquer um que veja o futuro ou que simplesmente tenha conhecimento daquela chatice chamada "mundo real".

O pessoal do Departamento de Agricultura determinou uma norma obrigando que no almoço das crianças nas escolas elas tenham que pegar frutas, legumes e verduras. Se você já lidou com crianças, já sabe o que aconteceu antes que eu conte.

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Aventuras na Era da Invenção que já não inventam mais

Frank Reade weekly magazine era de um tempo pré-Smartphone, quando crianças liam, ao invés de ficar na ânsia de apertar a porcaria dos seus celulares. Viajava-se na imaginação ao invés de ter coisas coloridas explodindo no seus olhos, mas que depois não se absorveu nada, mas criando ligações nas áreas de prazer do cérebro, clamando para serem ativadas de novo.

Com o subtítulo Adventures in the Age of Invention (Aventuras na Era da INvenção), por vezes trazendo Containing stories of adventures on land, sea & in the air (contendo histórias de aventuras na terra, mar e ar), Frank Reade lhe levava a um mundo de aventuras a cada semana. Das profundezas do mar até o resgate em montanhas cobertas de neve, com capas desenhadas por artistas da época que imaginavam as cenas e traziam aos leitores um brevíssimo resumo do que ele poderia encontrar nas páginas a seguir.

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Como é difícil ser cientista no Brasil…

Ser cientista não é pra fracos, ainda mais no Brasil, em que você não pode matar um leão por dia. Você é que é atacado pelo leão, nem que seja da Receita, principalmente na hora de receber doações, quando lhe pedem nota fiscal para saber quanto custou aquilo que você ganhou de graça.

Numa entrevista da revista época, a neurocientista Suzane Herculano-Houzel desabafa, mostrando como fazer ciência aqui não é pra qualquer um.

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