Católicas que não querem seguir todo o catolicismo querem ter direito ao aborto. You funny, responde ICAR

Eu não sou contra uma pessoa ter uma religião. Quer seguir alguma? Siga! Desde que não viole leis vigentes, eu estou pouco me lixando. Claro, essa pessoa tem um certo problema: ao se dizer seguidor de uma determinada religião, clicou no I AGREE da EULA e vai ter que seguir. Por exemplo, quer ser judeu? Ótimo, mas já sabe que nada de bacon, né? Para seguir o Cristianismo, mesma coisa. Jesus é Deus e talz. O problema é a vertente cristã. Você quer ser protestante? Vai ter que ser contra a figura papal. É meio como um pré-requisito. Se quer ser católico romano, vai ter que seguir os preceitos impostos pelo Papa, que goza de infalibilidade papal ao fazer seus pronunciamentos oficiais no tocante à Igreja. Até aí nos entendemos? Ótimo! Continuar lendo “Católicas que não querem seguir todo o catolicismo querem ter direito ao aborto. You funny, responde ICAR”

Artigos da semana 33

Eu gosto desta foto do Nelson Rodrigues. É bem a foto que esperaríamos de um escritor catamilhografando  tec-tec-tec algum artigo, peça ou crônica. Eu me identifica com ele, mas unicamente por ser um péssimo digitador, embora não catamilhografe com dois dedos apenas, mas não escrevo digitando com os dez dedos.

Enfim, é um domingo preguiçoso daqueles que já acostumei de postar os artigos que foram ao ar durante a semana e muitos de vocês não viram Que tal vermos agora? Enquanto isso, eu fico no tec-tec-tec, ou seja lá qual for a onomatopeia de escrever num teclado de computador (teclado não-mecânico, é claro. Odeio aquele barulho)

Artigos da Semana 30 (ok, duas semanas)

Sim, eu sei. Era para colocar o resumão semana passada. Bem, mal aê. Vou colocar as postagens feitas de duas semanas, ok? Mesmo porque, muitos de vocês ou não virão ou sequer lembram mais. Mas tem muito artigo ótimo que precisa ser relembrado.

Bóra?

Igreja da Manguaça ou Gabola Church: Vai uma bebidinha aí, Jesus?

Eu sempre fui contra a religião institucionalizada. É uma forma de controle social e político. Nunca aprovei tal coisa. Contra a religiosidade, não. Eu até acho legal que a pessoa tenha alguma crença em algum salvador pessoal. Com isso, eu achei muito legal a iniciativa de uma igreja africana que reconhece que o álcool, a causa e solução dos problemas, é uma forma de chegar a Deus.

Aproveitando para curtir uma birita esta é sua SEXTANDO INSANA!

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Mijo de vaca fez bem pra saúde, segundo ator indiano.

Indianos são estranhos. Primeiro, eles tomam banho no Ganges e… bem, eu sugiro que você –> NÃO ENTRE NESTE LINK <— Eles não são muito lá – como direi? – afeitos ao que estamos acostumados, principalmente por causa da sua vertente hindu. Claro, você jamais verá isso nos filmes de Bollywood. Pega mal pro mercado internacional, você sabe. Isso, claro, não implica que seus atores se eximem de traçar opiniões a respeito.

Alguns deles até recomendam beber urina de vaca, alegando que faz um bem desgraçado na paz de Nosso Senhor Shiva, amém, graças a Vishnu.

Tampando o nariz com o odorzinho de amônia, esta é a sua SEXTA INSANA!!

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Respostas da primeira enquete do Ceticismo.net

As pessoas gostam de citar Steve Jobs, que fazia menção a Henry Ford quando este dizia que se fosse ouvir seus clientes não produziria carros, mas cavalos mais rápidos. O mesmo Henry Ford que dizia que você poderia escolher o carro deles na cor que quisesse, desde que fosse preta. Pouco depois ele lança carros de outras cores, na mesma medida que o iPhone não estava sendo pensado para (nem iria ter) aplicativos. Preciso continuar?

Ouvir as pessoas de vez em quando é bom. Não que toda ideia que lhe deem seja uma boa ideia, mas isso nem significa muito já que nem as minhas próprias ideias são um festival de acertos. Sendo assim, eu propus a primeira enquete. Vamos ver o resultado?

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Adolescente é assassinada por mãe louca

As pessoas são burras, e eu canso de falar isso. Nos piores períodos da História aflora-se o pior das piores pessoas. De vez em quando, aflora o pior até das melhores pessoas. Voltando ao ponto da primeira frase: as pessoas são burras, extremamente burras. Num mundo que há festa do sarampo, com mães levando seus filhos para se contaminarem e criarem anticorpos, porque não querem pagar pelas vacinas (especificamente, nos EUA) alguém bem idiota acharia que esse tipo de gente ficaria mais inteligente no meio da pandemia de coronavírus.

Carsyn Davis, de apenas 17 anos, teve um vislumbre do quanto as pessoas podem se idiotas, mas não teve tempo de ser testemunha disso. Ela morreu. Morreu, não por causa do coronga, mas pela loucura alheia.

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Artigos da Semana 20

Estamos no Apocalipse Coronga. Alguns acham isso horrível e eu só na base do “teremos menos, mas melhores pessoas”. O Tennessee está com uma onda que o mundo vai acabar num ataque nuclear. Estamos com uma tempestade de areia e para variar os gafanhotos estão vindo aí. Só falta a maior catástrofe mundial: todos os brasileiros sobreviverem.

Enquanto isso, que tal ler o que foi postado durante a semana. Vocês adorarão o último

Tennessee alvo de ataque nuclear de camelinhos de Allah, dizem idiotas

Os Estados Unidos é uma espécie de Brasil com dinheiro. Alguns poucos lugares desenvolvidos (não muito) e um monte de caipiras. Um exemplo clássico é o Tennessee, que é tipo São Paulo, mas com whisky que presta e sem a mania de colocar purê em cachorro quente, além de saberem a diferença entre biscoito e tapa na cara. Sim, o Tennessee não é um fracasso total.

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Racistas miseráveis pressionam para apagar conquista de mulher negra

Anteontem eu postei sobre o quebra-quebra geral, em que um bando de idiotas – que os russos chamariam de nekulturnyi – resolveram destruir monumentos históricos para apagar o passado. O tipo de coisa que o pior dos racistas daria graças a Deus, de forma que ninguém se lembraria mais das merdas que ele fez. Eu até sugeri alguns monumentos, por sinal. Hoje, chega a notícia que a HBO Max removeu do seu catálogo o filme “E o Vento Levou…”, por motivos que ele tem negros escravos e isso é errado, pois parece que negros são estereotipados como escravos num filme que se passa na Guerra de Secessão.

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