
Eu não sou contra uma pessoa ter uma religião. Quer seguir alguma? Siga! Desde que não viole leis vigentes, eu estou pouco me lixando. Claro, essa pessoa tem um certo problema: ao se dizer seguidor de uma determinada religião, clicou no I AGREE da EULA e vai ter que seguir. Por exemplo, quer ser judeu? Ótimo, mas já sabe que nada de bacon, né? Para seguir o Cristianismo, mesma coisa. Jesus é Deus e talz. O problema é a vertente cristã. Você quer ser protestante? Vai ter que ser contra a figura papal. É meio como um pré-requisito. Se quer ser católico romano, vai ter que seguir os preceitos impostos pelo Papa, que goza de infalibilidade papal ao fazer seus pronunciamentos oficiais no tocante à Igreja. Até aí nos entendemos? Ótimo! Continuar lendo “Católicas que não querem seguir todo o catolicismo querem ter direito ao aborto. You funny, responde ICAR”






As pessoas são burras, e eu canso de falar isso. Nos piores períodos da História aflora-se o pior das piores pessoas. De vez em quando, aflora o pior até das melhores pessoas. Voltando ao ponto da primeira frase: as pessoas são burras, extremamente burras. Num mundo que há
Estamos no Apocalipse Coronga. Alguns acham isso horrível e eu só na base do “teremos menos, mas melhores pessoas”. O Tennessee está com uma onda que o mundo vai acabar num ataque nuclear. Estamos com uma tempestade de areia e para variar os gafanhotos estão vindo aí. Só falta a maior catástrofe mundial: todos os brasileiros sobreviverem.
Os Estados Unidos é uma espécie de Brasil com dinheiro. Alguns poucos lugares desenvolvidos (não muito) e um monte de caipiras. Um exemplo clássico é o Tennessee, que é tipo São Paulo, mas com whisky que presta e sem a mania de colocar purê em cachorro quente, além de saberem a diferença entre biscoito e tapa na cara. Sim, o Tennessee não é um fracasso total.
Anteontem eu postei sobre o quebra-quebra geral, em que um bando de idiotas – que os russos chamariam de nekulturnyi – resolveram destruir monumentos históricos para apagar o passado. O tipo de coisa que o pior dos racistas daria graças a Deus, de forma que ninguém se lembraria mais das merdas que ele fez. Eu até sugeri alguns monumentos, por sinal. Hoje, chega a notícia que a HBO Max removeu do seu catálogo o filme “E o Vento Levou…”, por motivos que ele tem negros escravos e isso é errado, pois parece que negros são estereotipados como escravos num filme que se passa na Guerra de Secessão.