A França não é um país tão tosco quanto o Brasil. Não que não seja tosco; é, mas por outros motivos. Diferente daqui, a França leva a sério o conceito de pesquisas clínicas, ao invés de distribuir qualquer bosta para a população porque algum imbecil no Facebook disse que cura. E mesmo fazendo testes clínicos, às vezes, dá caca, como é o caso de seis pessoas que foram hospitalizadas no Hospital Universitário de Rennes depois de testar um analgésico como parte de um ensaio clínico. Uma está declarada com morte cerebral.
O que isso nos ensina?
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Gás carbônico, carinhosamente chamado de CO2, é um saco. Além de ser gás de efeito estuufa, ele tem o problema de ser estável, já que está no seu estado máximo de oxidação. Desa forma, cinetistas procuram uma maneira de tentar retirar o danadinho da atmosfera; mas não é só isso. Como isso demanda uma bela duma quantidade de energia, a meta é tornar isso rentável, ou que, pelo menos, se pague. Assim, a busca é uma maneira pela qual possa-se transformar este CO2 em algo reaproveitável.
A Coreia do Norte, vulgo melhor Coreia, é o melhor exemplo de um país que parece ter sido fundado para ser um eterno meme, mas não para quem mora lá. Aquela tristeza mais parece um filme de terror, entre a paranoia estatal e a aquiescência bovina do povo, que chega ao fanatismo, o que, claro, é fomentada pelo Estado.
Existem muitas definições que explicam a diferença entre Ciência e Engenharia. Uma delas é que Ciência se baseia em “Por quê?”, enquanto Engenharia se baseia em “Por que não?”. O meio termo disso é a curiosidade de saber se as coisas são possíveis, para depois observarmos o que acontece daí por diante. isso vai desde colocar um graveto naquele troço laranja quente que apareceu com a queda de um raio numa árvore até atirar nêutrons num núcleo atômico.
Vikings formaram uma civilização fascinante. Ok, que eles saíam saqueando terras alheias, estupravam as mulheres, pegavam escravos etc. Bem, pessoal admira os gregos e romanos, sendo que estes nunca foram bonzinhos. Vikings não perdem em termos de selvageria em nada para outras civilizações, como o que os espanhóis e portugueses andaram aprontando durante o período das grandes navegações ou o alvorecer do império britânico.
Temos um problema sério com relação à Ciência no Brasil. Alguns argumentam que parte do problema é que o brasileiro odeia Ciência. Outros, dizem que os cientistas têm uma parcela de culpa também, pois poderia se esforçar mais em divulgar o seu trabalho, de forma que as pessoas vissem a importância desse trabalho. Onde está efetivamente o problema? Entre nossa péssima divulgação científica e verbas ridículas (quando existem) do Governo Federal, será que estamos nessa crise toda ou é algo muito pior?
Quando eu vi a notícia que Madre Teresa de Calcutá foi canonizada não me impressionou em absoluto. Conhecendo bem o histórico da Igreja Católica Apostólica Romana, ICAR for short, fica fácil entender como ela foi canonizada tão rapidinho, ainda mais se conhecermos além da imagem de missionária devotada, mas nos apegarmos a fatos. Quem era Madre Teresa, e por que ela ganhou status tão rápido?
Uma das enormes falácias que os seguidores da religião vegan propagam é que a produção de carne ferra com o planeta. Claro, com pesquisas tiradas da cavidade retal. A parte que só a agricultura consome 70% da água potável é descartada. Afinal, essa bosta chamada “realidade” insiste em frustrar os planos de dominação mundial dos fanáticos da religião de Nossa Senhora da Alface, os jihadistas do Brócolis Sagrado.
O principal (e idiota) argumento dos defensores da fosfoetanolamina é que a Big Pharma, o imenso lobby das indústrias farmacêuticas, jamais deixaria um remedinho eficiente e barato chegar ao mercado, pois eles querem manter o domínio global. MUAAAAAAHAHAHA. Sim, existe um cartel de indústrias farmacêuticas, como existe cartel de planos de saúde. Mas não conheço um plano de saúde que tenha impedido alguém de montar um consultório sem a anuência deles. Sabem quem desmonta esse lance de indústrias farmacêuticas impedindo que remédios eficientes e baratos sejam produzidos? Os próprios donos das indústrias farmacêuticas, como o famoso (por motivos errados) Martin Shkreli.
A República Federativa de Banânia tem sérios problemas. Esses problemas começaram quando Cabral chegou aqui como emissário do Rei (não, ele não frequentou a Escola de Sagres nem poderia, já que ela não existiu) e Pero Vaz de Caminha pede um emprego pros parentes no final da sua famosa carta que falava das vergonhas de fora das índias. Com o passar do tempo, criamos medo,. aversão, raiva, ódio e caímos no sofrimento para com a Ciência. O Brasil é o país que odeia Ciência, cientistas e qualquer coisa que esteja minimamente ligado ao conhecimento.