O Projeto Apollo foi uma das maiores maravilhas tecnológicas e científicas do século XX. Tivemos que inventar maravilhas tecnológicas do zero, e nada do que foi aprendido foi perdido (se bem que travesseiros não são bem o que eu tenho em mente. De qualquer forma, muitos aparatos de hoje em em dia vieram ou foram baseados em materiis desenvolvidos para/pela corrida espacial. Não que eu sequer imagine que foi tudo for the Science. Políticos não liberam toneladas de verbas por amor à Ciência. De qualquer forma, nós aprendemos muito sobre Aeronáutica, Espaço, a Lua propriamente dita e nossa própria biologia. Aprendemos sobre o macrocosmos e o microcosmo.
As pegadas de todos os astronautas ainda estão lá, protegidos dos ventos, pois não existem ventos. Imunes a tempestades, pois, não há tempestades. O que não tinha se encontrado até agora eram outras pegadas: as pegadas da Apollo 16.
Até agora.

Então, é Natal… mesmo fora do Rio rande do Norte. O que você fez? Eu fiz muitas coisas ao longo do ano. Disseram até que eu fiz vídeos, se é que aquelas tranqueiras são chamados de “vídeos”. Bem, os xingamentos mudaram. Não só os religiosos normais e os religiosos vegans. Fui atacado até pelos religiosos da fosfoetanolamina e do Sebastião Salgado.
Papagaios são excelentes criaturas. É engraçado vê-los falando, ou melhor, imitando o som que nós fazemos. Suas belíssimas cores são um atrativo a mais, além daquele bicão curvo, excelente para arrancar nacos de carne da gente, quando algum mané cisma de ir brincar com o bicho.
Eu ainda sustento que brasileiro odeia ciência, abomina conhecimento, tem um pézinho em uma ditadura e seria capaz de denunciar qualquer vizinho a um sistema autocrático se isso lhe desse vantagens (exemplo de vantagem: se livrar do vizinho com o qual não foi com a cara, mesmo sem motivo).
Temos um problema sério com relação à Ciência no Brasil. Alguns argumentam que parte do problema é que o brasileiro odeia Ciência. Outros, dizem que os cientistas têm uma parcela de culpa também, pois poderia se esforçar mais em divulgar o seu trabalho, de forma que as pessoas vissem a importância desse trabalho. Onde está efetivamente o problema? Entre nossa péssima divulgação científica e verbas ridículas (quando existem) do Governo Federal, será que estamos nessa crise toda ou é algo muito pior?
Quando eu vi a notícia que Madre Teresa de Calcutá foi canonizada não me impressionou em absoluto. Conhecendo bem o histórico da Igreja Católica Apostólica Romana, ICAR for short, fica fácil entender como ela foi canonizada tão rapidinho, ainda mais se conhecermos além da imagem de missionária devotada, mas nos apegarmos a fatos. Quem era Madre Teresa, e por que ela ganhou status tão rápido?
O Brasil que odeia Ciência tem zilhões de especialistas, mesmo sem serem especialistas em bosta nenhuma. Como eu falei no vídeo sobre
A sabedoria popular, que muita das vezes se mostra burra, criou frases de efeito, em que muitas delas acabam parando no principal meio de divulgação de cultura: para-choques de caminhões. Sabem aquelas frases de efeito tipo “quando acerto ninguém se lembra, quando erro não me deixam esquecer”? Bem, talvez nesse caso seja uma verdade, e isso pode ter explicação científica.
Uma das enormes falácias que os seguidores da religião vegan propagam é que a produção de carne ferra com o planeta. Claro, com pesquisas tiradas da cavidade retal. A parte que só a agricultura consome 70% da água potável é descartada. Afinal, essa bosta chamada “realidade” insiste em frustrar os planos de dominação mundial dos fanáticos da religião de Nossa Senhora da Alface, os jihadistas do Brócolis Sagrado.
O problema da Seleção Natural é que ela seleciona quem não tem nada com isso, deixando os imbecis realmente idiotas ainda vivendo. Tem uma vasta série “hold my beer” em que mostra imbecis agindo feito completos alienados, prontos para colocar a vida em risco. Não raro, acabam afetando a vida de quem não tem nada com isso.