Não, não sou zumbi cracudo, nem acertaram a minha cabeça com uma marreta. Eu não estou inventando. Em Jundiaí, o prefeitosco sancionou uma lei que proíbe experimentos com animais vivos. A sugestão? Usar bonecos!
Colocando remédio anti-infarto debaixo da língua, esta é a segunda edição da sua SEXTA INSANA!
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Ontem foi Dia da Consciência Negra. Um dia para lembrarmos de lutar contra o preconceito. Mas há outros grupos, minorias, também sensíveis à ação preconceituosa da discriminação social. São pessoas que a Natureza moldou de uma forma, não foi opção ou vontade deles. Um grupo rechaçado, eu diria "odiado", até; em que já na Antiguidade eles eram mal vistos, apesar de serem tolerados em alguns lugares, em outros foram perseguidos, mortos, queimados vivos nas fogueiras da Inquisição.
Todo mundo sabe o que o DARPPA é. Longe de ser um repositório de über-nerds que criam coisas fantásticas, são praticamente o Skynet disfarçado que fornecerá cilônios e mandarão a Humanidade pro saco. Sim, estão atrasados.
Divulgar ciência não é pra qualquer. Nem todos podem ser… bem, nem todos podem ser incríveis, cultos, fantásticos, inteligentes, sábios, bem falantes, envolventes, exuberantes e mais superfantásticos que o balão mágico. Além disso, sou humilde também. Mas existem Leis do Universo e elas são invioláveis. Uma delas é: Ninguém é capaz de ensinar melhor a uma criança do que outra criança. Para isso, que tal se houvesse um periódico com revisão de pares, revisado por crianças, editado por crianças, voltado para crianças. Loucura? Sim, concordo, assim como era maluquice.
Eu vivo dizendo que o Brasil está na Era Pré-Científica. Nós não voltamos à Idade Média. A bem da verdade, nunca saímos dela. Antes, Andreas Vessalivs tinha que pegar corpos escondido para estudar anatomia, porque o tosco do Galeno teve que usar cadáveres de animais, pois estudar o corpo humano era proibido, tabu, sujeito a pena de morte. Daí, Galeno escreveu um monte de bobagens que duraram séculos, como os humanos terem fêmures curvos, mandíbulas divididas em duas etc.
Todo mundo sabe que Ciência não serve para nada. Esse negócio de medicamentos, vacinas e até o computador que você está usando é coisa da Matrix. Nada disso é real, como querem dizer nossos caros amigos filósofos, que correm para primeira farmácia quando estão com dorzinha de cabeça.
Todo vegan que se preza precisa ter um leque de respostas para defender sua religião posição frente ao mundo. Com tanta gente tentando acabar conosco, Ó Adoradores do Brócolis Sagrados, temos que nos resguardar em argumentos de forma que possamos mostrar a estes carnívoros filhos das unhas que nossa consciência democrática é mais importante e temos que fazer com que todos pensem como a gente.
Eu já falei que adoro ilusões de óptica. Elas mostram como nosso cérebro foi montado por algum mecânico de subúrbio, quando não estava com nenhum fusca-68 para consertar. Nossa visão estereoscópica foi um grande diferencial em nosso processo evolutivo. De saltar de árvore em árvore até poder fugir melhor de um predador. O problema é que cada olho capta uma imagem e o cérebro é quem monta tudo e traduz para si mesmo o que está vendo e é aí que a bagaça desanda, pois na verdade o cérebro inventa a informação, indo para o que lhe é mais familiar, como é o caso da ilusão do filme a seguir:
Duas coisas que eu desprezo: Essa ralé metida a intelectual que cisma de defender animais e os animais estúpidos que defendem animais. Essa ondinha do "estou protegendo animais" é apenas auto-promoção, mas eles conseguem lugar na mídia, nem que seja invadindo institutos de pesquisa e destruindo tudo, nem que seja para "salvar" pobres caezinhos indefesos, como foi o que aconteceu no Instituto Royal.
Todos nós sabemos que os malditos evolucionistas-darwinistas-ateístas estão errados e que Evolução é algo criado para nos desviar dos caminhos de Nosso Senhor. Infelizmente, esses evolucionistas são tão convincentes que convenceram até mesmo a Natureza. Em um relatório do CDC, o Centro de Controle de Doenças, de Atlanta, os números não são nada animadores, quando o índice de doenças que resistentes aos atuais antibióticos não para de crescer.