Não, a Mãe Natureza não tem nada de mãe e sim de madrasta malvada (se bem que eu já vi muita madrasta ser mais mãe do que mãe biológica, mas isso é secundário). São doenças de todos os tipos, má-formações e até mau-hálito. A Natureza está sempre pronta a te sacanear, até parar em algum beco sem saída evolutivo. Um exemplo é o caso do menino chinês que nasceu com uma má-formação que, digamos, se tivesse acontecido há uns 100 anos, ele iria ser preso e se fosse há 200 anos, ele seria queimado na fogueira. Deus é muito bom, né?
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Eu canso de falar que Ciência no Brasil é brincadeira, mas estava errado. Já está virando caso de manifestação (polícia já pulou fora há tempos!). Mas, claro, manifestante quer ônibus digrátis e não melhor ensino. De qualquer forma, qual país que vivemos? Vivemos num país onde uma comissão aprova proposta que dá poder para igrejas questionarem leis no STF (provavelmente, recebendo comissões), homeopatia é especialidade médica (tem na USP, aquela universidadezinha que vocês adoram lamber a bunda) e núcleo de estudos para anormais, digo, paranormais. Ahm, sim, na Universidade de São Carlos, trata-se paciente com cobertorzinho de led. O que pode piorar?
A onda agora é usar impressoras 3D em tudo o que for possível. Eu QUERO ter uma impressora 3D. Você quer uma impressora 3D. Até mesmo Jesus iria querer uma impressora 3D e ele poderia fazer seu próprio pão ao invés de dividir com os bebuns da Santa Ceia.
No Brasil, Ciência é brincadeira (de mau gosto). Vivo lendo sobre como as coisas estão melhorando. Melhorando tanto que ao invés de desenvolver pesquisas aqui, nos gabamos em
Por pura incompetência não erradicamos a malária. Afinal, se existisse Evolução, os trabalhos seriam muito mais complicados, mas como as espécies são fixas e não há variância genética entre cepas de protozoários, os cientistas imbecis não foram capazes de inventar um modo de acabar com a doença.
A onda agora são impressoras 3D. Eu quero uma pra mim. Poderei construir muitas coisas, exceto armas e a Cicarelli na praia,
Vida de gordo não é fácil. No ônibus é aquele aperta-aperta. Vida pior só de quem está no ônibus cheio junto com um chupetão de baleia, rolha de poço, pudim de banha, pneu de trator, free willy e outros nomes não muito elogiosos que destinam a pessoas obesas. Para piorar a situação, ua pesquisa feita com médicos revelou que os facultativos insistem em duas coisas: não estabelecer bons relacionamentos emocionais com pacientes com sobrepeso e ir procurar no dicionário que diabo de facultativo é esse.
Um casal chega em desespero ao hospital. O corpo inerte da criança sai dos braços da mãe e vai para os braços de uma enfermeira que corre contra o tempo; a equipe médica está com pressa. Os pais choram e cada segundo é contado. O nariz da criança sangra e a infecção que começou no nariz e na garganta se espalha para outras partes do corpo, como a pele, ouvidos, pulmões, articulações e as membranas que revestem o coração, medula espinhal e o cérebro. O quadro parece ser de meningite C e isso por causa de bilhões de anos de evolução biológica que acarretou no aparecimento do terrível Haemophilus influenzae tipo B (HiB). A criança não tem esperança de sobreviver e aos pais só restará o luto e o pranto.
Estamos na Semana Santa. Aquela semana cristã onde é ensinado como somos um bando de filhos de Madalena, Jesus foi parar no pau-de-arara e Deus tá puto da vida com todos por causa disso. Curiosamente, se Jesus não tivesse indo pro pelourinho, o Cristianismo não existiria. Em outras palavras, Jesus teve que entrar na porrada e ir pra vala para que sua doutrina existisse, e Deus ainda fica puto com todos por causa disso? Ele deveria nos presentear!
Costumamos pensar que muito antigamente (e eu falo "mais antigamente" do que o tempo das fitas K7, calças boca de sino e discos de 78 rotações), o homem era bem mais tosco quanto os de hoje. Era uma época linda, sem luz elétrica, água encanada, saneamento básico, acesso a medicamentos, escolas etc. Praticamente como é muitas partes do Brasil hoje. Entretanto, estudos indicam que o pessoal dessa época não tinha tantos problemas bucais como fazemos crer, como defende pesquisadores australianos.