Problemas com gravidez? Troca logo o útero, como fizeram na Suécia

Problemas de gravidez é algo muito grave. Dada a gravidade da situação, médicos da Suécia resolveram que não era para brincar em serviço e radicalizaram de vez! Testaram uma nova técnica em nove mulheres, que receberam um presentão para depois tentarem um presente ainda maior: um útero, no primeiro tipo de transplante desse tipo.

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Governo dos EUA pretende regulamentar transplantes de mãos e rosto

Transplantes foram uma das maiores conquistas da ciência médica. Milhões de pessoas conseguiram viver mais tempo por causa deles. Hoje, além de coração, fígado, pulmão, rins, pele, córneas etc, conseguimos desenvolver técnicas para transplantes de mãos, braços, pernas e até mesmo rostos. Entretanto, transplantes de mãos e rostos são um pouco mais complexos do que os outros órgãos. assim, o governo norte-americano estuda criar novas regulamentações para esses procedimentos.

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Inventada técnica não-invasiva de detecção de malária

Malária, políticos e pastores safados, como qualquer doença parasitária, são um enorme problema, que normalmente ataca a pobretada. Quem mora na Barra da Tijuca muito dificilmente contrairá malária. No máximo, serão vizinhos dos outros dois. Sua determinação é feita através de exame parasitológico do sangue em gota-espessa, cujo resultado sai entre 20 minutos a pouco mais de uma hora (maiores informações no PDF do manual de diagnóstico laboratorial editado pelo Ministério da Saúde).

Obviamente, você irá me perguntar: "André, ó, André! Seria possível ter algum método de detecção da malária sem ter que tirar sangue do paciente?"; e eu vo-lo responderei: Eu vos dou A CIÊNCIA!

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A cura iluminada do cérebro

Em abril de 2013, o governo dos EUA deu o chute inicial a uma iniciativa inovadora. Infelizmente, o corte de verbas impediu de se construir um porta-aviões que voa, então, os caraminguás foram para outra coisa: explorar o cérebro, no que ficou conhecido como Iniciativa BRAIN, que originalmente tinha como meta restaurar memórias perdidas em veteranos de guerra, mas acabará fornecendo ferramentas aos cientistas para entender melhor no que se passa na cabeça das pessoas, estudando os circuitos cerebrais individuais. Para isso, estão usando uma ferramenta t~]ao complexa e tão simples ao mesmo tempo: luz.

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A quantas andam as cirurgias robóticas?

O mundo está cada vez mais tecnológico, desde que o primeiro macacão badass resolveu usar ossos como armas para caçar ou mandar seus desafetos pra vala. Automatizamos carros, aviões, navios, celulares, computadores, video-games etc. Seria justo pensar em, quem sabe um dia, termos máquinas que pudessem fazer intervenções cirúrgicas; verdadeiros robôs a serviço da causa médica. Mas será que estamos preparados? E os riscos?

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Mais pessoas têm acesso à comida. Uma boa notícia, certo?

ERRADO!

Sim, eu sei que parece maluquice, mas essa é a realidade, que está se lixando pro que possamos pensar. A verdade é o que muitos têm cansando de falar há décadas, mas os imediatistas fingem não escutar: não basta dar comida para as pessoas. Mas, então, o que está acontecendo com o mundo?

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Cientistas analisam ocorrência de diabetes em indivíduos latinos

A diabetes mellitus tipo 2 também é chamada diabetes tardia. Ela diferencia-se da tipo 1 pois esta última é devida da total ausência de insulina no corpo e, caso você tenha frequentado um colégio, sabe-se muito bem que para a tipo 1 é preciso injeções de insulina. A tipo 2 não é mais tranquilinha. Para entendermos como o inimigo se comporta, é preciso saber de onde ele veio, como apareceu e como ataca. Se não temos todas as respostas sobre como essa doença surgiu, pelo menos sabemos como ela apareceu em latinos. É o que a pesquisa sobre as mutações genéticas ocorridas em indivíduos que dariam origem a povos latinos.

Por que estudar latinos? Simplesmente porque a ocorrência de diabetes tipo 2 em indivíduos latinos hoje é quase duas vezes maior do que caucasianos e negros. Se há uma pergunta, a Ciência busca a resposta.

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A engenharia que toca o coração faz milagre novamente

Um dos grandes problemas da ciência médica é em relação a transplantes. Por um lado, não se tem doadores de órgãos em quantidade que possa atender todos na fila de espera. Por outro lado, temos os problemas de rejeições, obrigando os pacientes a tomarem imunossupressores, o que acarreta em vulnerabilidade a doenças infecto-contagiosas. Pesquisadores no mundo inteiro se perguntam: seria possível construir um coação artificial eficiente? Sim, é. O primeiro coração artificial propriamente dito foi criado em 1982, apesar de haver modelos mais, digamos, primitivos inventados na década de 1940.

Hoje, um homem carrega dentro de si a mais moderna tecnologia médica em uma prótese novinha em folha, mais eficiente e, espera-se, definitiva.

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Cientistas produzem rins com células-tronco

Eu não canso de pedir "Sociologia, sua vez!", "Filosofia, sua vez!" cada vez que eu posto algum advento tecnológico que venha minimizar problemas de saúde. Claro, se eu for fazer isso para cada nova descoberta, pesquisa ou estudos inciais da CIência, seria cansativo A realidade é que filosofi e sociologia só existe para termos gentinha chata que vai dar aula de sociologia e filosofia, alegando que estas duas porcarias servem para algo.

Deixando isso de lado (e já sabendo que eles não trarão nada que preste mesmo), vamos ao que interessa: pesquisadores fizeram crescer o primeiro rim do mundo a partir de células-tronco. Cadê aquela vagabundada que diz que o cientificismo não serve para nada? Talvez, na fila de transplante.

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Autobullying: quando cortar-se deixou de ser moda

Práticas de violência auto-perpetrada não são nada incomuns. Não necessariamente a pessoa tem tendências suicidas, mas seu nível psicológico está no limite e a pessoa começa a infringir machucados em si mesma. Cortes, hematomas e coisas afins são uma eterna preocupação, e muitos pais toscos e desatentos não percebem os sinais.

Agora, no século XXI, a prática continua a mesma, mas usando a melhor das armas que puderam inventar. Revólveres? Facas? Não, internet. É o caso do autobullying, quando adolescentes criam perfis falsos para atacar a si mesmos.

É aquela fina linha linha que separa o absurdo do riso da preocupação.

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