Todos nós sabemos (sabemos, né?) que o coração é formado por tecido muscular, chamado “músculo cardíaco”. Ele não é como o músculo do seu braço, apesar das muitas peculiaridades semelhantes, como você ficar com braço bombadão depois de puxar ferro e seu coração aumentar de tamanho devido a esforços desnecessários, em que muitas vezes é preciso operar, removendo parte desse tecido num procedimento conhecido como Procedimento Batista para os casos de cardiomiopatia dilatada. Só que, diferente dos demais músculos, o músculo cardíaco não se regenera como os outros tecidos musculares, o que é um sério problema quando se tem um atraque cardíaco. Você espera que na recuperação ele voltasse ao que era antes. Lamento, não vai acontecer.
Ou será que sim? Pesquisadores desenvolvem um gel motherfucker capaz de tascar sequências de genes direto no músculo do coração para ele dar um Ctrl+Alt+Del e reiniciar tudo. Continuar lendo “Terapia genética para consertar os males do seu coraçãozinho partido e mal pago”

Antibióticos foram uma das maiores invenções da Humanidade. Pediram para Jesus curar as pessoas, mas ele ignorou. Pediram para Jeová, Allah, entre outros deuses. Só com a chegada dos antibióticos a expectativa de vida deu um salto. O problema é que a Seleção Natural oferece um problema: a resistência bacteriana, isto é, aquele lindo processo evolutivo que criaburricionistas dizem não existir faz com que bactérias sejam selecionadas naturalmente e as mais resistentes continuem gertando (muitos) descendentes.
Em 1971, o dr. Phillip Zimbardo queria estudar como era o comportamento de prisioneiros e guardas dentro de um presídio. Ele idealizou um experimento simulando isso nos porões da Universidade de Stanford (daí o nome). Tudo ia bem e parecia estar tudo nos conformes, até que aconteceu uma das coisas mais aterradores em termos de comportamento humano. Tão aterrador que este experimento não só ficou conhecido como Experimento de Stanford, mas também de “Efeito Lúcifer”
Uma YouTubeira tosca (desculpem o pleonasmo) reclamou, chilicou, bateu com o pé tão forte no chão que o prendeu lá, e puxou o outro se rasgando ao meio. O motivo é porque os organizadores do ENEM não disponibilizaram cadeiras tamanho chupeta-de-baleia. Talvez, quem sabe, se tivesse avisado disso no formulário de inscrição (que tinha uma área para este tipo de solicitação), não teria ficado entalada como nas melhores cenas de comédia pastelão.
Na década de 1960, Stanley Milgram, um psicólogo comportamental, queria saber o que levava pessoas boas a cometerem os mais horríveis atos. Sua ideia era que a simples presença de uma autoridade induz as pessoas a cometerem atrocidades como as dos nazistas. Como saber isso? Para tanto , ele idealizou um experimento que visava estudar o comportamento de alguém infringindo dor dor a outra pessoa, simplesmente por estímulo de uma outra pessoa na sala.
Eu fico feliz de haver gente feito o Tedson e o Victor. Com eles, nós pudemos alcançar coisas incríveis na Ciência. Eles são o que temos de melhores (ainda mais porque os cientistas de verdade fugiram daqui). Coo não apreciar toda a Ciência envolvida em sua magnitude? Aí vem um italiano já coroa que não vê importância neste laborioso e importante trabalho desses briosos pesquisadores brasileiros. O que este cientista carcamano fez? 
Hoje, estamos acostumados com os programas chamados “reality shows”, que efetivamente não tem realidade alguma. No Discovery Home & Health (o qual eu chamo de Discovery Casa Cláudia) traz diferentes tipos deles. É confeitaria mostrando como atende os pedidos, é um casal retardado disputando se ajuda uma família comprando uma casa nova ou reformando a antiga, é aqueles Master Chef que ninguém leva para dentro da quadra do Salgueiro para fazer caldo de mocotó ou feijoada pro pessoal etc. 
A população é burra em sua maioria.