Deputado vegan quer segunda-sem-carne num estado que mal tem merenda

Eu fico tranquilo com o Rio de Janeiro. Não é só aqui que tem políticos imbecis e uma população retardada que elege estes políticos imbecis. Já não bastando quem são os candidatos a governador para o próximo pleito (tanto no Rio quanto São Paulo), temos aquelas tosqueiras que são responsáveis pelas leis estaduais. Não é preciso ser nenhum gênio para conseguir se eleger deputado federal, quanto mais deputado estadual. Um exemplo de tosqueira é o deputado Feliciano Filho, do PSC. Veganzinho do coração e defensor dos animais (mas que eu aposto que tem inseticida em casa), ele idealizou um projeto-de-lei que visa não ter carne às segundas-feira em colégios estaduais e restaurantes que alimentam funcionalismo público. Motivo? Nos conscientizarmos nos animais fofinhos (como os que morrem barbaramente durante as colheitas).

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O Experimento com o Pequeno Albert

Até onde vai a pesquisa científica, e quando é suficiente, a ponto de parar tudo, pois cruzou-se os últimos limites da Ética? Numa época que comitês de ética em pesquisa científica era algo que sequer era aventada, John B. Watson, criador do termo “behaviorism” estava transitando naquela área nebulosa entre o certo e errado. Para saber mais é preciso tudo? Bem, ele não se preocupou com isso, nem ninguém se preocupava. Mas isso até o momento que resolveu torturar um bebê para saber de onde vinha o nosso medo.

Neste vídeo, eu conto a história do Pequeno Albert e de como devemos ter em mente que para tudo tem limite.

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Como nossos olfatos viram memórias de longo prazo?

Feche os olhos. Pense naquele almoço de domingo, com aquele assado especial e a deliciosa sobremesa que sua avó preparou. Pense quando você foi ara o litoral e sentiu o cheiro do mar pela primeira vez ou quando você foi ao seu primeiro encontro e sentiu o cheiro da pessoa amada, toda perfumada. Nossa memória afetiva é excelente para guardar sons, imagens e até mesmo aromas. Todas essas memórias são armazenadas na memória de longo prazo (porque, DÃÃÃÃ, você se lembra por muito tempo). Mas como esses aromas são armazenados no cérebro por muito tempo? É o que uma pesquisa alemã procura responder.

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Cientistas desenvolvem técnica para tratamento de doença neurodegenerativa (não é Alzheimer)

Ninguém gosta de ficar doente, mas algumas doenças são piores que outras, e isso é um fato. Um desses exemplos é a ataxia de Friedreich. Esta tristeza é uma doença neurológica caracterizada pela queda de coordenação nos movimentos musculares, acabando com que a pessoa não consiga nem mesmo ficar em pé. Esta doença neurodegenerativa é hereditária e autossômica recessiva, afetando cerca de uma criança entre 22 mil. Este número pode variar até dois nascimentos em 100 mil, e isso já é muita coisa. Normalmente, se manifesta entre 5 e 15 anos de idade, começando por problemas de locomoção ao andar, evoluindo até o quadro de haver deformidade dos pés e escoliose. Ruim o bastante? Calma que esta tristeza ainda acarreta em diabete e afeta seriamente o ritmo cardíaco, além de causar cegueira entre outros problemas que irão variar de pessoa para pessoa e se se pode ter certeza de uma coisa, é que vai ficar muito pior.

Num comentário de um dos meus vídeos, um imbecil falou que ciência só serve para enganar pessoas burras. Seria ótimo se a ciência pudesse apenas ignorar a doença e erradica-la de vez, mas como fazer isso, se até agora não se conseguia simular os sintomas em sua totalidade em ratos?

Bem, frise-se o “até agora”.

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FDA bota quente em cima da Homeopatia e montou normativa para isso

O FDA (Food and Drug Administration ou uma espécie de ANVISA dos EUA) resolveu fazer uma coisa que o Brasil muito provavelmente não fará: bater duro nesta palhaçada de homeopatia. O órgão divulgou ontem um esboço de normativa (PDF) que meterá quente naquele lance de vender água como se fosse remédio, sem nenhuma comprovação científica. Acho até justo. Se querem ser reconhecidos como Ciência, vamos pro terreno pedregoso que é ter um medicamento sendo aprovado. E isso significa aplicação das normas de fabricação, marketing e segurança para os produtos homeopáticos. Vai que a pessoa morra afogada de tanto tomar?

Pessoal da água pur… digo, da Homeopatia achou maneiro, mas acabaram ficando com o uraneto de carbono na mão, pois agora o FDA vai exigir padrões de feitura dos medicamentos, e isso será hilário

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O Experimento do Arroz Sensível – Final

Em junho eu tinha aceitado o desafio do arroz. Alguns idiotas acham que só colocar palavras de amor e compreensão deixam o arroz num pote intacto, mas se você colocar xingamentos e ofensas, o arroz fica nojento.

Bem, eu chamei na chincha e pus a besteirada do Massaru Emoto ao crivo do Método Científico. Eu chamei este experimento de O Experimento do Arroz Sensível. Bem, este vídeo é a consumação do experimento. Eu gostaria de ter ficado surpreso, mas, nhé, foi o que eu esperava, mesmo.

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Deputados do Rio fingem que se importam com animais e proíbem experimentação animal

A ALERJ, Assembleia Legislativa do Rio, que para presídio só falta colocar as barras e os deputados efetivamente irem para lá algum dia, derrubou o veto do governador Big Foot. Assim, fica-se proibida utilização de animais para testes de produtos de cosméticos, valendo para todo estado do Rio de Janeiro. Claro, ninguém disse como farão os testes. Eu sugiro que, já que não se pode usar animais, que se use seres vivos mais baixos na escala evolutiva, como fungos, esponjas ou políticos.

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Homens virgens também contraem HPV

Religiosos fanáticos (sempre eles) são contra qualquer tipo de avanço científico. Inventaram que vacinas contra HPV (o papiloma vírus humano) fará com que seus filhos adolescentes se tornem verdadeiros libertinos. As meninas se tornarão messalinas e os meninos continuarão sendo adolescentes. O problema é que a Seleção Natural está pouco se lixando pro que religioso tosco acha ou deixa de achar. Resultado? Uma pesquisa demonstrou que homens que nunca tiveram relações sexuais não estão livres de contrair HPV.

Vou repetir: mesmo sem transar, trepar, fazer fuc-fuc, comer ou foder ninguém, nunca, alguns homens contraíram HPV. E assim vemos a Narrativa Religiosa afundando glub glub glub.

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“Vacinas mataram o meu bebê”

Eu sei, vocês virão me xingar. Ainda mais porque não conhecem o conceito de aspas. De qualquer forma, este foi o título de um panfleto que uma mãe imbecil distribuiu colocando em caixas de correio ao longo dos Estados Unidos, é um título chamativo, estridente e com um texto apelativo e aterrorizante!

Aterrorizantemente falso, escrito por uma anti-vaxxer desclassificada (desculpem o pleonasmo), que tem um livro “escrito para educar as crianças sobre os benefícios de ter sarampo”.

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Pílula do cocô usada para combater infecções intestinais

Nenhuma doença é legal, mas com certeza as que acometem o intestino estão entre as mais infames, desconfortáveis e muitas vezes fatal. Há muitos tratamentos, inclusive em que cocô é transplantado de um intestino pro outro, mas será que não poderíamos simplificar isso? Bem, se simplificação que você quer, simplificação é o que a Ciência te dará. Que tal uma pilulinha de cocô?

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