Pesquisadores criam detector de vírus portátil (ou quase)

Para mim, uma das coisas mais fascinantemente ficcionais eram os tricorders médicos. Tipo. O dr. MacCoy passava o saleiro (sim, aquilo era um saleiro que a produção achou bem futurista para ser usado como algum dispositivo do século XXIII) e o tricorder lia o que a pessoa tinha. A não ser se estivesse usando roupa vermelha. Neste caso, já partia pro “He is dead, Jim”, a fim de economizar tempo de filmagem.

Mas já pensou se tivéssemos um treco para ajudar médicos a não só mandar um “é virose, como já dizer qual vírus sem-vergonha está por detrás a infecção? Bem, é isso o que estão desenvolvendo. Sim, usa nanotubos. Nanotubos é a moda agora. Senta e aceite!

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Veja o lado bom de 2020

E chegamos a mais um fim de ano. 365 dias e 5 horas e uns quebrados, quase 365,25 dias. Algumas pessoas estão dando graças pelo ano ter terminado, mas praticamente falam a mesma coisa todos anos. Será que a vida dessa gente nunca melhora? Quanto a mim, eu parto do princípio que tudo pode melhorar e que nada é tão ruim que não possa piorar. Reclamar não adianta; prefiro olhar pra trás e só para rever os bons momentos que passei, mas aí é de cada um.

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Como o cérebro decide meter o focinho no pó

A todo momento estamos tomando decisões, ainda que inconscientemente. Pegamos o controle remoto para colocar no nosso programa favorito, e existe um longo processo neurológico para isso. Até mesmo o momento de decidirmos qual pé nós colocamos no chinelo primeiro é um processo de decisão.

Não apenas isso, esta tomada de decisão é feita de uma maneira semelhante ao que faz uma pessoa ser dependente química. É praticamente o mesmo processo bioquímico no cérebro. Sabemos que tudo é uma questão de qual região do cérebro é responsável por isso. O problema é saber qual região é essa, e é exatamente isso que pesquisadores se debruçam para saber.

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Comida vegan faz crescer peitinho em homens, diz veterinário sem noção

Se comida vegan já é o tipo de coisa tão insuportável que nem vegan atura, precisando disfarçar aquela bosta de comida de verdade (vide as lasanhas vegans, churrasco vegan, hamburguer vegan e comida-de-gente-vegan), agora tem mais um probleminha que, para algumas pessoas, será uma bênção. Um artigo de um certo dr. James Stangle disse que o Impossible Whopper, uma iguaria vegan da rede de fast food Burguer King, estava tão ultraprocessada que estaria fazendo homens criarem seios.

Ou seja, se você quer aplicar sílica nas peitcholas, basta comer uma hamburguinho vegan. O que poderia estar errado nisso?

Turbinando a comissão de frente da insanidade, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Filhos de mães obesas têm maior tendência a atraso cognitivo

Hoje em dia é um tempo que você não pode dizer para as pessoas serem saudáveis ou, pior ainda, largarem hábitos que as fazem doentes, pois isso de alguma forma desperta uma tendência imbecil de achar que você é preconceituoso. Inventaram o tal do fatofobia, digo, gordoshaming, digo, ah, quando você fala para alguma criatura de duzentos quilos que aquilo é que está ferrando a saúde dessa criaturinha que quando vai ao Zoológico, o tratador dos paquidermes vai correndo fazer a contagem dos bichos para saber se não é um fugitivo.

Agora, uma pesquisa vai entrar no surto geral do pessoal da pele grossa e ossos largos: filhos de mães obesas têm maior es chances de sofrer atraso no desenvolvimento.

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Sensor ajuda no diagnóstico quando da dificuldade de engolir

O ato de engolir é algo para lá de comum que larga maioria não sabe que existem pessoas com dificuldade de fazer isso. Os distúrbios da deglutição são chamados de “disfalgia”, literalmente significando “dificuldade de engolir”. Estes distúrbios são péssimos e podem causar até mesmo deficiências nutricionais em alguns pacientes, sendo difíceis de se diagnosticar e requerem o uso de equipamentos especializados, não sendo nada baratos. Os exercícios podem ajudar aos que são diagnosticados com certas condições, mas mesmo esses exercícios exigem o uso de dispositivos caros.

Pesquisadores estão pesquisando em sua pesquisa um sensor flexível capaz de monitorar a atividade dos músculos próximos e o movimento da laringe em tempo real, de forma a entender a quantas andam a sua capacidade de deglutição.

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Celulares causam acidentes em gente tosca que não presta atenção, diz pesquisa

Eu gosto quando algumas pesquisas são o puro óbvio ululante, como diria Nelson Rodrigues. Não que algumas delas não sejam necessárias. Até são, mas isso porque as pessoas são absurdamente estúpidas e insistem e fazer merda, como andar pela rua entretido com a fuça no celular.

Pensem comigo: o desgraçado vem andando pela rua, com o focinho virado pro celular e o pescoço torto. O que poderia dar de legal disso? Bem, segundo pesquisadores da Universidade Rutgers, ferimentos na cabeça e pescoço ocorridos ao andar com um celular, ou mesmo quando estão dirigindo e usando celular (o miserável além de atropelar alguém ainda pode ter dor no pescoço, mas não larga aquela bosta!)

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Macaco de quatro é implantado e pode sair correndo (um dia)

A todo momento surgem tratamentos para devolver movimentos a paraplégicos e tetraplégicos, e quanto mais, melhor, já que cada caso é um caso. Entre cirurgias e exoesqueletos, Ciência tem provido bem novas tecnologias e tratamentos, que se tornaram baratos à medida que forem usados em larga escala, e o tempo de pesquisa e desenvolvimento for reduzido, o que acontecerá rápido se mais e mais técnicas aparecerem.

Agora, pesquisadores estão testando a implantação de um microeletrodo na medula espinhal para estudar a organização da mesma. Quanto mais se souber sobre a medula espinhal, mais fácil se resolverá problemas nela para que as pessoas tenham melhores prognósticos para voltar a andar. Ou andar pela primeira vez.

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Cientistas criam pele para toque mais eficiente e à distância

Ontem, eu postei sobre como o cérebro recebe as informações do tato. Daí, fica-se a dúvida: mas amputados que usam próteses não têm tato, fora aquela sensação de membro fantasma chato. Muitas próteses estão ótimas (sim, eu sei que elas são caras. Toda tecnologia inovadora é cara), mas ainda falta alguns detalhes ainda para serem perfeitas (ou quase). Uma delas e o tato, mas isso não será pra sempre. Pesquisadores desenvolvem uma pele artificial capaz de fornecer ao cérebro sensação de tato.

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Como o cérebro registra o tapinha que você adora levar

Um tapinha não dói, mas o cérebro registra (podendo ser para se vingar depois ou não). Você sabe quando alguém lhe toca. O cérebro registra esta informação que você reconhece como “toque” e todas as características dele, como a intensidade, a pressão, o calor e a textura do que lhe tocou.

Mas, afinal, quais as áreas do cérebro são responsáveis ??pela percepção do tato? É o que uma recente pesquisa se propõe a responder.

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