Sensor ajuda no diagnóstico quando da dificuldade de engolir

O ato de engolir é algo para lá de comum que larga maioria não sabe que existem pessoas com dificuldade de fazer isso. Os distúrbios da deglutição são chamados de “disfalgia”, literalmente significando “dificuldade de engolir”. Estes distúrbios são péssimos e podem causar até mesmo deficiências nutricionais em alguns pacientes, sendo difíceis de se diagnosticar e requerem o uso de equipamentos especializados, não sendo nada baratos. Os exercícios podem ajudar aos que são diagnosticados com certas condições, mas mesmo esses exercícios exigem o uso de dispositivos caros.

Pesquisadores estão pesquisando em sua pesquisa um sensor flexível capaz de monitorar a atividade dos músculos próximos e o movimento da laringe em tempo real, de forma a entender a quantas andam a sua capacidade de deglutição.

O dr. Chi Hwan Lee é professor-assistente de Engenharia Biomédica e professor-assistente de Engenharia Mecânica na Universidade Purdue. O dr. Lee, não o Bruce, estuda como materiais podem ajudar a vidas das pessoas. Com isso, ele e seus colaboradores desenvolveram um “patch” flexível, que é conectado a um cabo que leva a uma unidade de controle capaz de se comunicar com um smartphone, computador ou tablet. O que estiver aí próximo.

Para que serve este patch? Bem, ele é um sensor, e um sensor “sente”. Ele gera leituras que são processadas e exibidas em dispositivos, móveis ou não, medindo a atividade ao redor do esôfago superior. Assim, médicos e pacientes podem acompanhar o que ocorre quando o paciente tenta engolir algo.

Os patches funcionam muito bem, obrigado, sendo usados por umas 10 vezes antes de serem substituídos por novos. Claro, seria legal se ele durasse mais, então, é isso que o dr. Lee e seu pessoal estão trabalhando.

Vai um videozinho aí?

Até o momento, a tecnologia foi testada com sucesso em ensaios pré-clínicos e os ensaios clínicos estão em andamento, portanto, espera-se que esses sensores estejam em breve disponíveis para uso. Enquanto isso, você pode dar uma olhadinha na pesquisa que foi publicada no periódico Science Advances.

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