Estamos aqui, ilhados, observando as loucuras do mundo, que está beirando filme do Mad Max. Enquanto o Coronga está ganhando dois continentes à sua escolha, mais a Oceania, eu busco informação de qualidade, ou nem tanto assim. Desde gente estudando andares esquisitos, até coo deter a propagação de vírus pelo ar. O que será que vimos esta semana?
Categoria Saúde
Pesquisadores analisam o “Silly Walk” do Monthy Python
Hoje é sábado e estamos no pré-apocalipse. Aguardando apenas os mortos saírem das tumbas e o Senhor Jesus vir nos julgar. Ou então todo mundo contaminado tendo que ir trabalhar de qualquer jeito, ou somos descontados no salário. O que acontecer primeiro. Nisso, sempre tem alguém para dar atenção a coisas que realmente importam, como detecções e tratamento do corona vírus, mas tem sempre um zueiro pronto a usar seus recursos a estudar coisas… como direi? Não tão importantes?
Não, não estou falando do Tedson dessa vez. Aquilo é totalmente inútil mesmo. Estou falando do pessoal que analisou o “silly walk” do Monty Python.
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Pesquisadores montam canhãozão para mandar vírus pra vala. Tua hora chegou, Coronga!
O Corona Vírus meteu o louco e saiu limando geral. Depois que o Wajngarten (que ninguém sabia, sabe ou saberá direito quem é) veio dos EUA contaminado com o coronga, Trump viu que a bagaça é séria. Estados brasileiros estão decretando férias escolares e mandando fechar cinemas e teatros. Estamos praticamente num filme apocalíptico, olha que emoção!
Pessoal está afoito detonando os estoques de álcool-gel, só que estão esquecendo outro probleminha: este ser das trevas também se transmite pelo ar. Como sair com lança-chamas não seria muito bem visto, embora todo mundo quero usar, pesquisadores buscam outra forma de aniquilar, esmagar e destruir o Coronga.
Pesquisadores encontram biomarcador que indica propensão à obesidade em crianças
A cada dia que passa, cresce o número de crianças obesas. Um dos motivos é o sedentarismo e alimentação porca que pais preguiçosos oferecem a essas crianças. Isso seria simples, mas não é apenas isso, já que algumas crianças são sedentárias, comem porcaria mas não são tão obesas. Como reconhecer a predisposição delas a virarem lindas chupetinhas de baleia?
Uma pesquisa identificou um marcador molecular na saliva de algumas crianças que está associado ao surgimento de obesidade infantil em um grupo de crianças hispânicas em idade pré-escolar.
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Artigos da semana 4

A cada semana temos um comprometimento de trazer informação e divulgação científica de qualidade. Mas aparece tanta insanidade que não podemos deixar de mostrar. Seja malucos pulando em piscina com gás carbônico e sendo carregados por Darwin ou um grupo de moleques achando que são da Raça Superior quando não passam de um bando de remelentos zé-ruelas.
Bem, chega de lenga-lenga. Vamos aos artigos da semana!
Ciência diz: Não existe resolução de problemas sem café. Mas sempre tem um “mas”
Café é o líquido negro primordial que sustenta a Existência em todas as realidades. É um fato! Não existe pesquisa científica sem café. Não existe meios de resolver problemas sem café. Não há como você entrar em Alfa e ter todo o seu trabalho realizado de maneira eficiente sem café. O problema é que café ajuda otimamente bem na resolução de problemas, mas não dá help na criatividade.
Não, não estou inventando. É Ciência! Imagino quantas xícaras de café foram ingeridas ate se descobrir isso.
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Obesidade acarreta ser atacado por vírus com mais eficiência. Parabéns, fofinhos!
Ser gordo não é fácil, meu amigo. Além de ser ponto de referência (“tá vendo ali aquele gordo? É bem na esquina”) ainda tem sérios problemas de saúde. Mas calma, a Natureza, que deve ser rolhadepoçofóbica, ainda tem outras travessuras para te sacanear, minha cara chupetinha de baleia.
Uma pesquisa recém-publicada concluiu que obesidade, não só lhe arruma problemas de passar na roleta do ônibus, como ainda promove a infecção por meio de vírus influenza. Sim, Free Willy, você tem maior chance de contrair gripe. E vai tossir pra lá!
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Mongóis já curtiam um leitinho há muito tempo
Seres humanos são mamíferos. Ok, nada demais nisso. O nosso diferencial de outros mamíferos é que nós criamos gado leiteiro para nos suprir de leite. Não que criar outros seres vivos para a própria alimentação seja exclusividade humana, já que formigas também fazem isso. O problema é que não éramos para continuar ingerindo leite e seus derivados. Só conseguimos fazer isso graças a uma mutação que nos deu capacidade de quebrar a lactase em açúcares menores. Lá pro ano 10.000 A.E.C., uma mutação virou este jogo, e em algum lugar perto do que hoje é a Turquia, um grupo de pessoas desenvolveram a capacidade de digerir lactose mesmo depois de adulto (Evolução só acontece em populações, nunca em indivíduos isolados).
Pesquisadores resolveram estudar os mongóis para saber mais sobre a sua dieta à base de leite e seus derivados e encontraram algumas informações interessantes. Não em indivíduos atuais, mas nos ancestrais deles, placidamente repousando nas estepes.
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Artigos da semana 3
E durante a semana do carnaval, tivemos muitas notícias. Algumas boas, outras ruins, outras nem tanto. Se bem que isso acontece todas as semanas, mas o importante mesmo é que eu pude tirar uns dias de folga. Não, não pulei carnaval. Fiquei em casa, sem risco de ser assaltado ou atropelado por um monte de gente, pagando caro em garrafa de água sem geosmina ou ser contaminado pelo coronga vírus.
Vamos dar um rolé pelo que noticiei esta semana (devida e previamente preparada, pois aqui, ó, que eu ia ficar na frente do computador).
O autismo escondido nos seus olhos
Autismo não é uma doença. Isso você já sabe, se lê meu site. São várias doenças compreendidas dentro do mesmo espectro, e é difícil diagnosticar logo de saída. A saída é ter um diagnóstico genérico e dali ir refinando, ao invés de partir para determinar direto qual a doença que a pessoa está acometida, se é que é do espectro autista.
Não é de hoje que o eletrorretinograma é utilizado para encontrar um biomarcador, isto é, alguma marca biológica que indique que a pessoa está entre um dos múltiplos casos concernentes ao espectro autista, mas agora este teste está cada vez mais preciso.
