Todos nós sabemos que a Lua tem luz própria, pois é um luzeiro, surgida no quarto dia da Criação para iluminar a noite, o que mostra que ela é mais foda que o Sol, que Deus deixou para iluminar o dia, que já era claro lá pelo primeiro dia da Criação.
Se está na Bíblia, é verdade. O problema é que o mundo natural é ateu-satanista e insiste em ter evidências do contrário. Sabemos que com fatos pode-se provar qualquer coisa, mas agora vestígios de isótopos de oxigênio demonstram que a teoria do grande choque entre a Terra e um imenso corpo celeste deu origem à Lua.
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A cada dia aprendemos mais sobre o Universo. Claro, nada é divulgado na mesma hora. Vai que digam que os anéis de Saturno curam o câncer? Daí o Judiciário poderá obrigar a União Astronômica Internacional a distribuir para os doentes. Não ia ser fácil. Com o advento do avanço tecnológico, conseguimos imagens nunca antes vistas. Agora, podemos ver jatos de partículas em melhores detalhes do que antes e isso nos ajuda a compreender melhor nosso Universo.
No ano passado, o caldo, digo, a barragem entornou em Minas Gerais, espalhando sujeira, lama, metais pesados, morte e destruição, não necessariamente nessa ordem. Enquanto o Sebastião Salgado não resolve o problema tirando milhares de fotos mágicas, pesquisadores de verdade buscam um meio de filtrar aquela água, criando uma técnica para reter metais pesados por filtração.
Vejam, distintos leitores, a bela moça da gravura ao lado. Sim, gravura; em sua época ainda não tinha sido inventada a fotografia. O suave delinear do pescoço descendo até ombros claros. Um meio-sorriso maroto da aristocracia. Um queixo um tanto desdenhoso, digno de sua mocidade, ornamentando por um cascatear de cabelos ondulantes, encimados por um chapéu de plumas, como era moda daqueles dias.
Já tínhamos falado sobre o Antropoceno
Você é leitor contumaz do Ceticismo.net, então, já sabe que essa bobagem de “gravidade zero” não existe. Qualquer corpo com massa diferente de zero exerce força gravitacional, e se não a sentimos, é porque ela é muito, muito fraca. Nós nascemos num mundo com aceleração de gravidade em torno de 9,8 m/s2, com muito pouca variação entre o nível do mar e nossos apartamentos. O Espaço é algo alienígena ao nosso conhecimento, principalmente ao fato de naves e a própria estação espacial internacional estarem sob ação de microgravidade, por estarem sempre caindo, caindo, caindo… Fazer diversos experimentos é necessário e, claro, são divertidos.
Lâmpada incandescente é uma droga. Gasta muita energia e esquenta pra danar. Aliás, esquenta muito exatamente porque 95% da energia que consome se dissipa sob a forma de calor.
O Sol é a maior estrela de nosso Sistema Solar. Todas as câmeras apontam para ele. Ele que tem seu próprio brilho, sua aura, aquele que aquece nossos corações. Todos os planetas estão caidinhos por ele. Nós não conseguiríamos viver sem ele por perto. É uma relação de amor e dependência. às ódio tempestuoso, às vezes um simples acalento em invernosos dias.
Já estavam sentindo falta, né? Acharam que o mundo estava menos maluco, né? Pensaram “AHÁ! as pessoas estão menos estúpidas, NÉ? Tenho más (ou boas, dependendo do ponto de vista) notícias para vocês. Os imbecis não deixaram de aparecer. E a prova disso é que temos mais uma grande, fantástica, envolvente, incrível, mágica, fantabulástica (já posso me candidatar a um emprego na Apple?) sessão que todos vocês amam.
A pessoas continuam acreditando num monte de bobagens. Acham que o futuro foi escrito por astros, que não passam de planetas rochosos ou de gases, com o Sol saracoteando de um lado pro outro, numa visão da Antiguidade em que a Terra era o centro do Universo.