Pesquisadores desenvolvem material para transformar gás carbônico em combustível

Gás carbônico, carinhosamente chamado de CO2, é um saco. Além de ser gás de efeito estuufa, ele tem o problema de ser estável, já que está no seu estado máximo de oxidação. Desa forma, cinetistas procuram uma maneira de tentar retirar o danadinho da atmosfera; mas não é só isso. Como isso demanda uma bela duma quantidade de energia, a meta é tornar isso rentável, ou que, pelo menos, se pague. Assim, a busca é uma maneira pela qual possa-se transformar este CO2 em algo reaproveitável.

A nova promessa é um novo material feito à base de microscópicas camadas de cobalto, que segundo pesquisadores, é capaz de converter CO2 em um combustível sem emissão de subprodutos tóxicos.

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Bactéria encontrada em múmia da pistas sobre migrações humanas

Lá pelas bandas de 1991, turistas alemães estavam dando um rolé a 3210 m de altitude, no monte Fineilspitze. Acabaram, sem querer, dando de cara com uma múmia, cuja idade acabou sendo estimada em 5300 anos. Era Otzi, o Homem do Gelo. Desde então, vários cientistas têm estudado Otzi para saber mais sobre ele, sua cultura, como vivia, de onde veio e coisas nesse sentido.

A EURAC (European Academy of Bozen/Bolzano) é um instituto de pesquisa que fica em Bolzano, Itália. É nele que se localiza o Instituto de Múmias e do Homem de Gelo, onde Otzi ajuda a Humanidade a saber sobre ela mesma. E uma das descobertas foi uma bactéria escondida nas entranhas do Homem do Gelo.

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Melhor Coreia bota quente e explode bomba H… diz a lenda

A Coreia do Norte, vulgo melhor Coreia, é o melhor exemplo de um país que parece ter sido fundado para ser um eterno meme, mas não para quem mora lá. Aquela tristeza mais parece um filme de terror, entre a paranoia estatal e a aquiescência bovina do povo, que chega ao fanatismo, o que, claro, é fomentada pelo Estado.

Agora, houve anúncio que a Melhor Coreia detonou uma bomba termonuclear, também chamada de bomba de hidrogênio, ou Bomba H para os íntimos.

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Quanto oxigênio havia há 1,4 bilhão de anos?

O oxigênio bem mostra como a Química está pouco se importando com o resto. Primordial para uma guinada evolutiva, o oxigênio, este sacaninha, foi o responsável pela primeira grande extinção, quando organismos fotossintetizantes começaram a produzi-lo em larga escala. Só que a Seleção Natural dá, a Seleção Natural tira. O oxigênio é um gás extremamente oxidante (d’Oh!) e, por causa disso, ataca tecidos, degrada proteínas e manda seres vivos pra vala, na paz do Nosso Senhor Design Inteligente. Tempo passou e a Seleção Natural selecionou naturalmente aqueles que tinham condições de viver em uma atmosfera rica de oxigênio.

Normalmente, pensa-se que a ascensão dos animais na Terra se deveu às grandes quantidades de oxigênio, mas uma pesquisa recente mostra que muitos antes dos animais surgirem, já havia oxigênio suficiente para sustentar vida animal. Se eles só surgiram milhões de anos depois, é outra história.

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Descoberta região do cérebro que lhe mantém acordado

O cérebro, este órgão troll, é uma das mais fascinantes (e sacanas) obras da Seleção Natural. Ele fica sonolento quando você está a fim de ver aquele filme, e quando vai se deitar, ele desperta e você fica elétrico. Mais que isso, ele fica com aquela leseira de manhã cedo, ou te acorda muito bem disposto às 4 da matina num domingo, quando você não precisa levantar cedo. Teólogos que eu não entrevistei – e estou inventando agora – alegam que isso é por causa do pecado original.

O que eu não estou inventando é que fizeram uma pesquisa para entender os mecanismos usados pelo cerebrão para te acordar.

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Como a bioquímica pode ajudar sistemas digitais

Imagine o potencial dos seres vivos (estou falando de tecido vivo mesmo, não aquelas criaturas que infectam portais de notícia). Desde muito tempo pesquisadores da área de computação têm pensado o que fazer de legal com aquilo. Bem, o pessoal da Universidade de Columbia parece que descobriu algo a fazer com esta bagaça de seres vivos e eu já pedi ao Nosso Senhor Skynet para prestar maior atenção, já que eles aproveitaram a máquina molecular para alimentar um circuito integrado, mas não porque o circuito devorou um humano (eles têm gosto ruim).

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A pegada perdida da Apollo 16

O Projeto Apollo foi uma das maiores maravilhas tecnológicas e científicas do século XX. Tivemos que inventar maravilhas tecnológicas do zero, e nada do que foi aprendido foi perdido (se bem que travesseiros não são bem o que eu tenho em mente. De qualquer forma, muitos aparatos de hoje em em dia vieram ou foram baseados em materiis desenvolvidos para/pela corrida espacial. Não que eu sequer imagine que foi tudo for the Science. Políticos não liberam toneladas de verbas por amor à Ciência. De qualquer forma, nós aprendemos muito sobre Aeronáutica, Espaço, a Lua propriamente dita e nossa própria biologia. Aprendemos sobre o macrocosmos e o microcosmo.

As pegadas de todos os astronautas ainda estão lá, protegidos dos ventos, pois não existem ventos. Imunes a tempestades, pois, não há tempestades. O que não tinha se encontrado até agora eram outras pegadas: as pegadas da Apollo 16.

Até agora.

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Como se enxerga com olhos biônicos?

Eu sou um homem velho. Me lembro do seriado (na minha época, eram chamados assim, e não “série”) do Homem de 6 milhões de dólares (que a dinheiro de hoje vale mais em moeda brasileira do que na época que foi lançado). De acordo com o seriado, ele enxergava que nem a gente. Já, no século XXIV, a tecnologia parece que ficou pior, posto que o tenente-comandante  Geordi La Forge usava o VISOR e enxergava uma algaravia de cores, que ele conseguia interpretar muito bem.

Mas e no alvorecer do ano de 2016, o que temos para mostrar? Como os nossos atuais olhos biônicos “enxergam”?

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Cidade dos EUA rejeita painéis solares pois eles sugarão toda a energia do Sol

Não que eu ache que os EUA têm o ódio patológico à Ciência como o Brasil, mas, convenhamos. Fora dos grandes centros urbanos, os EUA é colonizado por gente pouco mais evoluída que os amishes. As previsões de apocalipse zumbi não acontecerão. O que aconteceu foi o apocalipse redneck.

Um bando de energúmenos de uma cidadeca tosca recusaram a instalação de painéis solares, porque aquele bando de imbecis pensa que isso sugará toda a energia do Sol e matará todas as plantas,m mandando a agricultura pro saco.

E a semana de insânia mal começou!

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Cientistas estudam origem do plutônio no Universo

Dizem os relatos apócrifos que plutônio era tranquilamente comercializado em farmácias lá pela década de 80. Infelizmente, quando eu era menininho cabeçudinho lá em Barbacena, essas mudernidades não existiam, não, sinhô. A saber, o plutônio que nós usamos nas usinas, armas e máquinas do tempo é totalmente artificial, tendo sua tecnologia de produção desenvolvida durante o Projeto Manhattan, mas inicialmente, não havia tecnologia suficiente para se fazer uma bomba com o Pluto-do-Mal, preferindo-se usar urânio, mesmo. Só com a fatman, pôde-se usar Plutônio-239. Deu no que deu.

O estranho é que existe plutônio no Universo. Mas, se ele é altamente radioativo e começa a decair logo que é produzido,e sendo que a maioria dos seus isótopos não têm uma vida-média tão grande assim. Como pode existir plutônio no Espaço?

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