Todo ano, dede 1825, a Royal Institution realiza um círculo de palestras abertas ao público, focando mais crianças e adolescentes. São palestras feitas não só para educar ou sairia algo criado pelas malditas pedagogas, mas para instruir e, sobretudo, divertir.
Estas palestras são conhecidas como Royal Institution Christmas Lectures, as Palestras da Natal Royal Institution. Ali não é as babaquices travestidas de ciência que brasileiro faz, mas algo muito, MUITO bom, com conceitos de verdade, mas de uma forma bem demonstrada, apresentada por cientistas de renome.

William Sanford Nye pode não ter nada de muito incrível. Para os nossos padrões, ele é feio, alto demais, magro demais e sotaque que soa como gringo e é um motivo para motorista de taxi querer dar uma volta nele na conta da corrida. Nos EUA ele é bem conhecido. Não como ex-engenheiro mecânico da Boeing, filho de uma decifradora de códigos. Ele é conhecido coo Bill Nye, the Science Guy, responsável pela educação científica de milhões de crianças, juntamente com o Mundo de Beakman.
Às vezes, eu gosto de olhar para a janela, ver o mundo passar, mesmo sabendo que quem está passando sou eu. Aliás, sim, o mundo está passando: num movimento de rotação, translação e precessão. Podemos ver outros lugares quando viajamos e são dois movimentos distintos: nosso movimento em relação à Terra e o movimento da Terra no espaço sideral. Mais fantástico que isso, são as visões que os astronautas da Estação Espacial Internacional veem. Desde nosso planeta até sondas de outros países, brilhos de tempestades e nossas luzes noturnas.
Esta pergunta veio sob a forma de carta ao ilustre
Craig Venter não o tipo que causa unanimidade. Alguns o veem como brilhantes. Outros, alguém que usa a Ciência em proveito próprio. Não sei qual dos dois tem razão, já que William Perkin foi o primeiro a criar os corantes sintéticos e pioneiro da indústria química, e não era amor à Ciência. Venter e sua equipe foram 
O Planeta Vermelho é incrível. Desde os sonhos de Edgar Rice Borroughs vem se sonhando ir até lá. Nossos cientistas não param de mandar sondas para lá, nem mesmo com
Meu RSS é lotado às vezes. Nem sempre tenho tempo de ler tudo. Às vezes, eu leio e me interesso sobre algo que eu possa postar. Salvo o atalho muitas vezes no dropbox, para falar sobre (o que na maioria das vezes não acontece, dado o tempo ou outro assunto melhor). Assim, só hoje que eu vi um artigo do The Economist do dia 19/10, falando sobre como as coisas na Ciência andam mal.
Um fumo negro sobe das montanhas do Leste. Nas terras de Mordor, onde as sombras se deitam, o horror é forjado a ferro e fogo. Orcs dançam nas profundas cavernas, enquanto balrogs não ousam sequer a chegar perto. Um troll das montanhas olha pro céu, seguro que o raiar do sol não o transformará em pedra, pois está tudo escuro. Longe dali, os Homens do Oeste esperam pelo que pode vir de maligno, pois o Senhor do Escuro trabalha. E quando ele termina, ele diz: Ash nazg durbatuluk, Ash nazg gimbatul, Ash nazg thrakatuluk, Ugh burzum-ishi krimpatul, Uzg-Mordor-ishi amal fauthut burguuli.