
São Paulo tem vários problemas. Um deles é ser São Paulo, o outro é olhar pro Rio de Janeiro e pensar “que merda que eles estão fazendo que eu possa fazer bem pior?”. Depois de proibir canudo, sacola e copinho plástico, paulistenses olharam de novo pros riojaneirenses e perguntou “o que diabo tu tá fazendo aí, mano?”. Então, riojaneirenses respondem: “tamo servindo água com cocô e detergente, tá ligado?”. Paulistenses riem e dizem “Rá, nós vai fazê pior!”
Fazendo um brinde à insânia com um copo com água que passarinho não bebe, porque ele prefere cachaça, ESTA É A SUA QUINTA INSANA! (sim, antecipei. Me processe!)
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Com a quantidades de coisas que surgem diariamente nas suas redes sociais, é bem possível que alguns dos textos que eu escrevi tenham passado batido por você. Percebi que muitos não leram algo que eu postei 2 ou 3 dias antes, simplesmente porque não viram. Sendo assim, eu resolvi agora postar um resumão do que postei na semana. Isso ajuda em dois momentos:
Estamos muito preocupados (olhem pra minha cara como estou preocupadíssimo) sobre como estamos destruindo o mundo. Claro, muitas pessoas resolveram fazer alguma coisa, daí o que correram pra fazer? Proibir canudinhos, aqueles canudinhos com menos plástico do que sachê de catchup, que continha sendo usado. Resolveram que não era o bastante, mas as sacolas, essas sim, vão destruir o mundo. Depois os copinhos descartáveis. Agora tá rolando problema nos EUA pois querem proibir o copinho e isopor, já que isopor é feio, tosco, destrói o meio ambiente e é reciclável, mas vamos ignorar esta parte.
Para princípio de conversa, quando você fala “eu esbou bripado”, não, amiguinho. Muito provavelmente você estará com um resfriado, é outro tipo de doença. As Influenzas, sim, são gripes, e os sintomas, apesar de parecidos, não têm nada a ver com resfriados. Claro, a Natureza está a fim te sacanear, logo, não existe um tipo apenas de gripe, mas três: A, B e C. No caso da Influenza B, também chamada de “Gripe B”, e é causada pelo vírus influenza do tipo B (duh!), os principais sintomas são febre alta (sim, acima de 38°C), dores musculares, dor na garganta, dor de cabeça, tosse, fraqueza de um modo geral, coriza (quando seu narigão fica escorrendo como uma cachoeira), congestão nasal, náuseas, vômitos e diarreia. Quer coisa mais fofa? E você já deve estar sentindo os sintomas. Bem, procure um médico e não, não adianta chá de limão. O ideal mesmo é você se vacinar nas campanhas anuais de vacinação. Vai por mim, você não quer pegar esta bagaça!
“Quando um cachorro morde um homem, não é uma boa história. Um homem mordendo um cachorro, aí sim! É uma boa história”. Várias pessoas já foram creditadas como autores deste adágio, incluindo Mark Twain, que é uma espécie de Clarice Lispector gringa, já que há várias frases creditadas a ele. Na verdade, o autor desta frase está no livro The Stolen Story and Other Newspaper Stories, de Jesse Lynch Williams, escrito em 1899.
O processo intensificado de aquecimento global anda feliz e de vento em popa. As pessoas pensam nos problemas de emissão de CO2, em que só alguém bem estúpido pena que se pode zerar tal emissão (estou olhando pra você, Gregrê). Tão problemático quanto isso é o degelo do permafrost. Basicamente, ele tem ali aprisionado quantidades grandes de metano, CH4. O metano é um gás de efeito estufa mais poderoso que o CO2, embora eu considere que quando o metano vai subindo, ele acaba sendo detonado e virando gás carbônico, mesmo. Isso não é legal, né? Pois é. No Ártico tem muito permafrost, que em última análise, é solo congelado contendo metano. E sabe o que é pior? Este solo congelado está descongelando. Adivinhe o que vai acontecer.
Vocês já devem ter notado que eu adoro noticiar coisas que envolvam novas tecnologias para a fabricação de próteses mais eficientes, mais baratas e, raramente, mais eficientes e mais baratas no mesmo pacote. Bem, toda tecnologia em seu estado inicial é cara, cujo preço só vai barateando ao longo do tempo. Ainda assim, é legal acompanhar o que se anda pesquisando por aí.
Nada como reeditarem ideias idiotas. E é curioso que por mais idiota que uma ideia seja, parece que mais ela é reeditada. Um exemplo disso é a mania asinina de converter o gás carbônico, esse incrível ser malévolo, em combustível. Toda semana sai uma maluquice a esse respeito com ideias ÇENÇASSIONAIS!
A todo momento, surgem novas e melhores próteses. Desde aquelas muito maneiríssimas, praticamente lhe transformando num T-800, até aquelas impressas com pRástico, baratinhas e até boas pelo preço que se paga, que normalmente é uma merreca, provavelmente chegando no Brasil custando um braço.