
Esbarrei com esse vídeo e me lembrei do Cogita. O Cogita é uma excelente pessoa no Twitter. Tão excelente que eu tenho vontade de bater nele só pela calma e tranquilidade que ele carrega, que por sinal me dá nos nervos! Me lembrei dele justamente pela viagem que fez pelo deserto de Atacama, um dos poucos bastiões da verdadeira noite escura, longe da civilização, luzes artificiais e gente escrota que possa incomodar a observação do céu.
Graças à umidade relativa do ar ridícula (tem regiões que não chove há séculos!), a noite é límpida, sem interferência, excelente para fotografias, filmagens e vídeos feitos com lapso de tempo, ou time lapse ou seja lá coo você chama.

Como buscar vida em outros planetas sem nem saber como começar? A busca pela vida fora da Terra começa por entender a vida como a que surgiu aqui, por falta de parâmetro melhor. Com isso, a melhor saída é traçar um paralelo aqui na Terra ao analisar a vida aqui, em todos os cantos.
Este seria uma típica ideia tão tosca que ninguém deveria ter tido. Mas tiveram. Um grupo de engenheiros, fazendo uso de suas atribuições numa de suas definições*, acharam que seria maneiríssimo ter algo que enfie um troço na sua boca e vá até a garganta. Sim, eu sei o que você está pensando, mas não é isso. É pra testar o paciente suspeito de ter coronavírus.
Mais um domingão, mais uma saraivada de insanidades para coroar a semana. São dados de saúde que somem, gene louca escrevendo asneiras, cidades agindo de maneira retardada… Tá tudo ótimamente bem, já que meu cinismo não espera mais nada de bom. E quem não espera nada que preste só terá surpresa positiva ou algo dentro das expectativas.
Adolescência é aquele período chato depois da infância. Enquanto crianças acham que sabem tudo e pensam ser capazes de mandar nos adultos, os adolescentes têm certeza. O pior é quando o vagabundinho de 30 anos ainda age como um moleque de 13 (anos ou QI); e se isso já é insuportável em seres humanos (dizem que adolescente é gente), é pior nos cães.
Sim, eu sei que era para colocar o resumão da semana no domingo. Mas era Dia das Mães e eu tenho família em casa. Sim, poderia ter deixado um tempo para fazer isso, mas a verdade é que eu estava com preguiça mesmo, independente de ser dia das mães.
Ontem, eu tive que me aventurar fora de casa, mesmo em tempos de pandemias, eu precisei sair. Eu realmente precisei. O mundo que vi foi estarrecedor. As pessoas agindo como se nada estivesse acontecendo. Eu com uma máscara PFF2 e outra de TNT por cima (paranoia ajuda a nos manter vivos, ainda mais depois do que eu vi) e pessoal na rua passeando como se nem fosse com eles. E isso porque a prefeitura do Rio baixou uma lei obrigando uso de máscaras em locais públicos.
Estrou adepto agora de artigos que façam menção à pandemia de coronavírus, ou corona vírus, ou SARS-CoV-2, ou COVID-19, ainda mais com a brutal quantidade de gente falando bobagens sobre eficácia do uso de máscaras, álcool-gel etc. Eu já postei artigo sobre a
Cirurgias com auxílio de robôs não são novidade, mas veículos automotivos também não são, nem por isso a indústria automobilística para de melhorar os veículos. No caso de tecnologia médica, pesquisadores estão desenvolvendo estudos para avaliar como a estimulação elétrica pode ajudar os usuários a controlar robôs, de forma a auxiliar cirurgiões a estabilizar seus movimentos durante procedimentos assistidos por robôs. A pesquisa foi divertida, praticamente eletrocutando voluntários.