Os efeitos do CO2 nas águas do Golfo do México

Um dos grandes problemas da quantidade enorme de dióxido de carbono no ar é que ele vai pros oceanos. A boa notícia é que CO2 é pouco solúvel em água, e o pouco que se dissolve gera um ácido bem fraco. A má notícia é que isso é totalmente irrelevante dada a imensa quantidade de CO2 emitido, o que efetivamente causa acidez nos oceanos. Ok, seria pior se fosse SO3, mas a parte pior é que a poluição atmosférica também conta com óxidos de enxofre e nitrogênio.

Tomando por base o Golfo do México, pesquisadores estudam a taxa de acidificação das águas marinhas, com grandes quantidades de CO2 se dissolvendo cada vez mais no oceano aberto do referido golfo, com taxas semelhantes às medidas no oceano aberto do Atlântico e Pacífico.

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Morcegos super-heróis têm poderes genéticos capazes de derrotar o capitão Coronga

Morcegos são animais mucho lokos. E nem é só nisso: o bicho é um mamífero, voa, usa eco-localização e ainda por cima aguenta e sobrevive a vírus potencialmente mortais, bactérias filhas da puta e micróbios do caralho! Achou muito? Pois fique sabendo que eles ainda resistem ao envelhecimento e ao câncer.

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Uma foto que deixaria o Monstro do Pântano com orgulho

Fotografia é a arte de escrever com luz. Literalmente isso. Algumas reações químicas só acontecem quando recebem quantidade de energia adequada, a chamada “energia de ativação”. Alguns processos podem diminuir esta energia de ativação; são chamados “processos catalíticos” e as substâncias usadas para isso são chamadas “catalisadores”.

Reações químicas que necessitam de luz para ocorrerem são chamadas “reações fotoquímicas”, dois exemplos disso são a própria fotografia e a fotossíntese.

Que tal se tentássemos juntar as duas coisas? Bem, um cara conseguiu.

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Adolescente é assassinada por mãe louca

As pessoas são burras, e eu canso de falar isso. Nos piores períodos da História aflora-se o pior das piores pessoas. De vez em quando, aflora o pior até das melhores pessoas. Voltando ao ponto da primeira frase: as pessoas são burras, extremamente burras. Num mundo que há festa do sarampo, com mães levando seus filhos para se contaminarem e criarem anticorpos, porque não querem pagar pelas vacinas (especificamente, nos EUA) alguém bem idiota acharia que esse tipo de gente ficaria mais inteligente no meio da pandemia de coronavírus.

Carsyn Davis, de apenas 17 anos, teve um vislumbre do quanto as pessoas podem se idiotas, mas não teve tempo de ser testemunha disso. Ela morreu. Morreu, não por causa do coronga, mas pela loucura alheia.

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Euriptéridos: Os cascudões malvados do Paleozoico

O mundo de antigamente era bem rox. Pior do que ter que andar pelas ruas do Brasil, desviando de coronguentos. Durante a chamada Era Paleozoica, entre 541 milhões e 252 milhões de anos atrás, os artrópodes estavam no auge do domínio. Alguns com tamanhos absurdamente grandes. Um deles era extremamente grande, feroz, assassino, maníaco, caçador e destruidor. Não, não estou falando de político brasileiro, mas deles: os escorpiões do mar, ou euriptéridos.

Os euriptéridos constituíam uma ordem de artrópodes merostomados, ou seja, possuíam um prossoma coberto por um escudo amplo e duro em forma de carapaça, com apêndices laminares funcionando como brânquias foliáceas e um espinho caudal longo e agudo e, por isso, o nome de “escorpiões-do-mar”, apesar de não terem nada a ver com os escorpiões atuais. É só por associação, mesmo; da mesma forma que peixe-boi não é um nelore que aprendeu a mergulhar.

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Redes vasculares bem docinhas e artificiais

Já postei várias vezes sobre órgãos artificiais, tecidos impressos em 3D e coisas semelhantes. Acho fascinante isso e continuarei postando. Ainda mais que este me chamou MUITO a atenção, embora não consiga dizer exatamente o motivo. Acho que é pela ideia incrível ou pelos protótipos. Não sei ainda.

Um grande problema, entretanto, é construir tecidos de reposição para gerar redes vasculares artificiais capazes de fornecer oxigênio e nutrientes a milhares de células. Como poderíamos resolver isso?
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Artigos da Semana 20

Estamos no Apocalipse Coronga. Alguns acham isso horrível e eu só na base do “teremos menos, mas melhores pessoas”. O Tennessee está com uma onda que o mundo vai acabar num ataque nuclear. Estamos com uma tempestade de areia e para variar os gafanhotos estão vindo aí. Só falta a maior catástrofe mundial: todos os brasileiros sobreviverem.

Enquanto isso, que tal ler o que foi postado durante a semana. Vocês adorarão o último

Areia, gafanhoto, coronga e brasileiros. 2020 tá ótimo!

Pessoal muito impressionável está tendo ataques de pelanca porque leram que alguns ventos fortes, daqueles bem quentes e intensos, sopraram no deserto do Saara e levantaram areia com tanta força que trouxeram aqui pro Brasil, dando aquela viagem maneira por milhares de quilômetros através do Atlântico.

Todo mundo em estado de alerta, mas . Os fortes ventos quentes sobre o deserto do Saara levantam areia nesta época do ano, assim como costumam levar a poeira por milhares de quilômetros através do Oceano Atlântico para as Américas. Este ano, o pó é o mais denso em meio século, com direito a redução drástica da visibilidade.

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Os mapas que mapeiam nossas andanças

Por onde caminha a humanidade? A rigor, não há um único lugar no planeta Terra que não tenha um vestígio da passagem de seres humanos, nem que seja um avião passando. Mas, de um modo geral, seres humanos ainda não pisaram em muitos lugares, ou até pisa, mas não com uma presença, digamos, “marcante”.

Diferentes pesquisas estudando o impacto humano no mundo acarretou a feitura de quatro modelos desenvolvidos de forma independente. Esses modelos determinam onde a humanidade deixa suas impressões digitais, cada uma usando diferentes indicadores de atividade. Com isso, ficamos sabendo de lugares que tem muito humano enxerido dando uns rolês, enquanto em outros lugares é na base do “até tem uns, mas nem é lá essas coisas”.

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Pesquisa mostra quantos aliens podem ficar fofocando a nossa vida

Eu já contei (há anos!) sobre o Paradoxo de Fermi. Afinal, com tanto espaço no Espaço, por que nenhum nos visita? Eu diria que é porque eles sabem que no planeta Terra tem tudo que não presta, principalmente brasileiros e ninguém merece sair de algum sistema planetário longínquo para chegar aqui e ser passado pra trás por algum brasileiro metido a esperto.

Claro, vem aquela xaropada da Equação de Drake etc e tal, mas agora o pessoal, por pura falta do que fazer, criou um novo método para estimar a probabilidade de vida surgir além da Terra, criando os parâmetros totalmente novos, estimando muito otimisticamente que deve haver pelo menos 36 civilizações avançadas capazes de transmitir sinais de comunicação aqui mesmo na Via Láctea. Vocês sabem o que isso significa?

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