A Península de Yucatán, no México, é bem famosa pelo pedregulhão do mal que caiu lá, mandando bela quantidade de seres vivos para a vala, com os dinossauros liderando a fila da extinção. Mas nem só por meteoros a península de Yucatán é famosa. Ela guarda muitos tesouros, como rios subterrâneos e cavernas inundadas. Um mundo só dela, com bactérias que se se alimentam de metano nas frias cavernas esquecidas, que só verdadeiros aventureiros têm coragem de ir para explorar um mundo que parece que parou no tempo.
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Dá para perceber bem a diferença entre humanos e outros primatas só de olhar pra eles (embora não tanto se pegarmos apenas os comentários de portais de notícia). A principal diferença está no desenvolvimento do cérebro, embora a quase totalidade do cérebro seja parecida. Parecida, mas não igual. Mas quando e em que parte do cérebro começaram as mudanças? Bem, é o que uma pesquisa pretende explicar.
Antibióticos foram uma das maiores invenções da Humanidade. Pediram para Jesus curar as pessoas, mas ele ignorou. Pediram para Jeová, Allah, entre outros deuses. Só com a chegada dos antibióticos a expectativa de vida deu um salto. O problema é que a Seleção Natural oferece um problema: a resistência bacteriana, isto é, aquele lindo processo evolutivo que criaburricionistas dizem não existir faz com que bactérias sejam selecionadas naturalmente e as mais resistentes continuem gertando (muitos) descendentes.
Uma YouTubeira tosca (desculpem o pleonasmo) reclamou, chilicou, bateu com o pé tão forte no chão que o prendeu lá, e puxou o outro se rasgando ao meio. O motivo é porque os organizadores do ENEM não disponibilizaram cadeiras tamanho chupeta-de-baleia. Talvez, quem sabe, se tivesse avisado disso no formulário de inscrição (que tinha uma área para este tipo de solicitação), não teria ficado entalada como nas melhores cenas de comédia pastelão.
Eu fico feliz de haver gente feito o Tedson e o Victor. Com eles, nós pudemos alcançar coisas incríveis na Ciência. Eles são o que temos de melhores (ainda mais porque os cientistas de verdade fugiram daqui). Coo não apreciar toda a Ciência envolvida em sua magnitude? Aí vem um italiano já coroa que não vê importância neste laborioso e importante trabalho desses briosos pesquisadores brasileiros. O que este cientista carcamano fez?
Olhos perspicazes olham para outro mundo. Este observador viu mudanças inteiras, fantásticas, incríveis. Os seres observados ignoram aquela presença, mas se sequer fossem capazes de imaginar, com certeza, o chamariam de “divindade” ou um Celestial. Desde o alvorecer até o desenrolar da pré-história, o Observador, calmo e paciente, vê as suas crianças se desenvolvendo. Um dia formarão cidades e inventarão a escrita? Pouco provável, mas o Observador apenas anota o tempo mediante a sua escala de vida, o que parece éons e éons para aqueles lá observados.
Nada como a tendência humana de se auto-destruir, como diria o T-800. O brasileiro não é diferente. Talvez pior, ainda mais que temos a noção que o Brasil é um país que odeia Ciência. Com tanta divulgação de besteiras de Nova Era, como homeopatia, quiropraxia, Reiki e até gente ficando de dancinha no SUS, só podia dar no que deu
Imagine que você tenha uma capacidade X-Men. Qual seria? Bem, eu preferiria disparar feixes de energia, mas há alguns mais modestos que preferem sintetizar a própria birita. Sim, vocês mesmos, seus pudins de cachaça! Bem, vocês não deram sorte com isso, mas alguns peixinhos ganharam um presentinho do processo por seleção natural e conseguem sobreviver durante invernos rigorosos em lagos congelados. Como? Produzindo álcool, ué.
Você deve conhecer algo sobre os cananeus, aquele povo que Jeová mandou que os israelitas aniquilassem, já que o deusão achou uma boa ideia dar a terra dos caras pra hebreuzada, com quilômetros e quilômetros de terras vazias. Obviamente, isso e mito, historinha pra boi dormir. Mas o que realmente se sabe do povo que viveu lá pelas bandas da Palestina até a Jordânia?
O mundo antigo, bem antigo, já não era lá essas coisas lindas que filmes de monstros fazem crer. Nada de dinossauros cuspindo fogo, nem gorilas gigantescos e nem nada remotamente parecido com um Kaju. Ou seja, era algo chato, ainda mais no período Jurássico, que não tinha dinossaurões. Ainda assim tinha muita coisa para se preocupar. Era um mundo perigoso e, hoje, vemos que sempre estivemos frente a frente com vários perigos.