Dieta vegetariana de longo prazo modificou o genoma. E não foi para melhor

Claro, os veganzinhos do coração defenderão até a mote como as civilizações eram vegetarianas e viviam muito, tinham saúde, mortalidade infantil quase nenhuma e faziam cocô cheiroso (sério, já me falaram isso!). O problema é que isso leva a certos embaraços, principalmente quando a gente lê publicações científicas (aqueles que nunca aparecem em sites vegans).

Pesquisadores da Universidade de Cornell descobriram algo um tanto quanto desconcertante: Há evidências que uma dieta vegetariana levou a uma mutação que leva pessoas a serem mais suscetíveis à inflamações e aumento do risco de doenças cardíacas e câncer de cólon.

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Dieta vegan é “saudável”, mas não é bem assim que a banda toca

Enquanto os religiosos fanáticos da seita da Nossa Senhora da Alface, os guardiões do ´brócolis sagrado acham, defendem e vociferam o quanto a dieta vegan é mais saudável. Entendam, não é vegetarianismo, apenas. É vegan, mesmo: um grupo de débeis mentais, pesquisadores de facebook, cujo embasamento de suas alegações é o Facebook e pesquisas tiradas do contexto.

O problema é o fator "realidade", ainda mais quando pesquisadores de verdade mostram algo que os religiosos da Santa Chicória tamparao os ouvidos e dirão "LÁLÁLÁLÁLÁ": dieta vegan tem sérias deficiências nutricionais e isso pode acarretar até mesmo problemas neurológicos, o que explica muita coisa.

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O fungo mais velho entre os mais velhos

A vida e seus mistérios fascinam os humanos desde que o mundo é dos humanos. Saber coo surgimos, quando nossos ancestrais começaram pela primeira vez a se replicarem, há 3 bilhões de anos. Como eram apenas moléculas, não temos registros deles, apenas ensaios bioquímicos que comprovam, mas nenhum mostrando um punhado de substâncias inorgânicas se tornando um corpo vivo. Moléculas se tornaram células, células se tornaram seres multicelulares, seres que depois construíram arranha-céus e levaram alguns dos seus à Lua. Ainda assim, queremos ver os primeiros de nossos irmãos.

Bem, na década de 1980, um antigo fóssil foi encontrado e estimou-se que seria um ser vivo bem primitivo, mas pesquisa recente parece achar que é muito mais que isso.

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Inaugurada usina solar flutuante em lago de hidrelétrica. E você achando vantagem

O Brasil é um lugar que tecnologia é levada a sério. Amamos WhatsApp e Candy Crush. O problema é que não conseguimos fazer o que a Alemanha Nazista fez na década de 1940 e a URSS fez na década de 1950 (e não estou falando de extermínio de pessoas. Neste quesito, somos muito bons, obrigado).

Mas nem tudo está perdido (está, mas tentam nos iludir assim mesmo). Nós agora desenvolvemos a primeira usina solar flutuando em lago de hidrelétrica. Que maravilha. Estou com os olhos marejados com tanta tecnologia. Agora sim resolvemos nossos problemas (e você já me conhece o suficiente para saber o que vem por aí).

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Viúva Negra bem que mostra sinal de perigo, mas bicho otário não liga

O problema dos descrentes é não ver como a Natureza é lindinha. O problema dos carnívoros antiéticos é não conseguir ver como o mundo natural é bonzinho e ético. O problema dos críticos da Luísa Mel é não entender que ela está lá pra proteger os animaizinhos fofos e indefesos. O problema da Natureza é ter algo tão FDP como a Viúva Negra.

Este ser das trevas, descendente de Ungoliant, serva de Morgoth, tenente de Sauron, devoradora de orcs e que tem quedinha por caras esverdeados tem cores que sinalizam na hora de peitar predadores, sem se descuidar de suas presas.

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Dona Aranha está feliz por ver vocês

O mundo é legal, mas seria mais legal se tivéssemos mais informações sobre todas as espécies que viveram ao longo desses 3 bilhões de anos. Infelizmente, não sabemos quais foram as espécies que viveram e morreram ao longo dos éons. Só uma ridícula parcela deixou evidência fóssil, seja através de impressão em rochas, permineralização ou preso em âmbar. Lembrou de Jurassic Park? É mais ou menos aquilo, fora a parte de clonar dinos.

O âmbar é uma secreção proveniente de antigos arbustos, sendo uma matéria viscosa, ou seja, é o que chamamos de “resina”. Praticamente, esta substância age como “antibiótico” para a planta, pois previne a invasão de bactérias e insetos na madeira. Com o passar do tempo, esta resina se polimetriza, tornando-se rígida, e se algum inseto ficou preso nela, já era, ficou para a posteridade, como esse foto aí de cima, que é uma parte morfológica de uma aranha de 99 milhões de anos.

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Cientistas investigam as pistas de antigos assassinatos

O dia amanheceu nublado, escuro. A vítima estava se dirigindo a esmo, no máximo, procurando um lugar para fazer uma refeição ou, simplesmente, vagando, como seria seu direito, segundo pensava. Mas ela estava errada. O assassino frio e sanguinário estava à espreita. Começou a chover, mas a vítima pareceu não se dar conta disso. O que passava pela sua mente, não se sabe, jamais saberemos. Seu algoz estava pronto para atacar. Ele era mais rápido, mais forte, mais voraz. Foi tudo muito rápido; a vítima sequer teve conhecimento do que estava acontecendo, até o golpe final. A morte lhe veio rápido, como se a ira de algum deus caísse como uma tormenta, cujo assassino era um monstro impiedoso.

Hoje, nós conseguimos estudar o que houve. Evidências geológicas nos dão pistas fósseis de coo os queridinhos trilobitas eram maníacos psicopatas. Ou então é a Natureza, mesmo, que os vegans insistem em dizer que é perfeitinha e que os bichinhos são que nem os desenhos da Disney.

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Picolé de tardígrado volta a vida depois de 30 anos

Tardígrados são animais muito legais, que sobrevivem em temperaturas infernais e em vácuos colossais. O que eles não são capazes é de escrever com rimazinha babaca, por pura falta do que fazer (CHUPEM, tardígrados!). Algumas dessas gracinhas foram encontradas em plena Antártida. Estavam bem dormindo (se é que estar com metabolismo super-reduzido é “dormir”) e quando foi tirado da geladeira, eles estavam vivinhos da Silva.

Na verdade, eles foram recolhidos lá pelos idos de 1983, congeladões num pedaço de musgo, e quando foram descongelados em 2014, estava lá, vivos, bem e sem dar a menor bola pra nada.

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Fósseis de besouros tiram uma radiografia e passam bem

Encontrar um fóssil não é pra qualquer um. E mesmo encontrando não é garantia que você irá reconhecer como sendo um. Normalmente, as pessoas são capazes de sair bicando uma pilha de fósseis como se fossem pedras, mesmo porque, de certa forma, o são. Quando restos mortais de seres vivos que passaram dessa pra melhor sofrem permineralização, praticamente o que era o o bicho (ou planta) deu lugar a minerais, e o caso ainda fica pior quando o fóssil é de um animal pequeno, como besouros, por exemplo.

Pesquisadores usaram uma técnica que seria bem semelhante a uma radiografia para examinar as entranhas de fósseis, e o resultado é para lá de legal!

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O besouro que ensinou como a geada se forma

Como o próprio Tony Stark pôde comprovar, termos gelo se formando em partes móveis de dispositivos que voam não dá final feliz (no caso dele, foi por pouco!). Por isso, aviões precisam de manutenção preventiva e preparação adequada, mas só nas partes “de ataque”, isto é, as partes frontais, já que como as móveis ficam mais para trás, não há formação de gelo nelas (ou seja, Engenharia Aeronáutica 1 X 0 Homem de Ferro.

Não só no caso de aviões e “coisas que avoam”, mas até materiais cerâmicos e concreto, sem falar que canos e hidrômetros podem ir para as cucuias. Dessa forma, cientistas precisam entender como o gelo se forma, e quem está servindo para ajudar nesse entendimento é um simples besourinho.

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