Imaginem a vida na Terra há muitos e muitos anos. Mas muitos e muitos anos MEEEEEEEEESMO. Imaginou? Bem, é fichinha perto dos 3 bilhões de anos de vida por aqui. Mas o que tínhamos antes? Bem, a rigor só substâncias químicas. E muitas dessas substâncias eram substâncias complexas, como proteínas, por exemplo. Elas já existiam antes de haver vida, e é isso o que pesquisadores andam examinando.
Fósseis de antigas proteínas complexas estão sendo desenterradas e colocadas à luz e escrutínio da Ciência. São apenas 3,5 bilhões de anos de uma imensa enciclopédia.

Existe um Universo além daquele conhecido pelo Homem. É um universo tão vasto quanto o espaço e tão desprovido de tempo quanto o infinito. É o espaço intermediário entre a luz e a sombra, entre o abismo dos temores do Homem e o cume dos seus conhecimentos. É a dimensão do nosso microbioma.
Combater o câncer não é fácil. Sendo uma doença muito danosa, não dá pra tratar apenas com algumas pilulinhas e uma promessa. É preciso armamento pesado. A radioterapia e a quimioterapia são este armamento. É a nossa melhor arma atualmente, com funcionalidade comprovada. Claro, não sou idiota de dizer que eles não deixam sequelas. A quimioterapia entra como um zagueirão de time de segunda divisão que vem varrendo tudo, até os colegas de seu time. É um preço a ser pago ara melhorar, mas para quem está sendo tratado, é muito, muito pior do que estas palavras podem traduzir, reconheço.
Alimentar milhões e milhões de pessoas não é fácil. Claro, vocês pensam que é um caso simplesmente de plantar mais umas alface, umas couve, uns tomatinhos na faixa. É compreensível, ainda mais vindo de gente que mora em apartamentinho e nunca plantou um feijãozinho no algodão molhado. Agricultura é bem mais complicado que isso, ainda mais levando em conta que qualquer atividade humana gera impacto ambiental.
Qualquer um que seja a) saiba minimamente ciência; b) capaz de ver fotos de satélites sabe que a geleira da Antártida está reduzindo, diferente do Molion e do Felício (que disse que camada de ozônio não existe), duas criaturinhas que negam o óbvio, cujas “pesquisas” se baseiam apenas em ad verecundiam ao invés de dados trazidos por institutos de pesquisas.
Dizem que somos o que comemos. Não é bem assim. É mais como “ficamos da maneira como comemos”. Nossos alimentos deixam marcas, algumas visíveis outras nem tanto. Como dentes, por exemplo. Isso pode ser evidenciado em nossos tatatatataravós, sejam Homo sapiens, sejam neandertais. Se bem que nenhum de nós tem ancestral entre os neandertais, mas isso ainda não é totalmente consenso.
Lula Vieira (o publicitário, não o megalomaníaco), teve a infeliz ideia de fazer um comercial pro cigarro Vila Rica que ficou famoso… mas pelos motivos errados. Ele escalou o jogador Gérson, conhecido da Copa da 1970 e famoso por ser o “canhotinha de ouro”. No comercial, Gérson dizia que ele gostava de levar vantagem em tudo e, por isso, fumava Vila Rica. Assim, ele conclamava que as pessoas também fizessem o mesmo. Isso ficou entranhado na psique do brasileiro espertão que não acha nada demais passar a perna nos outros. É a chamada Lei de Gérson.
Qualquer um que tenha lido (ou assistido) Jurassic Park sabe que a vida sempre dá um jeito. Ela nasce em ralo de banheiro, fossas termais e até na casa do seu cunhado. Seja
Claro, os veganzinhos do coração defenderão até a mote como as civilizações eram vegetarianas e viviam muito, tinham saúde, mortalidade infantil quase nenhuma e faziam cocô cheiroso (sério, já me falaram isso!). O problema é que isso leva a certos embaraços, principalmente quando a gente lê publicações científicas (aqueles que nunca aparecem em sites vegans).
Enquanto os religiosos fanáticos da seita da Nossa Senhora da Alface, os guardiões do ´brócolis sagrado acham, defendem e vociferam o quanto a dieta vegan é mais saudável. Entendam, não é vegetarianismo, apenas. É vegan, mesmo: um grupo de débeis mentais, pesquisadores de facebook, cujo embasamento de suas alegações é o Facebook e pesquisas tiradas do contexto.