Ossos são excelentes para adagas, confirma pesquisa. Seu cunhado tem um para doar?

Papua Nova Guiné é um lugar exótico. Por “exótico” é algo tão longe e esquisito que imaginamos mil cenários; quase todos fantasiosos. Lá poderia ser até Wakanda, mas sem o Vibranium. Só que não é bem assim. Papua Nova Guiné não fica na África, mas na Oceania e é praticamente um monte de ilhas juntas. Aquele lugar é um caldeirão cultural há séculos, com mais de 800 línguas diferentes e uma população de cerca de 7 milhões de habitantes. É praticamente um Rio de Janeiro sem as favelas (não que o país seja muito melhor que isso).

Papua Nova Guiné ainda tem muitos aborígenes, semelhantes aos aborígenes australianos. Alguns deles pertence à tribo Korowai que, por sinal, antropófaga. E por falar em antropofagia, sabe essa imagem que abre o artigo? Pois é, são adagas. Adagas feitas com ossos humanos.

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Lago ácido, quente, venenoso e mortal. Que lugar melhor para se ter vida?

Astrobiologia é um ramo… interessante. Ele estuda algo que não se sabe se existe: vida em outros planetas, em outros sistemas, em algum lugar da galáxia. Sim, eu sei que parece coisa de maluco, mas há de se começar a pesquisa de alguma forma, e isso é feito achando lugares esquisitões aqui na Terra que sejam semelhantes a outros lugares em outros planetas. É aquele pensamento: “se encontrarmos algo vivo aqui, em Marte será fichinha”. Alguns desses lugares pesquisados são lagos vulcânicos, que são quentes, fedidos e tóxicos (não necessariamente nesta ordem).

Por falar em lagos vulcânicos, um grupo de pesquisadores descobriu micróbios vivendo em um, e eles estão traçando um paralelo nos dias antigos de Marte.

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Humanos mandaram megafauna pro saco antes do que se pensava

Dizem que seres humanos são um grande mal deste mundo, pois causou a extinção de várias espécies. O fato de ter havido grandes extinções várias vezes, quando mais de 90% da vida na Terra ter ido pro saco de uma vez só, bem antes de sequer haver humanos, passa batido. Somos mais um agente da Natureza fazendo o que a Natureza faz de melhor: acabar com a própria Natureza, mas não tão eficientes quanto um meteorão do mal como o que caiu em Yucatán.

Podemos ter em mente que quando apareceram hominídeos, eles não fizeram nada além do que qualquer espécie faz: detonar com as demais. O problema é que nossos tatataravós desenvolveram tecnologias que os fizeram mais eficientes nisso. Estudos atuais estão apontando que começamos a mandar as grandes espécies (ou megafauna) pro doce colo da inexistência mais cedo até do que se pensava.

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Enzima boladona detona plásticos, trucida, aniquila, devora e se empanturra. Ok, não é nada disso

Você sabe que, hoje, a enorme quantidade de plásticos joganos no ambiente é algo absurdo, principalmente as garrafas PET. Há muito tempo busca-se meios para conter esta poluição toda.

Você também deve ter lido, ouvido ou visto sobre uma enzima com poderes mágicos de comer plástico. Bem, esqueça. Não é nada disso. a começar que enzimas não comem nada, pois, sequer são seres vivos. O máximo que a respectiva enzima faz é catalisar (e enzimas são muito boas nisso) a degradação do plástico em substâncias mais simples. Só que pessoal confundiu com o termo “digestão química”, que é quando uma substância atua sobre a outra, degradando esta segunda substância. Aí, os jornaleiros que traduziram com o Google translator, meteram essa de enzimas comedoras de plástico. Mas como é isso?

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Estação de Pesquisa do Brasil na Antártida sem verba. Cancelem aquela bosta!

UM AVISO
Será um choque pra você um site de divulgação científica falar o que virá por aqui, mas é isso mesmo, a começar pelo título que não é bait. É exatamente o que eu penso.

O Brasil parece aquele pobre que tem delírios de grandeza. Se endivida para ter um tênis de marca, para tirar onda com os outros favelados que nem ele. A origem do tênis é discutível, claro, mas ainda assim sai caro. É como pessoal da faxina na empresa onde trabalho que têm iPhone 6. A origem? Deixa pra lá.

O fato é que Brasil não pode se meter a fazer certas coisas. Vejam o caso de nosso (praticamente inexistente) programa espacial, que só faz vergonhas e gastar verbas. O mesmo agora está ocorrendo a base de Comandante Ferraz. Acabou a grana. #Comofas?

Simples: cancela aquela porcaria!

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Pesquisa brasileira mostra como melhorar eficiência no cultivo de soja

Por muito tempo, o Brasil liderou a produção e exportação mundial de soja, mas nossa incompetência endêmica nos fez perder o posto de maior exportador de soja do mundo para os Estados Unidos. Da produção mundial de pouco mais de 351 milhões de toneladas de soja, com uma área cultivada e aproximadamente 121 milhões de hectares, os EUA produzem 117,2 milhões de toneladas do referido grão em uma área de 33,48 milhões de hectares. Já o Brasil produz 113,92 milhões de toneladas de soja em uma área de 33,89 milhões de hectares, tendo uma eficiência de plantio inferior ao dos EUA, que não parece muito, mas quando jogamos na tabela em termos de milhares de hectares (1 hectare é um hectômetro quadrado ou 10 mil m2). Fonte

A soja é importantíssima e estratégica, já que é um alimento rico em proteínas, podendo ser usada para consumo humano e de animais. O problema é proteínas são moléculas que precisam de boas quantidades de nitrogênio para que sejam estabelecidas ligações peptídicas; isso acarreta que seu cultivo demanda alta concentração de nitrogênio no solo. Como podemos melhorar a eficiência no cultivo? Ora, tendo mais nitrogênio no solo, é claro. Fácil, não? Como fixaremos mais nitrogênio?

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Homem transa com estômago de peixe e ganha infecção no pinto

“Caraca, André! Sério isso? Cadê a divulgação científica?”

Problema de vocês! Quando eu posto artigos de divulgação científica, vocês me agradecem mandando idiotices de Terra Plana e nem para enviar para as pessoas vocês enviam, preferindo compartilhar lixo à guisa de “denúncia”. Bem, azar: É sexta-feira e começou o fim-de-semana (e eu terei que trabalhar sábado). Então é isso mesmo! O japa tem tara por transar com estômago de peixe e ainda faz vídeo-aula a respeito. Resultado? Ele ganhou uma infecção no pinto e vocês ganharam a SEXTA INSANA!

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Formigas usam estratégia de guerra para cuidar de feridos e voltar a atacar

Larga maioria das pessoas tem plena convicção que seres humanos formam uma das mais briguentas sociedades animais, que o mundo é lindinho como em qualquer desenhinho animado. Infelizmente, não é assim. Já noticiei várias vezes sobre formigas guerreando e até mesmo escravizando outras formigas. O que não se sabia direito é que formigas usam estratégia (você sabe, do grego…) até mesmo na hora de tratar as soldadas feridas, montando o equivalente a hospitais de campanha, e planejam evacuação da batalha para reagrupamento e toda aquela parte maneira que vemos em filmes de guerra (os bons, pelo menos!).

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Cometa fidamãe quase passa o cerol em todo mundo na Terra há 12 mil anos

Imagine-se você, num dia qualquer, sem maiores preocupações além de não morrer de fome, doenças ou algum predador da mega-fauna vir te pegar. Bem, a sua sorte é que os dinossauros foram pro saco muitos milhões de anos antes, então, você está lá na sua patética vidinha com expectativa de vida de uns 18 anos, e aos 14 já estava pedindo pra morrer. Você estava pensando onde iria arrumar a próxima raiz com sabor horrível para poder comer, antes que Gronk, aquele fidamãe, roubasse sua comida. De repente, um barulho ensurdecedor! Bolas de fogo cruzam os céus e caem bem longe de você, a terra treme e algum tempo depois vem outro som mais ensurdecedor ainda. Imensas labaredas irrompem, tudo ao seu redor está em chamas… gigantescas chamas. O lance é sair correndo o mais rápido possível, pois hoje Darwin não está de bom humor e vai selecionar geral.

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Os Amonites

Os amonitas eram formados pelo povo filho de Amom que habitava a área ao leste do rio Jordão, de Gileade e do mar morto, no que hoje é a Jordânia, cuja capital (hoje, Amã) formava um conjunto das principais cidades. Claro, você deve estar pensando se eu cometi um erro de grafia no título, mas, não. O assunto não é sobre os povos semíticos de um trecho da Palestina do século IX, e sim sobre moluscos cujos primeiros exemplares surgiram no período Devoniano Tardio, em torno de mais ou menos 360 milhões de anos, tendo ido para a vala junto com os dinossauros na extinção do Cretáceo-Terciário.

(não pergunte por que eu fiz isso. eu mesmo não sei)

No meio de uma floresta, um mamífero mostra o dedo médio para todos eles.

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