Na quinta noticiamos que margarinas serão proibidas no Rio de Janeiro. Na sexta noticiamos que o prefeitosco Marcelo Crivela vai instituir atendimento médico usando um palantìr ou coisa que o valha. Aí você se senta para apreciar o sábado, achando que já chega de loucura esta semana.
ERROU, MISERÁVER!
Agora uma pesquisa que xingou muito num artigo científico reclamou da misoginia e sexismo nas exposições de museus, preferindo por dar mais ênfase a fósseis machos.
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Você tem muitas dúvidas que eu sei. Eu também tenho! Por exemplo, eu queria saber como saldar os meus boletos antes do dia 20, de preferência sobrando dinheiro na conta bancária. Enquanto eu não descubro isso, fiquei pensando algo muito importante “Será que já descobriram a formiga mais rápida do mundo?”. Sim, eu estava careta quando pensei nisso. O ócio, meus amigos, o ócio é algo incrível! 
Eu estava vendo algo para postar. Daí dei de cara com algumas pesquisas que seriam dignas do igNobel. outras que são interessantes, mas “meh”. Eu não achei efetivamente nada que merecesse muito a minha atenção, então eu pensei: hoje é sexta, vamos descontrair e ler o que alguns malucos andam escrevendo por aí.
Salamandras gigantes não são uma novidade. Em 2013, eu tinha publicado um artigo sobre a salamandra gigante japonesa, uma das maiores de seu tipo, que mudou muito pouco se compararmos com um fóssil de 300 milhões de anos. A China também tem das suas, sendo as salamandras gigantes chinesas classificadas como ameaçadas de extinção. Até pouco tempo atrás, elas eram consideradas como sendo uma única espécie (Andrias davidianus). No entanto, novas análises de 17 espécimes históricos de museus e amostras de tecidos de salamandras selvagens mostram que não é bem assim.
Nos alimentarmos é uma necessidade. O problema é que, não importa o que a gente coma, sempre estaremos causando impacto. O que falta à percepção clara é qual é a relação por índice nutricional e impacto no ambiente. Só que agora, senhores, temos a tecnologia! Pesquisadores construíram um algoritmo para atribuir uma pontuação a alguns dos alimentos ricos em proteínas mais comumente consumidos e classificá-los com base em sua eficiência na entrega da maior parte das proteínas ao menor custo para o Ambiente.
Geração de energia é algo muito complicado. Um país industrializado precisa de uma política de geração de energia bem planejada. Como o Brasil não é uma coisa, não pode ter a outra. O Brasil tem momentos que sofre picos de consumo de energia e, por isso, precisa ativar as usinas termelétricas. Sendo majoritariamente uma produção de energia por meio de hidrelétricas, a quantidade de carbono lançado na atmosfera sobe muito quando precisa ligar as esquentadinhas. As usinas nucleares seriam uma melhor pedida, mas os silvícolas deste país ainda têm medinho de isso aqui virar Chernobyl, sendo que nem somos tão incompetentes assim.
Agora, há uma guerra pelos plásticos. Todo mundo se preocupa com plásticos. Plásticos são o mal do mundo. Plásticos vão dar cárie nas pessoas, fazer você ter impotência, trará sua sogra pra morar consigo e matará as tartaruguinhas. De acordo com um relatório ainda não publicado pela WWF (a ONG do pandinha), cada pessoa ingere cerca de 5 gramas de plástico por semana, e jornaleiros correram para estabelecer a ligação com cartões de crédito (o meu pesa 5,85g).