Num esquete do George Carlin, ele argumenta que o planeta gosta de plásticos como uma de suas criações, seus bebês. Não apenas isso, plásticos responderiam a um grande questionamento filosófico:
– Por que estamos aqui?
Nossa brutal arrogância acha que estamos destruindo o planeta, sendo que o planeta está muito bem, obrigado. Nós que estamos ferrados, mas estamos de certa forma, dando uma mãozinha devolvendo à Mãe Natureza microplásticos. Acha que não? Bem, então diga isso aos pesquisadores que rastrearam o carbono oriundo de plásticos e descobriram que ele foi utilizado para a formação de ácidos graxos benéficos, ômega-3 e ômega-6 por micróbios originários dos lagos húmicos. In your face, Greta!

Corais são mais que seres vivos. São um bioma inteiro. Eles apresentam uma imensa biodiversidade, com plantas, animais e micro-organismos de um imenso universo entre espécies vivendo em equilíbrio. Para se ter uma ideia, cerca de 1/4 de todas as espécies de peixes das águas marinhas dependem dos recifes de corais para sobreviver, já que eles fornecem abrigo e alimento para diferentes seres vivos, além de funcionar como um grande filtro da água do mar. Acompanhar a saúde dos corais é acompanhar a saúde dos oceanos,
Evolução, você sabe, seleciona aqueles que estão melhor adaptados de forma a viver por mais tempo e gerar descendentes. Você pode pensar que isso é algo solitário, mas não é, pois enquanto você está evoluindo (você, espécie. Não necessariamente você, você), outra espécie também está. Se você depende da outra espécie. Serão selecionados os que, juntos, evoluírem de forma a um ajudar o outro. Este é o conceito de Coevolução, em que a pressão seletiva favorecerá duas ou mais espécies que adquirirem capacidades que beneficiem ambos. Caso contrário, um vai pra vala evolutiva.
Ei, você aí! Você, mesmo! Eu sei que você detesta sujeira e mete desinfetante em tudo, joga cloro pra todo lado, usa lança-chamas se deixarem! Finalmente, você conseguiu se livrar daqueles malditos germes, germes, germes pra todo lado! Finalmente, sua casa está limpa, certo?
Há 200 milhões de anos, deu muito ruim no planeta Terra (não que isso seja novidade ou exclusividade. Houve outras extinções em massa. Essa foi apenas mais uma num mundo perfeito, projetado por um desenhista inteligente). A Extinção do Triássico-Jurássico foi uma extinção das mais severas, intensas e das que abalaram geral, quase limando toda a vida na Terra.
Na quinta noticiamos que margarinas serão proibidas no Rio de Janeiro. Na sexta noticiamos que o prefeitosco Marcelo Crivela vai instituir atendimento médico usando um palantìr ou coisa que o valha. Aí você se senta para apreciar o sábado, achando que já chega de loucura esta semana.
Você tem muitas dúvidas que eu sei. Eu também tenho! Por exemplo, eu queria saber como saldar os meus boletos antes do dia 20, de preferência sobrando dinheiro na conta bancária. Enquanto eu não descubro isso, fiquei pensando algo muito importante “Será que já descobriram a formiga mais rápida do mundo?”. Sim, eu estava careta quando pensei nisso. O ócio, meus amigos, o ócio é algo incrível! 
Eu estava vendo algo para postar. Daí dei de cara com algumas pesquisas que seriam dignas do igNobel. outras que são interessantes, mas “meh”. Eu não achei efetivamente nada que merecesse muito a minha atenção, então eu pensei: hoje é sexta, vamos descontrair e ler o que alguns malucos andam escrevendo por aí.
Salamandras gigantes não são uma novidade. Em 2013, eu tinha publicado um artigo sobre a salamandra gigante japonesa, uma das maiores de seu tipo, que mudou muito pouco se compararmos com um fóssil de 300 milhões de anos. A China também tem das suas, sendo as salamandras gigantes chinesas classificadas como ameaçadas de extinção. Até pouco tempo atrás, elas eram consideradas como sendo uma única espécie (Andrias davidianus). No entanto, novas análises de 17 espécimes históricos de museus e amostras de tecidos de salamandras selvagens mostram que não é bem assim.