Pesquisas de ponta apontam método para combater vírus de computador

Eu gosto de tecnologia de informação. Até trabalho com isso (se bem que o tiozão semi-analfabeto do SERPRO que fica digitado número de CPF e sabe toda a sua vida também trabalha). Uma das piores pragas são vírus, malwares e coisas similares. É muito ruim ser contaminado e quando nossa vida digital fica comprometida, temos que tomar medidas drásticas!

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Ei, moço! Ajuda nóis aí!

Bem, vocês á devem ter visto a novidade ao lado (se ão viram, limpem o cache do seu navegador). É um botão de doação. Por quê? Simples de responder: Por que não? Estamos nessa longa estrada da vida, trazendo informações para vocês, conhecimento e, claro, diversão, pois ninguém é de ferro. Eu podia usar de um lenga-lenga sobre como esse trabalho é custoso, quanto damos sem pedir nada m troca blábláblá. É apenas um botão de doação, contribui quem quiser e, melhor ainda, com quanto quiser. Se acham que o trabalho merece uns caraminguás que você encontrou atrás do sofá ou para impedir que seu marido cachaceiro torre tudo em conhaque dreher (benzo-me), que tal dar dinheiro para alguém que você ame de paixão? Depois, se sobrar, dá o dinheiro pra mim.

Quer uma desculpa melhor? Bem, esse dinheiro é pro ônibus (penso em comprar uma frota deles). Não serve? Pra minha Ferraria? Não, né. Ok, sou professor! Que tal isso?

Pense que vocês estarão ajudando o Divino Espírito Santo, que conseguirei assim retardar o Apocalipse Maia,que ajudarei a Agência Espacial Brasileira a produzir mísseis balísticos, que conseguirei arrumar sacrifícios para Kali ou manterei nossa nação livre da invasão alien no 7 de setembro.

Não há valor mínimo, mas também não há teto máximo (entenderam? Hein? Hein?), bata clicar no botão e dizer quanto quer doar. A transação é segura, pois é pelo Paypal; e mesmo que você não doe nada, pode ter certeza que continuaremos aqui, com artigos do seu interesse, emitindo opiniões que pode não ser tão interessantes assim. E se sua grana não dá para essas extravagâncias, lembrem-se que há maneiras de contribuir, compartilhando os links no Twitter, Facebook, Google Plus ou via e-mail, mesmo. Assim, pelo menos, você ajuda a divulgar o nosso trabalho

Obrigado a todos e mais ma vez um excelente 2014 a todos!

Os melhores artigos de 2013

No início de 2013, eu (sim, preguiça) coloquei uma relação de artigos publicados anteriormente. São tantos artigos que até nos perdemos. Assim, vou criar uma tradição, agora. Sempre no início do ano eu colocarei uma espécie de Vale a Pena Ler de Novo. Para quem já leu, terá a memória refrescada. Quem não leu, poderá conhecer melhor o nosso trabalho.

Espero que gostem. Enquanto isso, estou de férias, só faltando ficar em cima de um carro cantando que nem a Roberta Black: FÉRIAS, FÉRIAS, FUN! FUN! FUN!

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Mais pessoas têm acesso à comida. Uma boa notícia, certo?

ERRADO!

Sim, eu sei que parece maluquice, mas essa é a realidade, que está se lixando pro que possamos pensar. A verdade é o que muitos têm cansando de falar há décadas, mas os imediatistas fingem não escutar: não basta dar comida para as pessoas. Mas, então, o que está acontecendo com o mundo?

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Por que Malba Tahan jamais seria bem visto hoje?

Malba Tahan é um dos melhores exemplos do que já tivemos em termos de excelência. Vemos como nossa literatura infanto-juvenil era incrível, bem longe dos Pedro Bandeira de hoje ou, benzo-me, Ana Maria Machado. Viajamos por desertos, oásis, odaliscas, sheiks, príncipes, guerreiros, mercadores, vilões, bandidos, sultões, vizires e simples professores. ele mostra a época de ouro de nosso ensino, quando colégios públicos eram referência em qualidade. Era a época que alunos aplicados e professores bem remunerados faziam as suas partes, mas que hoje é mal visto. Aquela era a época que engenheiros davam aula e pedagogos não se metiam no processo de ensinar. Hoje, isso é apenas uma sombra perdida nas brumas do tempo, e o Homem que Calculava é algo digno de ser

Como seria Malba Tahan visto hoje?

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Cientista roda o erlenmeyer e coloca os podres da burocracia científica pra fora

Já me perguntaram por que eu não me dediquei à Ciência, se gosto tanto dela. A resposta é simples e emocionante: não sou uma pessoa pura, boa e paciente. Eu vi de perto como funciona o meio acadêmico no Brasil e concluí que era preferível trabalhar em loja de presentes no meio da 25 de março em pleno Natal. Quando se trabalha num lugar como o Museu Nacional e vê o pessoal quase saindo na porrada por causa de um litro de álcool, você vê que há algo de errado (na verdade, quem estava brigando eram os estagiários, pois os senhores, professores, doutores do cacete a quatro não iam trabalhar. Só apareciam no fim do mês para assinar o ponto).

Muitos pesquisadores sérios se viram nos 30, 60 e 90 para trazer um pouco de conhecimento a este país que parece odiar Ciência. Uma delas é a dra Lygia da Veiga Pereira e esta, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Os tentáculos da pseudociência nas universidades

Há um texto clássico do Widson Porto Reis, dono do finado blog Dragão da Garagem em que ele questiona como era endêmica a presença da Pseudociência nas universidades. A princípio, particulares, mas isso é um show à parte e eu sei como é que funciona lá, já que fui professor de uma (não me orgulho disso, por isso que ralei peito). E como estão nas universidades públicas? Sim, porque o bando de manés adora encher a boca para falar que estuda(ou) numa federal. Isso significa algo? Como anda a ciência no Brasil?

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Autobullying: quando cortar-se deixou de ser moda

Práticas de violência auto-perpetrada não são nada incomuns. Não necessariamente a pessoa tem tendências suicidas, mas seu nível psicológico está no limite e a pessoa começa a infringir machucados em si mesma. Cortes, hematomas e coisas afins são uma eterna preocupação, e muitos pais toscos e desatentos não percebem os sinais.

Agora, no século XXI, a prática continua a mesma, mas usando a melhor das armas que puderam inventar. Revólveres? Facas? Não, internet. É o caso do autobullying, quando adolescentes criam perfis falsos para atacar a si mesmos.

É aquela fina linha linha que separa o absurdo do riso da preocupação.

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Drama Gaúcho Energético: Empresa tira energia do nada com pseudociência

O mundo de Hades anda enlouquecido. Daí, mandam tudo para o Brasil, o lugar onde distribui-se Bíblias em escolas, queima-se livros de verdade, homeopatia é especialidade médica, prefeituras fazem parcerias com entidades mágicas harrypotterianas, institutos de pesquisa médica usam cromoterapia, astrologia é profissão e cientistas são despejados que nem inquilino cachaceiro.

Uma empresa gaúcha promete algo que, nas palavras do próprio Isaac Newton, promete gerar energia de coisa alguma. Bem, na verdade, ela vai usar a força da gravidade para mover uma máquina e gerar energia. Lord Kelvin faz facepalm!

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Idiotas fazem viral associando viciados a zumbis. Alice conta as balas

Sabemos bem onde estão as boas intenções: é um lugar quente, cheio de bandidos, ladrões, assassinos, políticos corruptos, advogados de porta de cadeia, gente que joga lixo na calçada e é administrado pelo Eduardo Paes.

Semana passada saiu um trailer de filme de zumbi que se passa em São Paulo. Até aí, nada de mais. Passou o trailer e lá pelas tantas já esqueceram dele. Agora, saiu o que realmente era aquele vídeo: uma ideia imbecil de associar viciados em crack a zumbis, para alertar a sociedade blábláblá whiskas sachê. Bem, o que se faz com zumbi, mesmo?

Desistindo de ser zumbi pois morreria de fome no Brasil, esta é a sua SEXTA INSANA!

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