Um guarda-chuva que funciona na base do “ai meu Buda!”

Eu adoro a China. Amo de paixão os seus produtos, seja aquelas bugigangas da Deal Extreme quanto meu iPad. Um lugar tão maneiro que os funcionários se atiram de cabeça no serviço. Mas o mais legal são as invenções que aparecem por lá. Como chuva sempre foi um problema (você não, São Paulo), uma empresa está angariando fundos no Kickstarter para a produção de um incrivel "Guardachuveitor Tabajara", usando apenas um fluxo de ar para lhe proteger das águas da chuva. O que pode sair errado?

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Cientista sem-noção diz que encontrou nossos ancestrais aliens

Tem gente que acredita em panspermia, a "ciência" que procura explicar a origem da vida na Terra dizendo que ela veio do espaço, sei lá de onde. Panspermia não se preocupa COMO esta forma de vida surgiu e cansou da conversa que nem o indiano que não sabia de onde veio a tartaruga.

Um grupo de "pesquisadores" finalmente "provaram" que somos descendentes de "extraterrestres". E o que pode ser isso se não a SEXTA INSANA?

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Pesquisa “mostra” que cérebro fica com informações depois de morto. Mas não é bem isso

Eu não quero, você não quer, ninguém quer morrer. Bem, tem o caso dos suicidas, mas isso é outra história. Quase a totalidade das pessoas não fica feliz com a ideia de morrer agora, CABLOFT! O que diferencia é que algumas pessoas não conseguem lidar direito com os fatos da vida (dica: eu vou morrer, mas você também vai. Get Over It!). Então, mitos, histórias e religiões surgiram para dar a esperança que há algum outro lugar depois que se vai. Vida após a morte, reencarnação etc.

Então, leio uma notícia em que um pesquisador reúne relatos de gente que morreu por alguns minutos, viu túnel e aquela xaropada toda que conhecemos. Pauta fria, eu sei, mas não custa relembrar coisinhas.

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Eu sou uma abominação!

Por anos eu não entendi a minha condição. Eu olhava as pessoas ao meu redor e percebi que era diferente delas. Eu não via o mundo como elas. Elas não aceitavam como eu era. Eu não podia fazer muitas coisas que os outros meninos faziam, dado a um problema que eu tenho, que eu nasci. Descobri logo cedo quem e o que eu era. Isso me deprimia. Eu queria ser igual aos outros, mas não era. Eu queria ser reconhecido como um igual, mas eu não era igual. As outras crianças perceberam e riam de mim. Estava na minha cara, não tinha como negar. Meninos e meninas apontavam para mim e riam "Lá vem ele", gracejavam. Mil e um apelidos me colocaram. Fui agredido verbal e fisicamente. E isso porque eu era diferente.

No colégio, os professores olhavam para mim com expressão de desaprovação. Eu não era perfeitinho como os outros. Era deixado de lado. Como estudei num colégio católico, era visto como uma imperfeição, perante as leis de Deus. Deus, esse cara que sempre fez tudo certinho e perfeito. Deus esse que não cometia erros e se eu era diferente, eu era o errado. Eu era uma abominação.

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Você, Jesus, o Pecado e a falta do que fazer

Com certeza, vocês viram aquele vídeo idiota em que o cara demonstra como Jesus salva, restaura MBR e faz backup. O caboclo mistura uns frascos, fazendo liquidozinho mudar de cor e – OHHHHHHHHH, QUE LEGAAAAAAAALLLLL – isso prova que Jesus veio corrigir o mundo.

Assim como no caso do Desafio do Gelo (que nenhum dos que eu desafiei deu a menor bola), eu resolvi fazer um pouco da minha bruxaria. Nada de algo muito chique, apenas ciência básica, mesmo.

E o resultado nós vemos a seguir:

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Brevíssima introdução à linguística gerativa (oi Chomsky!)

Desculpem a demora, amiguinhos e amiguinhas, mas, como sabem os que me seguem no twitter, estou atolada de estudos para o mestrado e a monografia. Quem me segue lá já deve ter me visto falando que sou gerativista, ou seja, sigo a corrente linguística do gerativismo, proposta pelo Noam Chomsky em meados da década de 50. O André me perguntou sobre isso esses dias, quando enfiaram o FoxP2 num rato pra ver no que dava. Então, vou falar um pouquinho sobre essa área da linguística.

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Argentina acaba com nota Zero nas provas

Estou em dúvida. Eu não sei se fico triste ou alegre. Nossos hermanos (seus! Eu moro  em Tuvalu e como o Eduardo Jorge, não tenho nada a ver com isso) resolveram melhorar a Educação fazendo algo primoroso!  Pagar melhores salários para professores, exigindo excelência em troca? Não!  Ensino em modernas tecnologias e programação? Não!  Atualização do currículo? ÓBVIO QUE NÃO, NÉ? A solução foi: acabar com todas as notas baixas. EEEEEEEEEE!!!!!!!!!!

Tirando dez, NOTA DEZ, no quesito "trazer as maluquices do mundo até você", esta é a sua SEXTA INSANA!

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Alienígenas do Passado não estão presentes na Bíblia

Eu adoro o site da Universal e do Gospel+. Eu os amo de paixão, mas pelos motivos errados. Tão bons quanto as matérias, temos os trolls de Jesus comentando, dando "Hosana ora vem Senhor Jesus!"

A bobajada da semana é a discussão sobre um incrível vídeo youtubiano, em que seu dono mostra P-R-O-V-A-S que há uma base alienígena na Lua. Será verdade? Bem, sei lá (mentira, sei sim), mas o melhor são as explicações sobre o ~porque de ser mentira.

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Hora de punir os preconceituosos!

Você provavelmente nunca ouviu falar em Rudolf Brazda. Ele nasceu no lugar errado, na época errada e do jeito errado. O sr. Brazda nasceu em 26 de junho de 1913, na Turíngia, Alemanha. Ele já não era bem visto, já que seu pai não era alemão, e sim tcheco. Se isso não era ruim o bastante, a Natureza fez algo pior com o sr. Brazda: ele era homossexual. Como isso ofendia aos senhores da raça pura, ele foi preso em 1935, mandado para um campo de concentração, em Buchenwald, e de lá só saiu em 1945. O sr. Brazda foi o último sobrevivente homossexual a escapar dos horrores de um campo de concentração.

Quem não conhece história corre o risco de repeti-la, e levando em conta que o Brasil possui um dos mais ignorantes povos do mundo (sim, é isso mesmo! Não tampem o sol com a peneira), logo, logo caminharemos para isso, principalmente se depender de um vereador do Mato Grosso do Sul.

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Um dia numa reunião de pais e mestres

Normalmente, eu presencio reuniões pedagógicas e de pais-e-mestres no lado errado. No mais das vezes, na cadeira penal, onde professores são vítimas de pais enlouquecidos e entregues de bandeja pela coordenação. Hoje foi diferente. Eu, com pai, estava lá para ouvir os professores. Também tive que ouvir outros pais e orientadores. Então, nada mais justo de compartilhar aqui o que eu vi e, assim, entendermos por que a Educação está do jeito que está. Se você me acompanhou pelo Twitter, percebeu um pouco da insanidade em tempo real, inclusive com os trocentos erros de digitação e o corretor ortográfico jogando contra. Mas vamos falar um pouco agora, com as minhas impressões depois do ocorrido.

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