
Em uma demonstração impressionante de cultura e respeito à fauna marinha, um turista aparentemente intoxicado na Flórida decidiu que a melhor forma de interagir com a vida selvagem seria através de uma estátua de peixe-boi em um restaurante local. Nada como um pouco de vandalismo etílico para apimentar uma noite tranquila de jantar.
O indivíduo, cuja genialidade é digna de Shakespeare, teve a brilhante ideia de molestar artisticamente a estátua. Testemunhas relatam que o turista, após ter imbuído uma quantidade questionável de coragem líquida, envolveu-se em um diálogo íntimo com o peixe-boi de concreto. Como se isso não fosse o suficiente, parece que a estatueta marinha também se tornou vítima de avanços indesejados.
A estátua de peixe-boi, que originalmente estava apenas desempenhando o seu papel estático e decorativo, agora enfrenta uma longa e complicada recuperação emocional. “Nós nunca vimos algo assim antes”, afirma o dono do restaurante. “E nós juramos que isso é pura cerâmica, então, por favor, não entre em pânico sobre os direitos dos peixes-bois reais!”
Quando a situação atingiu um nível que a estátua de peixe-boi nunca imaginou, a polícia foi chamada para conter o artista improvável. Testemunhas afirmam que, ao ser abordado pelos bravos agentes, o turista tentou argumentar que estava apenas “apreciando a arte subaquática contemporânea”. Infelizmente para ele, as autoridades não estavam dispostas a reconhecer suas habilidades curatoriais.
Esse incidente levanta a intrigante questão: será que estamos diante de um novo movimento artístico, onde os turistas se tornam participantes ativos nas obras de arte, esculpindo novos significados com suas ações etílicas? Talvez, no futuro, museus inteiros sejam dedicados a esculturas desajeitadamente abraçadas por indivíduos questionavelmente sóbrios.
Em sua defesa, o turista afirmou que apenas estava imitando o comportamento dos golfinhos, que são conhecidos por brincar e interagir com objetos em seu ambiente. “Eu estava apenas me integrando à natureza, cara”, declarou o indivíduo, claramente esquecendo que os golfinhos não costumam frequentar restaurantes na Flórida.
Este episódio insólito de interação turística com arte marinha abre novas possibilidades para a cena artística contemporânea. Quem sabe, em breve, veremos excursões guiadas a galerias subaquáticas e performances esculturais influenciadas por substâncias alcoólicas. Afinal, onde mais se poderia apreciar um peixe-boi serenamente esculpido do que no calor de uma noite etílica na Flórida?
A fonte da notícia? Foi o New York Post, e se você for ler a matéria, verá que não tem nada a ver com o presente artigo, e o motivo é que eu mandei o ChatGPT comentar. Isso acarretou duas coisas:
1º) Tomei um esporro do sistema porque foi considerado conteúdo ofensivo, então, eu tive que preencher um formulário me explicando.
2º) Eu mandei pro NoGPT avaliar. O NoGPT disse que era um texto 100% humano. Traduzi via Google Translator. O NoGPT ainda disse que era 100% humano. Gerei mais quatro textos no ChatGPT (a versão gratuita), e mesmo assim o NoGPT retornou que eram 100% humanos.
Conclusões:
a) Tem um monte de estagiários que digitam muito rápido criando os textos
b) O ChatGPT,. mesmo o gratuito, está cada dia mais foda.
c) O NoGPT é uma merda.
d) Todas as anteriores? Quem sabe?

Um comentário em “Turista, manguaça e a falta de inteligência”