Cientista prega peça e mostra que divulgação científica é uma piada muitas vezes

Tem um monte de perfis de divulgação científica que, na verdade, são um bando de idiotas. Divulgação científica virou uma piada e ainda bem que não faço mais parte disso. Para provar que repassam qualquer imbecilidade, um pesquisador resolveu fazer uma pegadinha.

Étienne Klein, cientista francês chefe da Comissão Francesa de Energia Atômica. Ele postou no seu Twitter uma imagem com a legenda: “Foto de Proxima Centauri, a estrela mais próxima do Sol, localizada a 4,2 anos-luz de nós. Foi capturada pelo James Webb.”

Uma foto linda, não é mesmo? Um monte deu RT e até mesmo baixou a imagem para repostar, como é clássico no Twitter. O problema é que essa imagem é a rodela de um salame.

O dr. Klein ainda postou “De acordo com a cosmologia contemporânea, nenhum objeto pertencente à charcutaria espanhola existe em qualquer lugar, exceto na Terra”. Alguns estavam achando estranho, até que Klein elucidou o mistério.

“Diante de alguns comentários, sinto-me obrigado a esclarecer que este tuíte que mostra uma suposta foto da Proxima Centauri foi uma forma de diversão. Vamos aprender a desconfiar tanto dos argumentos de autoridades quanto da eloquência espontânea de certas imagens”.

CVomo sempre, ainda continuam postando aquela bobagem, e a elucidação não teve o mesmo número de compartilhamentos. Mesmo porque, as pessoas não querem admitir que erram. É que nem o perfil de Astronomia da USP que postou uma bobagem, eu demonstrei que estava errado e fui bloqueado.

Ciência não é para acreditar cegamente, pois, o Método Científico existe para colocarmos tudo à prova,

5 comentários em “Cientista prega peça e mostra que divulgação científica é uma piada muitas vezes

  1. Pior que eu tava chegando no final da tradução do tweet, olhei pra foto e “isso aí não é uma foto da Proxima Centaura”. Mas eu sou adepta do método científico, então não vale.

  2. Esse causo aí me fez lembrar de um outro causo, que você mesmo publicou aqui, daquele jornalista que mandou um “artigo” científico que tinha sido traduzido pelo tradutor do Google e o mesmo foi aceito.
    Ou então o caso do Alan Sokal, que publicou numa revista de humanas um artigo extremamente rebuscado que não dizia absolutamente nada.

  3. Essa foi boa, mas melhor que essa daí foi o velho e clássico artigo da VEJA sobre o boimate (um vegetal-animal (?)), que era uma mistura de carne de vaca e tomate e supostamente descoberto pelos doutores alemães Barry McDonald e William Wimpey, mas os editores não atentaram às pistas nos nomes dos cientistas…

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