Ciência diz: Não existe resolução de problemas sem café. Mas sempre tem um “mas”

Café é o líquido negro primordial que sustenta a Existência em todas as realidades. É um fato! Não existe pesquisa científica sem café. Não existe meios de resolver problemas sem café. Não há como você entrar em Alfa e ter todo o seu trabalho realizado de maneira eficiente sem café. O problema é que café ajuda otimamente bem na resolução de problemas, mas não dá help na criatividade.

Não, não estou inventando. É Ciência! Imagino quantas xícaras de café foram ingeridas ate se descobrir isso.

A drª Darya Zabelina, professora assistente de Psicologia do Departamento de Ciências Psicológicas da Universidade do Arkansas. Ela resolveu estudar se café é isso tudo mesmo que falam na hora de trabalhar (dica: é).

Zabelina chamou 80 voluntários. Eles chegaram lá sem oferecer nenhum humilde presente, mas ela convidou-os a tomar uma xícara de café, os idiotas aceitaram, mas o que ganharam mesmo foi um comprimido de 200mg de cafeína, e nem foi pra todo mundo. Malditos cientistas! Esta quantidade equivale a uma xícara de café forte, mas convenhamos que não é a mesma coisa. Quem ganhou isso ainda ficou na sorte, porque os outros ganharam foi um placebo. Até quando a Ciência ficará fazendo falsas promessas?

As cobaias foram, então, testadas para terem medidos seus padrões de pensamento convergente e divergente, memória de trabalho e humor. De acordo com Zabelina, o pensamento convergente é a busca de uma solução específica para um problema, buscando a resposta certa para uma determinada pergunta. Já o pensamento divergente é a geração de ideias, onde um grande conjunto de respostas adequadas, novas ou interessantes seria adequado. Ou seja, você não tem a resposta certa. Você precisa praticamente criar uma solução que seja a mais adequada quando não se dispõe de uma resposta objetiva. Resumindo: Te vira aí, meu rei!

A cafeína demonstrou melhorar o pensamento convergente no estudo, junto com maior agilidade, vigilância aprimorada, foco aprimorado e melhor desempenho motor; mas ela não teve nenhum impacto significativo no pensamento divergente.

Trocando em miúdos, a cafeína ingerida, além de ter causado alguma raiva por não ser café de verdade, não tiveram efeito no pensamento criativo, só ajudando a focar mais no assunto e responder perguntas de forma direta, sem ter que criar soluções. Ou seja, muitos de vocês estão se enchendo de café à toa!

A pesquisa foi publicada no periódico Consciousness and Cognition, sem nenhuma informação de quanto café a doutora tomou.

Café de verdade e não essas pilulinhas mequetrefes de cafeína!

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