Mulheres são mais agressivas com outras mulheres, diz pesquisa sobre algo que todo mundo já sabe

Quando se toca no assunto “Mulheres no Ambiente de trabalho”, dá uma confusão de gente reclamando, xingando, vociferando, enterrando um pé no chão e puxando o outro até se rasgar. Ainda existe o mito que mulheres ganham menos que homens para executar a mesma função, apesar da CLT proibir que dois funcionários tenham salários diferentes ao terem o mesmo cargo, exercendo a mesma função. Outro mito é que mulheres não são competitivas. SÃO! E muito!

Existe, entretanto, um fenômeno, ainda que não oficialmente reconhecido por todos, chamado “síndrome da abelha rainha”. É o fenômeno em que mulheres são altamente discriminadas no trabalho e em vários grupos sociais. E a persona discriminante é exatamente outra mulher.

A drª Allison Gabriel é professora-assistente de Administração e Organizações do Eller College of Management da Universidade do Arizona. Ela estuda os efeitos de quando tem mulher no comando e acabam sendo mais cruéis e difíceis de lidar com outras mulheres. E quanto mais tempo de casa essas mulheres têm, pior ficam.

De acordo com a pesquisa da doutora Gabriel, à medida que mulheres galgaram posições hierárquicas mais elevadas no local de trabalho, a maioria admite experimentar um comportamento grosseiro e incivilidade.

Allison e seu pessoal (espero que ela tenha sido uma boa chefe de pesquisa) fizeram três estudos. Homens e mulheres que trabalhavam em tempo integral responderam a perguntas sobre a grosseria que experimentaram no trabalho durante o último mês. As perguntas eram sobre colegas de trabalho que os derrubavam psicologicamente ou eram condescendentes, faziam comentários depreciativos, ignoravam-los em uma reunião ou se dirigiam a eles em termos pouco profissionais.

O que a pesquisa demonstrou é que, sim, homens também apresentam episódios grosseiros para com os colegas de trabalho. Mas mulheres foram muito mais grosseiras, principalmente com outras mulheres,

Outro foco da pesquisa era saber como as pessoas se viam, e o que foi registrado é que mulheres que se destacavam mais no trabalho, eram mais hostilizadas, principalmente, novamente, por outras mulheres.

Isso tudo remete a um problema sério em termos de administração. Ter funcionários brigando ou mesmo se hostilizando não é legal e não gera lucro para a empresa, só dor de cabeças. Empresas sérias não querem isso. Isso acaba levando a administradores pensarem se vale a pena ter certa funcionaria trabalhando, o que levará a ser criticada por machismo, mas olhar o histórico funcional da pessoa nunca parece ser uma opção válida.

Obviamente, vão chamar esta pesquisa de machista, também, e que mulheres são lindas florzinhas angelicais, e homens é que são pirocos opressores machistas. Obviamente, quem chilica desse jeito nunca trabalhou fora. Se trabalhassem, não só veriam isso acontecer em frente de si mesmos, como ainda seriam alvos de alguma chefa louca que persegue funcionários e, principalmente funcionárias.

A pesquisa foi publicada no periódico Journal of Applied Psychology

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